Ao minuto08.12.2025

Europa tropeça mas consegue fechar semana em alta. UBS dispara 4%

Acompanhe aqui, minuto a minuto, a evolução dos mercados desta sexta-feira.
Stoxx continua perto de máximos
Peter Dejong/AP
Negócios 05 de Dezembro de 2025 às 17:59
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05.12.2025

Europa tropeça mas consegue fechar semana em alta. UBS dispara 4%

Ole Berg-Rusten/AP

Apesar das ligeiras quedas registadas na maioria dos índices europeus esta sexta-feira, as principais praças da região conseguiram fechar a segunda semana consecutiva de ganhos, impulsionadas pelas expectativas crescentes de um corte nas taxas de juro no outro lado do Atlântico - principalmente depois de o

O Stoxx 600, "benchmark" para a negociação europeia, encerrou a sessão praticamente inalterado, com perdas de 0,01% para 578,77 pontos, continuando a menos de 10 pontos dos máximos históricos atingidos no arranque de novembro. O alemão DAX foi a clara exceção entre as principais praças da região, ao acelerar 0,61%, depois de se ter conhecido que as encomendas na maior economia da Europa dispararam em outubro. 

O principal índice da região fechou a semana com ganhos de 0,4% - um ganho tímido considerando que estamos em dezembro, mês conhecido pelo "rally" do Pai Natal. "Os mercados estão um pouco nervosos com a possibilidade de perderem parte do bom desempenho que tiveram este ano - especialmente após o recente revés no mundo das criptomoedas", explica Daniel Varela, diretor de investimentos da Piguet Galland & Cie, à Bloomberg. "Se conseguirmos esse corte nas taxas por parte da Fed, isso provavelmente vai abrir caminho para uma recuperação no final do ano", acrescenta. 

Entre as principais movimentações de mercado, a Swiss Re afundou 6,53% para 129,45 francos suíços, depois de a maior companhia de seguros do mundo ter revelado um encargo de 250 milhões de dólares com a revisão do que diz ser carteiras com "desempenho abaixo do esperado" na Austrália, Israel e Coreia do Sul. Já o UBS ganhou 4,09% para 32,57 francos suíços, depois de a Reuters ter reportado que o governo suíço está prestes a suavizar parte de um pacote de regulamentação bancária.

 Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX subiu 0,66%, o espanhol IBEX 35 recuou 0,34%, o italiano FTSEMIB perdeu 0,20%, o francês CAC-40 desceu 0,09%, o britânico FTSE 100 recuou 0,45% e o neerlandês AEX desvalorizou 0,03%.

05.12.2025

Juros agravam-se na Zona Euro. "Yield" alemã próxima de máximos de março

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro encerraram a última sessão da semana com agravamentos, acompanhando um "sell-off" global no mercado obrigacionista. 

A "yield" das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a região, aceleraram 2,7 pontos base para 2,796%, aproximando-se de máximos de março, enquanto os juros das obrigações francesas mantiveram-se inalterados nos 3,522%. Já em Itália, agravaram-se 1,7 pontos para 3,483%.

Pela Península Ibérica, a tendência manteve-se, com os juros da dívida portuguesa e da espanhola com a mesma maturidade a subirem 1,2 pontos base e 1,5 pontos para 3,105% e 3,258%, respetivamente. 

Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas também a dez anos avançaram 4,2 pontos base para 4,475%, enquanto a "yield" das "Treasuries" norte-americanas agravam-se, a esta hora, 2,9 pontos para 4,127%. 

05.12.2025

Dólar ganha terreno apesar de flexibilização monetária continuar no horizonte

AP/ Petr Svancara

O dólar está a ganhar terreno face às suas principais concorrentes, embora com movimentações bastante limitadas, num dia marcado por novos dados da inflação que mantêm em cima da mesa um corte de 25 pontos base nas taxas de juro na próxima reunião da Reserva Federal (Fed) norte-americana. 

A esta hora, o euro recua 0,10% para 1,1632 dólares, enquanto a libra cede 0,04% para 1,3322 dólares. A divisa britânica prepara-se para fechar a segunda semana consecutiva de ganhos, após ter registado um "rally" de recuperação com a apresentação do orçamento de outuno por parte da ministra das Finanças, Rachel Reeves - que conseguiu afastar as preocupações imediatas dos investidores em relação à sustentabilidade das contas públicas. 

