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Ao minutoAtualizado há 29 min10h21

Incerteza sobre futuro do conflito pressiona Europa. Puig dispara mais de 12%

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta terça-feira.

Frankfurt, mercados financeiros
Frankfurt, mercados financeiros Andreas Arnold / AP
10:21
há 30 min.10h21

Incerteza sobre futuro do conflito pressiona Europa. Puig dispara mais de 12%

Os principais índices europeus negoceiam sem grandes alterações e com quedas ligeiras - à exceção da bolsa se Amesterdão -, após a sessão volátil de segunda-feira, com os investidores a acompanharem os últimos desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – perde 0,27%, para os 575,24 pontos.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX cai 0,71%, o espanhol IBEX 35 recua 0,28%, o italiano FTSEMIB desvaloriza 0,40%, o francês CAC-40 derrapa 0,27%, ao passo que o neerlandês AEX soma 0,29% e o britânico FTSE 100 perde 0,30%.

Os investidores estão atentos a quaisquer sinais de resolução do conflito no Irão e os mercados têm sofrido fortes oscilações nos últimos dias, em reação às últimas notícias. Permanece, ainda assim, muita incerteza sobre o rumo que o conflito está a tomar, com sinais de uma nova escalada - incluíndo a possibilidade avançada pelo Wall Street journal de aliados dos EUA na região se juntarem aos ataques contra o Irão-, mesmo depois de o Presidente norte-americano ter apontado para a possibilidade de se chegar a um acordo de cessar-fogo com Teerão.

“É uma situação muito delicada; se houver um acordo dentro de cinco dias, há uma hipótese de o mercado recuperar e de os investidores conseguirem ultrapassar a crise”, disse à Bloomberg Arnaud Girod, da Kepler Cheuvreux.

Entre os setores, o dos recursos naturais (-1,13%) lidera as perdas, seguido da banca (-0,98%). Por outro lado, o setor dos químicos (+0,86%) regista a maior valorização, acompanhado de perto pelo das telecom (+0,69%).

No que diz respeito aos movimentos do mercado, as ações da Puig Brands seguem a disparar mais de 12%, depois de a Estée Lauder – que derrapa mais de 7% - ter anunciado negociações para adquirir o grupo espanhol, com vista a criar um gigante dos cosméticos com cerca de 20 mil milhões de dólares em vendas anuais.

há 41 min.10h10

Juros agravam-se em toda a linha na Zona Euro

A ameaça de uma crise energética está a levar os “traders” a apostar em mais subidas das taxas de juro por parte do Banco de Inglaterra (BoE) e do Banco Central Europeu (BCE). Nesta medida, os mercados estão agora a prever um aperto monetário de cerca de 65 pontos-base este ano por parte do BCE.

Neste contexto, os juros das dívidas soberanas da Zona Euro negoceiam nesta terça-feira com agravamentos em toda a linha.

Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, agravam-se em 3,4 pontos-base, para 3,482%. Em Espanha, a "yield" da dívida com a mesma maturidade segue a mesma tendência e sobe 3,9 pontos, para 3,550%.

Já os juros da dívida soberana italiana escalam 6,4 pontos, para 3,937%. Por sua vez, a rendibilidade da dívida francesa agrava-se em 4,2 pontos, para 3,748%, ao passo que os juros das "bunds" alemãs, referência para a região, sobem 1,2 pontos, para os 3,011%.

Já fora da Zona Euro, os juros das “gilts” britânicas, também a dez anos, avançam 0,6 pontos-base, para os 4,917, já depois de no final da semana passada terem atingido o seu nível mais elevado desde 2008, à medida que os mercados antecipam taxas de juro mais elevadas em resposta às preocupações com a inflação.

09h14

Dólar valoriza com maior procura enquanto ativo-refúgio e subida dos preços da energia

Dólar valoriza após nomeação de Warsh, mas semana aponta para perdas

O dólar segue a negociar com ganhos na manhã desta terça-feira, com uma nova subida dos preços do crude e maior procura pela “nota verde” enquanto ativo-seguro impulsionam o dólar.

O índice do dólar - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes – avança 0,32%, para os 99,266 pontos. Este índice já valorizou 1,8% este mês, a caminho do seu maior ganho mensal desde outubro, influenciado, também, por perspetivas de uma política monetária mais restritiva à medida que os preços da energia continuam a escalar.

Trump escreveu na sua rede social Truth Social que os EUA e o Irão tinham tido conversações “muito boas e produtivas” sobre uma “resolução completa e total das hostilidades no Médio Oriente”. Ainda assim, Teerão negou ter participado em quaisquer negociações diretas com Washington, o que está a deixar os “traders” cautelosos.

Face ao iene, o dólar sobe 0,13%, para os 158,640 ienes. Isto já depois de a taxa de inflação subjacente do consumo no Japão ter atingido 1,6% em fevereiro. O valor ficou abaixo da meta de 2% do Banco do Japão pela primeira vez em quase quatro anos, complicando os esforços do banco central para justificar novos aumentos das taxas de juro.

Pela Europa, a libra perde 0,28%, para os 1,339 dólares, após ter subido quase 1% na segunda-feira, enquanto o euro regista uma descida de 0,18% para 1,159 dólares, após ter valorizado 0,4% na sessão anterior.

08h59

Ouro e prata negoceiam em contramão. Metal amarelo cai pela 10.ª sessão consecutiva

ouro

O ouro e a prata estão a negociar em contramão na manhã desta terça-feira, à medida que o metal amarelo caminha para a sua décima sessão consecutiva de perdas, enquanto se intensificam as preocupações com a guerra no Médio Oriente e o impacto na inflação e no crescimento económico ao nível global.

