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Morgan Stanley recomenda ações desde meditação a 5G no pós-vírus

O banco de investimento olha para as melhores opções de investimento no período que se irá suceder à covid-19. Desde empresas com podcasts sobre meditação, até ao 5G. O leque de recomendações é vasto.

Reuters
Negócios com Bloomberg 22 de Junho de 2020 às 16:28
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Meditação, redes de quinta geração ou serviços para entrega em casa. Os analistas do Morgan Stanley reuniram um conjunto de empresas dos mais variados setores como recomendações para investir no período após covid-19, num relatório resumido pela Bloomberg. 

No segmento da habitação, o banco norte-americano nota que a crise está a acelerar as tendências da habitação americana que já estavam em andamento, incluindo a expansão de residências de pequena dimensão para famílias pequenas. O analista Richard Hill recomenda a empresa Invitation Homes, devido aos seus "ativos de alta qualidade" e afirma que estes tipos de fundos de investimento imobiliário podem disparar a médio-prazo. 

Com o teletrabalho a tornar-se uma realidade em quase todo o mundo, precipitado pelo confinamento a que a atual pandemia obrigou, o stress vai aumentar e as pessoas vão procurar formas caseiras de o combater. Um dos exemplos sublinhados pela Morgan Stanley é a meditação, sendo que as empresas do setor irão beneficiar no futuro. 

Segundo a nota, empresas que tenham podcasts, vídeos exemplificativos ou aulas online de meditação podem ver as suas ações subir no futuro. Neste remo, os analistas olham para as norte-americanas W International and Peloton Interactive como boas opções.  

No ramo da internet, a corrida ao 5G foi tida em consideração pelo banco de investimento, com empresas como a CommScope Holding ou a Ciena Corp. bem posicionadas para tirar partido desta corrida. Para além disso, fabricantes de componentes como a Lumentum Holdings Inc estarão na linha da frente também. 

Com as pessoas a passarem cada vez mais tempo em casa, jantar fora deixa de ser uma opção tão recorrente. Nesse sentido, a analista 
espera maior crescimento nos jantares em casa, com o aumento do desemprego a limitar o orçamento para comer fora. Assim, cadeias de restauração não fazem parte das recomendações para os analistas.
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