É expectável que, tal como o banco central dos EUA, o Banco de Inglaterra opte por flexibilizar a sua política monetária em dezembro, cortando as taxas de juro também em 25 pontos base para 3,75%. Em outubro, e depois de três meses inalterada nos 3,8%, a inflação no Reino Unido acabou por desacelerar um pouco, caindo para 3,6% em termos homólogos. 

Já do outro lado do Atlântico, a variação do índice de preços das despesas pessoais de consumo (PCE) - o indicador preferido da Fed para medir a inflação - ficou dentro das expectativas, ao avançar para 2,8% em setembro. Com uma inflação persistente e o mercado laboral a dar sinais de maior resiliência, os investidores mostram-se mais receosos em relação ao caminho que o banco central vai adotar em 2026 - dúvidas que podem vir a ser reforçados ou até mesmo dissipadas com a atualização do "dot plot" na próxima reunião.

05.12.2025

Ouro ganha quase 1% após inflação dos EUA ter ficado dentro das expectativas

Mike Groll/AP

O ouro está a ganhar terreno no mercado internacional esta sexta-feira, numa altura em que os investidores continuam convencidos de que a Reserva Federal (Fed) norte-americana vai mesmo avançar com um corte nas taxas de juro já na próxima semana, apesar de novos dados indicarem um aumento da inflação no país. 

A esta hora, o metal precioso avança 0,98% para 4.248,71 dólares por onça e prepara-se para encerrar a semana com ganhos bastante modestos de 0,3%. "As probabilidades de um corte nas taxas de juro estão lá. O ouro está a testar novamente e a reafirmar o nível de 4.200 dólares por onça. Embora tenha estado volátil, a trajetória e o impulso têm sido positivos esta semana", explica Alex Ebkarian, diretor de operações da Allegiance Gold, à Reuters. 

Apesar de o índice de preços das despesas pessoais de consumo (PCE) - o indicador preferido da Reserva Federal (Fed) para medir a inflação - ter acelerado para 2,8% em setembro, indicando uma inflação persistente no país, a variação já era esperada pelos investidores e um alívio da política monetária permanece em cima da mesa. 

Do outro lado do duplo mandato da Fed, referente ao pleno emprego, os dados mais recentes apontam para um mercado laboral mais resiliente do que inicialmente antecipado. Na semana passada, o número de pedidos de subsídio de desemprego caiu para o valor mais baixo em mais de três anos - e é nestes dados que o banco central vai ter de basear a sua próxima decisão, uma vez que o relatório de criação de emprego referente a novembro só sai na próxima quinta-feira, já depois da reunião de política monetária. 

05.12.2025

Falta de avanços para a paz na Ucrânia dá força ao petróleo

Eli Hartman/AP

O barril de petróleo está a negociar com ganhos esta sexta-feira, numa altura em que a falta de avanços nas negociação para a paz na Ucrânia parecem estar a eclipsar as previsões de um excedente no mercado para o próximo ano. 

A esta hora, o WTI - de referência para os EUA – valoriza 0,87% e volta a negociar acima do nível dos 60 dólares, atingindo os 60,19 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – segue a avançar 0,89% para os 63,82 dólares por barril. Ambos os contratos devem encerrar a semana com ganhos superiores a 1% - a segunda semana consecutiva de ganhos. 

"A falta de progresso nas negociações de paz na Ucrânia proporciona um cenário otimista [para o mercado], mas, por outro lado, a produção resiliente da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) proporciona um suporte pessimista. Estas duas forças opostas estão a tornar o mercado mais tranquilo", explica Tamas Vargas, analista do mercado petrolífero da PVM, à Reuters. 

Em foco está ainda o futuro da política monetária nos EUA, um dos principais consumidores de crude do mundo. Uma flexibilização monetária estimularia a procura por energia e, por conseguinte, a economia do país - o que deve acabar por acontecer, visto que grande parte dos economistas abordados pela Reuters apontam para um corte de 25 pontos base nas taxas de juro já na próxima semana. 

Os mercados estão ainda a antecipar uma possível incursão dos EUA na Venezuela, depois de Donald Trump ter ameaçado o país na semana passada com uma ação militar. Washington acusa Caracas de facilitar a entrada de drogas em território norte-americano e um ataque poderia pôr em causa as exportações venezuelanas de crude, que ascendem aos 1,1 milhões de barris por dia, segundo a Rystad Energy. 

