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OPEP decide manter cortes na produção de petróleo

Apesar dos receios de um abrandamento da economia mundial, os países produtores e os aliados não mexeram nas metas depois do corte de 2 milhões de barris decidido em outubro e que se mantém até ao final de 2023.

A OPEP e os seus aliados definem a produção para junho.
Heinz-Peter Bader/Reuters
Negócios com Reuters 04 de Dezembro de 2022 às 13:47
Os países produtores de petróleo e os aliados (conhecido como OPEP+) optaram este domingo por não mexerem nas metas de produção, apesar do receio do abrandamento económico mundial e da incerteza sobre a evolução da economia chinesa.

Reunidos por videoconferência, os países membros do grupo decidiram manter a decisão de 5 de outubro, com um corte de 2 milhões de barris por dia, cerca de 2% da procura mundial, até ao final de 2023.

No comunicado final, a OPEP+ "reiterou a sua disponibilidade para se reunir a qualquer momento e tomar medidas adicionais imediatas para fazer face à evolução do mercado e procurar o equilíbrio do mercado de petróleo e a sua estabilidade, se necessário".

A decisão surge dois dias depois de os países do 
G7, juntamente com a Austrália, terem concordado com um limite de preço de 60 dólares por barril para o petróleo russo, após um acordo alcançado pelos 27 Estados-membros da União Europeia, refere um comunicado conjunto.

Esta segunda-feira, entra em vigor o embargo da União Europeia ao petróleo russo enviado por via marítima e a proibição de seguro para esses bens.

A próxima reunião da OPEP está marcada para o dia 4 de junho de 2023.

(Notícia atualizada às 13:50 com mais informação)
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