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Ao minuto30.11.2022

Europa fecha o mês em alta com esperança numa reabertura da China

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta quarta-feira.

REUTERS
Sílvia Abreu silviaabreu@negocios.pt 30 de Novembro de 2022 às 18:16
30.11.2022

Europa fecha o mês em alta com esperança numa reabertura da China

A bolsas europeias encerraram o mês a valorizar, com a inflação na Zona Euro a abrandar. Novembro fechou com o maior avanço mensal desde julho, com os investidores com esperança que a China adote uma postura mais flexível em relação às políticas covid.

O índice de referência europeu, o Stoxx 600, valorizou 0,63% para 440,04 pontos. Entre os 20 setores que compõem o índice, os bens para a casa e o setor autómovel foram os registaram o melhor desempenho.

A inflação na Zona Euro abrandou pela primeira vez em mais de um ano, o que foi visto como um sinal de esperança de que o Banco Central Europeu possa abrandar a sua política monetária.

Entre as restantes praças europeias, Madrid avançou 0,49%, Frankfurt ganhou 0,29%, Amesterdão valorizou 0,89%, Paris pulou 1,04%, Londres subiu 0,81% e Milão 0,159%.

30.11.2022

Inflação abranda na Zona Euro e juros aliviam

Os juros da dívida soberana terminaram o dia a agravar-se na Zona Euro, num dia em que foram conhecidos os dados da inflação em novembro na região. A taxa de inflação na Zona Euro abrandou para 10%, de acordo com uma estimativa rápida do Eurostat divulgada esta quarta-feira.

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos subiu 0,9 pontos base para 1,923%, enquanto os juros da dívida italiana avançam 5,3 pontos base para 3,862%.

Já os juros da dívida pública francesa somaram 1,3 pontos base para 2,398%, enquanto os da dívida espanhola crescem 3,5 pontos base para 2,933%. A "yield" da dívida portuguesa, por sua vez, valorizou 3,4 pontos base para 2,866%.

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica aumentaram 6 pontos base para 3,149%.

30.11.2022

Ouro prestes e fechar melhor mês desde maio de 2021. Dólar encerra novembro em queda

O ouro prepara-se para encerrar novembro como o melhor mês desde maio do ano passado, impulsionado pela queda do dólar, o qual por sua vez foi pressionado pela expectativa de abrandamento do ritmo da subida da taxa de juro de referência nos EUA.

 

Já nos últimos dias, a subida do metal amarelo foi também sustentada pelas declarações da Administração Nacional de Controlo e Prevenção de Doenças da China. Depois dos protestos por todo o país contra a política "zero covid-19" de Pequim e no habitual "briefing" semanal, o organismo assegurou que vai calibrar esta política de forma a reduzir o impacto na sociedade e economia.

 

O ouro segue a ganhar 0,11% para 1.751,79 dólares por onça, e promete terminar o mês com uma subida de 7%, após sete meses consecutivos de perdas, motivados pelo ciclo de subida dos juros diretores nos EUA, o que deu força ao dólar.

 

O "rally" do dólar pressiona as matérias-primas denominadas na nota verde, já que penaliza os investidores que negoceiam com outras moedas.

 

Por sua vez, o índice do dólar da Bloomberg – que mede a força do "green cash" contra 10 divisas rivais – avança 0,11% para 106,93 pontos, depois de recuar, pressionado pelos números da criação de emprego que abrandaram em novembro como não era visto há quase dois anos. Porém, o dólar acabou impulsionado pela revisão em alta do PIB dos EUA.  

 

Já no acumulado de novembro, o indicador de força do dólar está prestes a registar o pior mês desde 2009. A atenções estão agora centradas no discurso do presidente da Fed, Jerome Powell, que fala esta quarta-feira no âmbito de um evento da Brookings Institution.

