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5 coisas que precisa de saber para começar o dia

Esta terça-feira a evolução do preço das ações da SAD do Benfica deverá refletir o chumbo, pela CMVM, da OPA parcial lançada pela Benfica SGPS sobre a sua SAD. O clube encarnado discorda do chumbo e admite recorrer da decisão.

Negócios jng@negocios.pt 24 de Março de 2020 às 07:30
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CMVM chumba OPA do Benfica mas clube deverá recorrer

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) "chumbou" ontem a oferta pública de aquisição (OPA) parcial, anunciada a 18 de novembro, da Benfica SGPS sobre a SAD do clube, que já admitiu poder recorrer da decisão. "É expectável que a Sport Lisboa e Benfica, SGPS venha a pronunciar-se no prazo legalmente previsto sobre o referido projeto de indeferimento", disse o clube em comunicado.

 

Ao final da tarde de segunda-feira a SAD, em comunicado, confirmou, depois de noticiado pela Lusa e confirmado pelo Negócios, ter recebido pedidos de esclarecimento sobre a notícia do Correio da Manhã dando conta da intenção do Benfica de desistir da OPA e de utilizar para reforço do plantel os cerca de 32 milhões de euros previstos para a operação. Adicionalmente, a CMVM notificou o Benfica de um "projeto de indeferimento" do pedido de registo da oferta.

 

Em causa, apurou o Negócios, está o entendimento do supervisor de que os fundos para a concretização da OPA resultavam de "assistência financeira" por parte da SAD, algo que não é permitido no âmbito de uma OPA.

 

Bolsas prosseguem em queda

Apesar de sucessivos estímulos apresentados por governos e bancos centrais, os investidores continuam bastante apreensivos quanto ao impacto económico da covid-10 e preferem optar pela prudência na hora de aplicar o dinheiro.

 

Na sessão de ontem, o vermelho voltou a imperar nas bolsas europeias e norte-americanas, e isto apesar dos novos estímulos anunciados pela Fed. Nos EUA, o novo pacote gigantesco de verbas enfrentou um bloqueio no Senado, o que deteriorou o sentimento dos investidores.

 

Eurogrupo reúne-se por videoconferência

O Eurogrupo discute medidas para "uma nova linha de defesa" contra o surto de covid-19 na Zona Euro. Sob a liderança de Mário Centeno, tenta uma resposta coordenada. 

 

"O Eurogrupo vai considerar opções para criar uma linha de defesa contra o novo coronavírus como parte da nossa resposta coordenada à crise, de acordo com o mandato atribuído pelos líderes [europeus]", anunciou Centeno através do Twitter na semana passada.

 

G7 da diplomacia discute pandemia

A cimeira do G-7 dos ministros dos Negócios Estrangeiros, inicialmente previsto para se realizar em Pittsburgh até 25 de março, foi cancelado, mas os governantes vão manter uma videoconferência.

 

O combate ao novo coronavírus estará no centro do debate.

 

Sinais da indústria na Europa

Já com referência a março, será divulgado o índice do gestor de compras na indústria (PMI) da Zona Euro, de França e da Alemanha o que já dará sinais do impacto que o novo coronavírus poderá vir a ter. Até porque o efeito italiano já se fará sentir em toda a sua plenitude, devendo também já ter algum impacto relacionado com Espanha e França. Ainda hoje, será também conhecido o mesmo indicador para o Reino Unido.

 

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