05.12.2025

Wall Street em alta à espera da inflação. Acordo histórico derruba ações da Netflix

AP/Seth Wenig

Os principais índices norte-americanos arrancaram a derradeira sessão da semana em alta, num dia em que os investidores aguardam para conhecerem a variação do índice de preços das despesas pessoais de consumo (PCE) - o indicador preferido da Reserva Federal (Fed) para medir a inflação - referente a setembro, depois de os dados terem sido sucessivamente adiados devido ao "shutdown" que paralisou o Governo em outubro e novembro. 

O S&P 500 arrancou a sessão com ganhos de 0,18% para 6.869,51 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite acelera 0,21% para 23.555,68 pontos e o industrial Dow Jones sobe 0,35% para 48.018,22 pontos. Wall Street encerrou a negociação de quinta-feira divida entre ganhos e perdas, num dia em que uma série de dados económicos apontaram para um mercado laboral mais resiliente do que era antecipado - obstruindo as perceções dos investidores em torno do futuro da política monetária dos EUA em 2026. 

Os economistas abordados pela Reuters antecipam que o PCE tenha acelerado de 2,7% para 2,8% em setembro - um ligeiro agravamento na inflação, mas que não deve tirar um corte nas taxas de juro já na próxima semana de cima da mesa. "O fator decisivo provavelmente será a posição do presidente da Fed, Jerome Powell, em persuadir outros membros a segui-lo", explica o economista-chefe do Commerzbank, Jörg Krämer, à Reuters. 

Os investidores encontram-se ainda a reagir - um negócio histórico que ainda precisa da aprovação do regulador e que vai dar como contrapartida aos acionistas 27,75 dólares por ação em dinheiro, assim como ações da gigante de "streaming". Enquanto as ações da Warner Bros. Discovery aceleram 2,16% para 25,07 dólares (abaixo do valor pago pela concorrente), as da Netflix caem 1,48% para 101,69 dólares. 

Entre as restantes principais movimentações de mercado, a HP perde 0,56%, após ter previsto que as vendas do seu primeiro trimestre fiscal vão ficar abaixo das estimativas dos analistas, devido a um desaceleramento nas receitas com inteligência artificial. Já a Oklo cai 7,32%, depois de a empresa de tecnologia nuclear ter revelado um plano de venda de ações na ordem dos 1,5 mil milhões. 

05.12.2025

Euribor sobe a três e a seis meses e mantém-se a 12 meses

A taxa Euribor subiu esta sexta-feira a três e a seis meses em relação a quinta-feira e manteve-se a 12 meses, no novo máximo desde o início de abril registado na sessão anterior.

Com estas alterações, a taxa a três meses, que avançou para 2,075%, permaneceu abaixo das taxas a seis (2,147%) e a 12 meses (2,254%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu, ao ser fixada em 2,147%, mais 0,021 pontos do que na quinta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a setembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,3% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,87% e 25,33%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor manteve-se no novo máximo desde 03 de abril atingido na quinta-feira, ao ser fixada de novo em 2,254%.

A Euribor a três meses subiu, pela segunda sessão consecutiva, para 2,075%, mais 0,020 pontos do que na quinta-feira.

Em relação à média mensal da Euribor em novembro esta subiu de novo nos três prazos, mas de forma mais acentuada do que no mês anterior e nos prazos mais longos.

A média da Euribor em novembro subiu 0,008 pontos para 2,042% a três meses. Já a seis e a 12 meses, a Euribor avançou 0,0024 pontos para 2,131% e 0,030 pontos para 2,217%.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 17 e 18 de dezembro em Frankfurt.

Em 30 de outubro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas diretoras, pela terceira reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou este ciclo de cortes em junho de 2024.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, considerou no final da reunião de 30 de outubro, em Florença, que a entidade se encontra "em boa posição" do ponto de vista da política monetária, mas sublinhou que não é um lugar fixo.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

05.12.2025

Europa pinta-se de verde em final de semana positivo para ações

Os principais índices europeus negoceiam com ganhos, seguindo a tendência registada nas sessões anteriores da semana, num dia em que os investidores aguardam pela divulgação de novos dados da inflação nos EUA referentes ao mês de setembro, que poderão ajudar a perceber qual será o rumo da política monetária no país.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – ganha 0,29%, para os 580,50 pontos.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX sobe 0,48%, o espanhol IBEX 35 pula 0,20%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,15%, o francês CAC-40 avança 0,33%, o britânico FTSE 100 soma 0,17% e o neerlandês AEX ganha 0,23%.

