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Ao minuto16.08.2022

Stoxx600 com melhor série desde março. Ouro perde e juros agravam-se

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta terça-feira.

Bloomberg
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16.08.2022

Europa fecha em terreno positivo. É a maior série de ganhos desde março

Os primeiros encontros presenciais com investidores estão a ser usados pelos gestores para atualizar estimativas e acalmar os receios sobre o impacto da guerra no mercado financeiro.

As bolsas europeias encerraram a sessão em terreno positivo pelo quinto dia consecutivo, com o Stoxx600 a marcar a maior série de dias com ganhos desde março.

O "benchmark" Stoxx 600 subiu 0,16% para 443,07 pontos, impulsionado, sobretudo, pelo setor dos recursos naturais, das "utilities" (água, luz e gás) e das telecomunicações. A travar maiores ganhos esteve o setor do imobiliário e da saúde.

Entre os principais índices da região, o alemão Dax somou 0,68%, o italiano FTSEMIB ganhou 0,12%, o britânico FTSE 100 subiu 0,36%, o espanhol IBEX 35 pulou 1,01%, ao passo que o francês CAC-40 valorizou 0,34%. 


Uma "earnings season" acima do esperado abriu o apetite dos investidores pelo risco, mas analistas alertam que os dados económicos terão de mostrar resiliência de forma duradoura para que os ganhos se mantenham. 

"Falta de direção é aquilo pelo que os investidores vão passar até vermos sinais mais claros de que a inflação está a ceder. E isso vai levar tempo, uma vez que precisaremos de ver uns quantos dados encorajadores para dar como bem sucedida a luta dos bancos centrais contra o aumento dos preços", disse Ipek Ozkardeskaya, analista sénior no Swissquote.

16.08.2022

Juros da dívida italiana voltam a superar os 3%

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro agravaram-se esta terça-feira, com destaque para Itália e Grécia.

Com a maioria da atividade a registar-se no mercado de futuros, a "yield" da dívida italiana a 10 anos subiu 16,1 pontos base, para 3,124%. Já na dívida grega com igual maturidade os juros agravaram-se 15,1 pontos, até aos 3,305%.

Esta subida na "yield" italiana levou a que o "spread" face aos juros das Bunds alemãs, que subiram 7,2 pontos base, ascendesse a 215,8 pontos. Esta foi a maior subida diária no "spread" desde que o Banco Central Europeu (BCE) aumentou as taxas de juro, a 21 de julho.

A "yield" da dívida portuguesa a 10 anos subiu 7,7 pontos base, para 1,974%, enquanto a do país vizinho agravou-se em 9,1 pontos, voltando a superar os 2%, para os 2,085%.

16.08.2022

Euro recupera face ao dólar, mas libra lidera ganhos

A moeda única europeia ganhou terreno face à nota verde esta terça-feira, tendo também valorizado perante o iene e o franco suíço. Mas é a libra esterlina quem mais brilha hoje.

O euro sobe 0,14% para os 1,0174 dólares e avança 0,9% face ao iene e 0,56% em relação ao franco suíço.

Contudo, o protagonista do dia é a libra esterlina. A moeda britânica está a ser impulsionada pela convicção de que o Banco de Inglaterra irá subir novamente as taxas de juro em 50 pontos base.

A libra ganha 0,14% perante o euro e 0,28% face ao dólar.

16.08.2022

Petróleo cai, de olhos postos no Irão

Os preços do "ouro negro" seguem em terreno negativo, pressionados pela possibilidade de uma retoma da produção iraniana e perante receios de um abrandamento da economia global.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a ceder 0,80% para 94,34 dólares por barril.
 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 0,72% para 88,77 dólares por barril.


"É possível que com um acordo iminente [com o Irão], o seu potencial esteja a ser avaliado, o que cria um risco duplo para o preço do petróleo, caso um anúncio final surgir esta semana. Mas o principal promotor desta fraqueza, que pode manter os preços em 90 dólares ou menos [por barril], é a ameaça de recessão mundial e os confinamentos chineses", disse à Bloomberg Craig Erlam, analista da Oanda.

16.08.2022

Ouro perde entre receios de abrandamento global

O ouro segue a desvalorizar, com os investidores a apostar no dólar, numa altura em que aumentam os receios de um abrandamento económico global.

O metal amarelo voltou a cair, depois de quatro semanas em alta, com a moeda norte-americana reforçada. Os dados económicos dos Estados Unidos resultaram num rápido arrefecimento da confiança, que se junta aos receios gerados pelos fracos dados da China.

O ouro segue a perder 0,17% para 1.776,64 dólares por onça, a prata perde 0,53% para 20,17 dólares. Já a platina ganha 0,73% para 943,28 dólares e o paládio soma 0,27% para 2.156,46 dólares.

16.08.2022

Wall Street abre mista, com foco recentrado na política monetária

Wall Street arrancou a sessão a médio gás, a negociar em terreno misto, numa altura em que as atenções se viram de novo para o caminho a tomar no que toca à subida das taxas de juro por parte da Reserva Federal norte-americana. Os investidores deverão ter mais informação sobre a política monetária do país após a divulgação das minutas da reunião de julho, esta quarta-feira.

O "benchmark" S&P 500 cede 0,08% para 4.293,58 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite perde 0,37% para 13.079,58 pontos e o industrial Dow Jones sobe 0,10% para 33.946,78 pontos.