 

As atas da Fed referentes à última reunião de política monetária apresentam sinais de um possível abrandamento do ritmo da subida dos juros diretores, No entanto, nos últimos dias vários membros do banco central, incluindo a vice-presidente Lael Brainard, têm alertado que ainda há muito trabalho a fazer para reduzir a inflação para a meta dos 2%.

30.11.2022

Queda dos stocks nos EUA anima preços do petróleo

Os preços do petróleo seguem a negociar em alta, animados pela queda dos inventários norte-americanos de crude na semana passada, pela depreciação do dólar e pelo otimismo em torno de uma retoma da procura na China.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 2,96% para 85,49 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 2,99% para 80,54 dólares.

 

Apesar deste otimismo, não se antevê grandes mudanças na política da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e dos seus aliados (o chamado grupo OPEP+), o que está a limitar os ganhos.

 

A OPEP+ reúne-se no próximo domingo, 4 de dezembro. No último encontro, em outubro, os membros deste grupo decidiram reduzir a sua quota de produção total em dois milhões de barris por dia ao longo do ano de 2023.

 

No início desta semana foi avançado que talvez a OPEP+ estivesse a ponder um novo corte da produção, mas não parece haver grande margem para tal, dado que há membros que ainda não estão a conseguir produzir ao nível das suas quotas.

30.11.2022

Wall Street abre mista em dia de discurso de Powell

Vários bancos estão a antecipar-se ao agravamento nos custos de financiamento em mercado. Citigroup e JPMorgan deverão estar entre os emitentes mais ativos nos EUA.

As bolsas norte-americanas arrancaram a sessão mistas, numa altura em que os investidores digerem os mais recentes dados económicos e aguardam o discurso do presidente da Reserva Federal norte-americana. 

O índice de referência S&P 500 sobe 0,13% para 3.962,85 pontos, enquanto o industrial Dow Jones desce 0,03% para 33.843,34 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite avança 0,41% para 11.028,33 pontos. 

O Departamento do Comércio dos Estados Unidos divulgou hoje que a economia do país cresceu 2,9% no terceiro trimestre no espaço de um ano, superando as expetativas do economistas.

As atenções dos investidores vão virar-se para o discurso de Jerome Powell durante a tarde, na esperança de obterem pistas sobre a economia e o mercado de trabalho. O mercado espera que o responsável pela autoridade monetária dê sinais que corroborem que o próximo aumento das taxas de juro será de 50 pontos base, abaixo dos 75 anunciados nos últimos meses.

A possibilidade de um alívio da política zero casos covid-19 na China está também a pesar nas decisões dos investidores.




30.11.2022

Europa acorda pintada de verde com investidores de olhos na China

A cor verde dominou o arranque da negociação das bolsas europeias, numa altura em que os investidores analisam os passos da China no combate à covid-19. O tom mais suave dos responsáveis de saúde abriu a porta ao otimismo de que o país volte a reabrir a economia.

O Stoxx 600 - referência para a Europa - soma 0,53% para os 439,60 pontos, com o setor automóvel e da tecnologia a darem o maior contributo, 1,24% e 1,11%, respetivamente.

O índice caminha para o segundo mês consecutivo de avanços, sendo a primeira vez desde agosto de 2021 que ocorre.

Nas praças europeias, o alemão Dax cresce 0,55%, o francês CAC-40 sobe 0,79% e o espanhol Ibex valoriza 0,08%. Já o italiano FTSE Mib e o britânico FTSE 100 avançam 0,51% e o Aex, em Amesterdão, cresce 0,81%.

30.11.2022

Juros na Zona Euro agravam-se antes de dados da inflação

Os juros da dívida soberana seguem a agravar-se na Zona Euro, num dia em que serão conhecidos os dados da inflação em novembro na região. Em outubro, o aumento dos preços fixou-se nos 10,7%.

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos sobe 0,8 pontos base para 1,922%, enquanto os juros da dívida italiana avançam 2,5 pontos base para 3,835%. 

