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Contribuintes já pagaram mais de 1,5 mil milhões à banca por causa dos swaps

O Metropolitano de Lisboa, o Metropolitano do Porto e a Carris entregaram ao Santander cerca de 1,2 mil milhões de euros por conta dos polémicos contratos derivados, noticia a Sábado.

Maria Luís Albuquerque era a ministra das Finanças quando rebentou a polémica dos swaps
Negócios jng@negocios.pt 02 de Dezembro de 2020 às 15:11
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Os swaps comprados à banca por empresas públicas de transportes degradaram-se ainda mais desde o acordo assinado entre o Estado e o Santander em 2017, avança hoje a Sábado.

 

Segundo a mesma fonte, que cita dados fornecidos pelas empresas pelas empresas e pelo ministério das Finanças, o Metropolitano de Lisboa, o Metropolitano do Porto e a Carris entregaram ao Santander cerca de 1,2 mil milhões de euros por conta destes contratos. Um valor que  é idêntico ao do reforço do Serviço Nacional de Saúde entre 2017 e o final de 2019, antes da pandemia.

 

Somando esta verba a outras mais pequenas entregues pelas empresas por causa de derivados de outros bancos, entre 2017 e 2021 estes produtos complexos que foram comprados para baixar os custos de financiamento das empresas vão absorver mais de 1,5 mil milhões de euros de dinheiro público. A fatura com os polémicos contratos swaps, que marcou a atualidade em 2012, ainda não terminou, sendo que o valor actual dos fluxos futuros a pagar pelas empresas até 2027 é de 550 milhões de euros.

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