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Empresas aumentaram cumprimento das recomendações da CMVM em 2012

Em 2012, cinco cotadas portuguesas cumpriram 100% das recomendações da CMVM: BES, Mota-Engil, Novabase, REN e SAG Gest. Duas melhoraram muito o seu grau de cumprimento: a Cofina e a Grão Pará.

27 de Março de 2014 às 18:41

O grau médio de cumprimento das recomendações da CMVM sobre governo societário aumentou de 89%, em 2011, para 91%, em 2012, de acordo com os dados divulgados esta quinta-feira, 27 de Março, pelo regulador.

Em 2012, cinco cotadas portuguesas cumpriram 100% das recomendações da CMVM - BES, Mota-Engil, Novabase, REN e SAG Gest – um número mais elevado do que no ano anterior. Em 2011, apenas três cotadas nacionais tinham cumprido plenamente as recomendações do regulador do mercado – o BES, a Teixeira Duarte e a Vista Alegre Atlantis.

O banco liderado por Ricardo Salgado manteve-se no pódio dos “cumpridores” em 2012, enquanto a Teixeira Duarte baixou a sua percentagem de recomendações cumpridas para 95%, e a Vista Alegre Atlantis para 94%.

Segundo os dados publicados pela CMVM, 22 sociedades obtiveram uma taxa média de cumprimento superior à verificada no ano anterior, com destaque para a Cofina e para a Grão Pará, as duas empresas que registaram subidas mais acentuadas.

A empresa de media, dona de publicações como o Correio da Manhã, o Record e o Jornal de Negócios, cumpriu 79% das recomendações em 2011, percentagem que aumentou para 94%, em 2012. Já a Grão Pará protagonizou uma subida de 78% para 89%.

Pelo contrário, o BCP apresentou a maior redução ao nível do cumprimento das recomendações da CMVM (-8%), “tendo esse resultado derivado parcialmente da alteração de modelo societário (do modelo dualista para o modelo latino), pelo que o conjunto de recomendações que são aplicáveis a este banco em 2011 e 2012 não é coincidente”, justifica a entidade reguladora.

Além da avaliação da entidade liderada por Carlos Tavares (na foto), também as sociedades fizeram a sua auto-avaliação. A taxa média de cumprimento das recomendações dos “auto-retratos” foi de 86%, 5% inferior à “medida” pelo regulador. No entanto, há casos onde a divergência é muito mais acentuada.

A Lisgráfica, por exemplo, considerou que tinha cumprido 83% das recomendações, e a CMVM contabilizou apenas 63%. Menos optimistas foram a Teixeira Duarte e a Grão Pará, que se auto-avaliaram com uma taxa de cumprimento de 60% e 59%, respectivamente, valores que a CMVM subiu para 95% e 89%. 

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