Já os juros da dívida pública francesa somam 1,3 pontos base para 2,398%, enquanto os da dívida espanhola crescem 2,8 pontos base para 2,925%. A "yield" da dívida portuguesa, por sua vez, valorizam 1,4 pontos base para 2,845%. 

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica aumentam 1,6 pontos base para 3,105%.

30.11.2022

Euro sobe face ao dólar

A forma de poupança mais popular em Portugal são os depósitos.

O euro segue a valorizar face ao dólar, estando a moeda única europeia a subir 0,34% para 1.0365 dólares.

Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde contra dez divisas rivais – recua 0,21% para 106,605 pontos. É o segundo dia consecutivo de perda para o índice.

Além das perspetivas de que a Fed poderá abrandar o ritmo das subidas das taxas de juro na próxima reunião, também a possibilidade de a China aliviar gradualmente a política de zero casos covid-19 está a pressionar a divisa norte-americana.

30.11.2022

Ouro soma e segue com perspetivas de que Fed pode abrandar ritmo

O ouro está a valorizar esta quarta-feira, numa altura em que a expetativa de um aumento de menor dimensão por parte da Fed continua a pressionar o dólar. O metal precioso tem uma correlação negativa com o dólar, pelo que tendem a negociar em sentidos inversos.

O metal amarelo sobe 0,32% para 1.755,43 dólares por onça, ao passo que a platina soma 0,67% para 1.011,86 dólares e o paládio cresce 2,07% para 1.876,38 dólares.

A política monetária mais agressiva, marcada por sucessivos aumentos das taxas de juro por parte dos bancos centrais, tem pesado no ouro, uma vez que não remunera juros. Contudo, o metal caminha para fechar o maior ganho mensal desde maio de 2021, com uma subida de perto de 7%.

30.11.2022

Petróleo sobe com reunião da OPEP+ na mira. Frio impulsiona gás

Os preços do petróleo seguem a valorizar, um dia após dados esta terça-feira divulgados terem apontado para um recuo substancial das reservas de crude dos Estados Unidos. 

O West Texas Intermediate (WTI) – negociado em Nova Iorque - avança 0,51% para 78,60 dólares por barril, enquanto o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, sobe 0,84% para 83,73 dólares por barril.

Segundo os dados divulgados ontem pela American Petroleum Institute (API), os stocks de crude nos Estados Unidos caíram em oito milhões de barris na semana que terminou a 25 de novembro.

Os investidores aguardam agora pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (grupo OPEP+), que decorre no próximo domingo, para perceber se haverá um novo corte na produção, tal como aconteceu em outubro.

Já no que diz respeito ao gás natural negociado em Amesterdão, os preços continuam a subir esta quarta-feira, à boleia das previsões de um arrefecimento da temperatura "acima do normal" na região. 

Os preços do gás TTF - referência para o mercado europeu - sobem 1,34% para 138 dólares por megawatt-hora.

30.11.2022

Europa mira no verde. Ásia fecha mista

A Europa aponta para um início de sessão em terreno positivo, com os futuros sobre o Euro Stoxx 50 a avançarem 0,5%.

Já na Ásia, a negociação fechou mista, com os índices chineses, que ontem encerraram em alta, a recuarem ligeiramente. Os investidores tentam perceber se a China irá ou não reabrir a economia, a segunda maior a nível mundial, numa altura em que o número de casos de covid-19 continua a subir e que o país tenta travar a onda de protestos.

Pela China, o Xangai cedeu 0,08%, enquanto em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,89%. Pelo Japão, o Topix caiu 0,37% e o Nikkei recuou 0,25%. Já na Coreia do Sul, o Kospi somou 1,61%.


O Presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, discursa esta quarta-feira, palavras a que os investidores vão estar atentos, na esperança de obter pistas sobre se o próximo aumento da autoridade monetária irá descer para os 50 ponto base (as subidas anteriores foram de 75 pontos).

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