A esta hora, o ouro recua ligeiros 0,06%, para os 4.404,680 dólares por onça. No que toca à prata, o metal precioso valoriza 0,75%, para os 69,656 dólares por onça.

O adiamento pelo Presidente Donald Trump dos ataques dos Estados Unidos (EUA) à rede elétrica do Irão proporcionou uma breve pausa na queda do ouro que se regista desde o início do conflito, antes de um responsável iraniano ter descartado negociações e de o Wall Street Journal ter noticiado que os parceiros dos EUA no Golfo Pérsico poderiam juntar-se aos ataques contra o Irão.

Os elevados preços da energia aumentaram os riscos de uma subida da inflação. O metal precioso caiu quase 2% na sessão anterior, registando a sua nona queda diária consecutiva, tendo caído já quase 17% desde o início da guerra até ao fecho de segunda-feira. Apesar da pausa de cinco dias anunciada por Trump no que toca aos ataques a infraestruturas energéticas da República Islâmica, o resultado de quaisquer negociações e a futura passagem de navios pelo estreito de Ormuz permanecem incertos, e os danos já causados a ativos energéticos da região levarão tempo a reconstruir. Isto significa que a ameaça de uma escalada da inflação continua a pesar sobre o ouro, bem como a expectativa de subidas das taxas de juro pela Reserva Federal dos EUA e outros bancos centrais — um obstáculo para os metais preciosos que não rendem juros.

Nesta medida, Suki Cooper, diretora global de investigação de matérias-primas do Standard Chartered,disse à Bloomberg que “não é invulgar que o ouro sofra pressões de baixa durante quatro a seis semanas após um período de extrema turbulência, uma vez que o ouro se revela um ativo líquido em momentos de necessidade”.

07h55

Ásia fecha em alta com Médio Oriente em foco. Tokio Marine dispara 17% após parceria com Berkshire

Os principais índices asiáticos recuperaram terreno na sessão desta terça-feira, após terem fixado fortes perdas no dia anterior. Declarações de Donald Trump sobre a guerra no Irão e uma consequente queda do petróleo deram algum fôlego aos investidores, que aproveitaram hoje para reforçar posições. Pela Europa e Estados Unidos (EUA), tanto os futuros do Euro Stoxx 50 como do S&P 500 seguem a avançar cerca de 0,20%.

Pelo Japão, o Topix ganhou 2,10%. Já o Nikkei seguiu a mesma tendência e subiu 1,43%. Pela China, o Hang Seng de Hong Kong valorizou 2,45% e o Shanghai Composite avançou 1,78%. Por Taiwan, o TWSE cedeu 0,34%, enquanto pela Coreia do Sul o Kospi pulou 2,74%, depois de ontem ter perdido mais de 6%.

Os ativos de risco ganharam ímpeto um pouco por toda a parte depois de o Presidente norte-americano ter sinalizado um adiamento dos ataques a ativos energéticos iranianos. Ainda assim, o vice-presidente do Parlamento iraniano descartou a possibilidade de negociações com os EUA, ecoando comentários semelhantes de outros responsáveis do regime.

Os movimentos de terça-feira sugerem que os investidores estão a assumir uma postura de cautela após o sinal de Trump de um adiamento dos ataques a ativos energéticos.

Não vou depositar demasiadas esperanças nesta aposta por enquanto, até ver o próximo curso de ação do Irão nesta guerra”, disse à Bloomberg Gerald Gan, diretor de investimentos da Reed Capital Partners.

A recuperação dos índices asiáticos pôs fim a uma sequência de duas sessões seguidas de quedas, que tinham sido agravadas por receios de que o aumento dos preços do petróleo, devido ao conflito no Médio Oriente, venha a exercer pressão sobre a economia asiática e os resultados das empresas.

“As ações estão a recuperar, por enquanto, devido a sinais de que a guerra poderá estar a chegar ao fim”, afirmou, por sua vez, Hiroyuki Ueno, da Sumitomo Mitsui Trust Asset Management. “A situação não é clara, mas os investidores partem do princípio de que algum tipo de negociações deve estar a decorrer nos bastidores”, referiu à agência de notícias financeiras.

A maioria dos investidores está com a expectativa de que o conflito termine em meados de abril, mas se se prolongar “começaremos a ver mais impactos negativos nos recursos”, afirmou Ueno. Neste sentido, as ações japonesas permanecerão voláteis, uma vez que este mercado é muito sensível às oscilações do preço do petróleo.

Pelo Japão, as seguradoras tiveram um desempenho superior na terça-feira, com o índice Topix de ações deste setor a subir quase 8%, a maior valorização desde abril do ano passado. A subida surge depois de a seguradora Tokio Marine Holdings ter anunciado que a Berkshire Hathaway irá investir cerca de 1,8 mil milhões de dólares no âmbito de uma parceria estratégica. As ações da Tokio Marine subiram 17%, atingindo um máximo histórico.

08h56

Petróleo volta a subir com receios de escalada da guerra no Médio Oriente

O petróleo volta a negociar com valorizações nesta terça-feira, 24 de março, após uma sessão volátil na segunda-feira  devido, em grande parte, a declarações do Presidente norte-americano, que adiou o ultimato feito a Teerão sobre ataques a infraestruturas energéticas da República Islâmica.

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