O índice de referência do continente está a negociar a menos de 1% do seu último máximo histórico atingido em novembro, uma vez que os receios de uma sobreavaliação das ações ligadas à inteligência artificial parecem ter sido, para já, postas de parte, com os mercados focados antes numa nova flexibilização monetária nos EUA. Os investidores apontam para uma probabilidade superior a 90% de que a Fed reduza as taxas na sua reunião da próxima semana.

“Os mercados estão um pouco nervosos por perderem parte do bom desempenho que tiveram este ano – especialmente após o recente revés no mundo das criptomoedas”, disse à Bloomberg Daniel Varela, da Piguet Galland & Cie. “Se conseguirmos essa redução das taxas da Fed, isso provavelmente abrirá caminho para uma recuperação no final do ano”, acrescentou.

Entre os setores, o dos serviços financeiros (+0,92%) e da construção (+0,82%) registam os maiores ganhos. Já as seguradoras (-0,43%) e as “utilities” (-0,39%) lideram as perdas.

Quanto aos movimentos do mercado, a Swiss Re - a maior seguradora e resseguradora do mundo - tomba mais de 5% neste momento, após ter divulgado um encargo de 250 milhões de dólares, após uma revisão de carteiras com “desempenho abaixo do esperado” focadas na Austrália, Israel e Coreia do Sul.

05.12.2025

Dólar perde terreno com investidores à espera de dados

A negociação cambial do dólar segue em queda, num dia em que será revelado um indicador económico importante para a Reserva Federal (Fed) tomar uma decisão sobre o caminho a seguir relativamente à política monetária. O mercado antecipa uma descida da taxa diretora em 25 pontos-base, o que significa que os juros sobre ativos em dólar poderão perder alguma atratividade.

O índice do dólar americano (DXY), que compara o valor da moeda norte-americana com outras divisas, a recuar 0,013% para os 98,976 pontos.

A esta hora, o euro segue a valorizar 0,05% para 1,1650 dólares e a libra também segue a avançar 0,12% para 1,3343 dólares. O dólar também recua 0,07% para 0,8031 francos suíços. O dólar perde ainda 0,09% face à divisa japonesa, para 154,96 ienes.

Já noutros pares de câmbio, o euro cede 0,05% para 0,8730 libras e recua 0,05% para 180,52 ienes.

05.12.2025

Juros da Zona Euro agravam com países de olhos postos em prazo mais curtos para a dívida

Os juros da dívida soberana na Zona Euro estão a agravar-se nesta sexta-feira, numa altura em que os países europeus parecem estar a preparar-se para reduzir o prazo médio de vencimento da sua dívida, depois de anos a priorizar prazos mais alargados. 

As mudanças devem ser conhecidas nas próximas semanas, à medida que os Estados-membros forem apresentando os seus planos de emissão de obrigações para o próximo ano. 

Por esta altura, os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a Zona Euro, estão a agravar-se 0,8 pontos base para 2,777%, enquanto a "yield" da dívida italiana soma 0,6 pontos para 3,472%. Já os juros das obrigações francesas a 10 anos estão a negociar na linha de água, para 3,521%.

Na Península Ibérica, os juros da dívida portuguesa com a mesma maturidade aceleraram 0,5 pontos base para 3,098% e a "yield" da dívida espanhola, na maturidade de referência, sobe 0,5 pontos para 3,248%.

05.12.2025

Prata regressa aos ganhos e aproxima-se de valores recorde. Ouro também sobe

A prata está a negociar novamente em alta nesta sexta-feira, com a entrada de fundos negociados em bolsa (ETFs), alicerçados em prata, a impulsionar ainda mais a procura pelo metal branco. A manter-se esta tendência, a prata deverá caminhar para a segunda semana consecutiva de ganhos.  

Por volta das 08:h15 horas, a prata estava a subir 2,04% para 58,68 dólares por onça, um valor bastante próximo do recorde de 58,9789 dólares por onça atingido no início desta semana.  

O valor de uma onça de prata praticamente duplicou este ano, superando a subida de 60% observada no ouro. A subida acelerou nos últimos dois meses devido a uma escassez histórica em Londres e, embora essa escassez tenha diminuído nas últimas semanas, há outros mercados que estão agora a enfrentar restrições do lado da oferta. É o caso dos stocks chineses, que estão perto de mínimos da década. 

O ouro está a acompanhar os ganhos da prata. À mesma hora, o metal estava a subir 0,42% para 4.225,2700 dólares por onça

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