Dados divulgados esta terça-feira deram conta de uma queda maior que o esperado na construção de casas nos Estados Unidos. Em Nova Iorque, por exemplo, o valor foi o mais baixo desde 2001 e o maior número de quedas nesta estimativa desde 2007 - o que pode ter dado algum ânimo aos investidores na possibilidade de uma menor subida das taxas diretoras por parte da Fed. Já a produção industrial aumentou em julho pela primeira vez em três meses.

Nos principais movimentos de mercado esteve a retalhista Walmart que revelou resultados acima das expectativas dos analistas e manteve as perspetivas de resultados para a segunda metade do ano. Ao mesmo tempo, a Home Depot registou exatamente a mesma situação, com bons resultados e mantendo as expectativas já divulgadas para o resto do ano.

16.08.2022

Europa soma e segue para cinco dias de verde

As principais praças do Velho Continente estão a ganhar pelo quinto dia consecutivo, a maior série de subidas desde março.

O índice de referência da Europa ocidental, valoriza 0,18% para 443,16 pontos. Entre os setores, as telecomunicações, o setor mineiro e as "utilities" (água, luz, gás) registam os maiores ganhos, perto de 1%. Ao passo que o retalho e o imobiliário são os que mais perdem.

"Falta de direção é que os investidores vão estar a sentir até vermos sinais claros de uma descida da inflação", indica Ipek Ozkardeskaya, analista do Swissquote, à Bloomberg.

"E isso vai demorar tempo porque temos de ver alguns dados que mostrem que a batalha dos bancos centrais contra a inflação foi bem-sucedida", explicou ainda

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o espanhol IBEX 35 pula 0,50%, o britânico FTSE 100 sobe 0,41%, o italiano FTSEMIB ganha 0,29%, o alemão Dax e o francês CAC-40 somam 0,23%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,21%. Em Lisboa, o PSI negoceia em consonância com a Europa e valoriza 0,47%.

16.08.2022

Juros agravam-se, Portugal é o que menos sobe

As "yields" das dívidas soberanas da Zona Euro estão a agravar-se ligeiramente, depois de esta segunda-feira o mercado ter sido surpreendido por uma redução das taxas de juro pelo Banco Popular da China.

Os juros das "Bunds" alemãs a 10 anos, a referência para o mercado de dívida europeu, agravam-se 1,7 pontos base, para 0,911%.

Em Portugal a "yield" das obrigações com a mesma maturidade é a que menos sobe, apenas 0,4 para 1,901% e em Espanha soma 2,2 pontos base para 2,016%.

 

Os juros da dívida italiana a dez anos são os que mais se agravam, subindo 4,9 pontos base para 3,013%.

16.08.2022

Dólar retoma ganhos antes de minutas da Fed

O euro regressou ao verão de 2002 e esta quarta-feira entrou em paridade com a nota verde, chegando a cair para 0,9998 dólares. Mais tarde aliviou, ficando acima de 1 dólar.

O dólar segue a valorizar 0,076% face ao euro, pelo terceiro dia consecutivo, à medida que o mercado se prepara para a divulgação das minutas da reunião da Reserva Federal norte-americana de julho, esta quarta-feira.

Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – sobe 0,11% para 106,661 pontos.

16.08.2022

Ouro em queda, com dados na China e EUA

O ouro está a desvalorizar ligeiramente depois de ter registado a maior queda num mês. Isto numa altura que aumentam os receios de uma desaceleração económica e os investidores se viram para o dólar, depois de dados económicos divulgados nos Estados e Unidos e na China.

Ao mesmo tempo, a China cortou as taxas de juro para apoiar a economia, fragilizada pelas medidas anti-covid-19.

O metal amarelo segue a perder 0,10% para 1,777.85 dólares por onça, a prata recua 0,67% para 20,14 dólares, enquanto a platina cede 0,91% para 927,95 dólares e o paládio recua 0,87% para 2.131,92 dólares.

16.08.2022

Petróleo desvaloriza com possibilidade de aumento da oferta

O petróleo está a negociar em terreno negativo pelo terceiro dia consecutivo, numa altura em que tem existido uma diminuição do consumo desta matéria-prima, ao mesmo tempo que é esperada um aumento da produção por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo - duas características que podem levar a uma redução dos preços.

Na China a procura por este "ouro negro" no mês passado foi 10% mais baixa que no ano passado, de acordo com a Bloomberg. Já no campo do aumento da oferta, em causa está a possibilidade de retoma do acordo nuclear com o Irão, que significaria o recomeço da venda de petróleo iraniano.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a perder 1,20% para 93,96 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 0,91% para 88,60 dólares por barril, bem abaixo da margem dos 90 dólares.

16.08.2022

Europa contraria Ásia e coloca olhos em ganhos

As principais bolsas asiáticas encerraram o segundo dia de negociação da semana de forma mista, numa altura em que os investidores estão a avaliar a divulgação de dados sobre a indústria na China abaixo do esperado e que provocaram receios quanto ao crescimento económico.

Ao mesmo tempo o corte nas taxas de juro por parte do banco central da China, como estratégia para apoiar a economia, fragilizada pela pandemia, está também a pesar no sentimento dos investidores.

"Apesar de surpresas negativas no calendário económico que mostram que as condições de crescimento económico diminuíram, os investidores parecem disponíveis para navegar no otimismo", adianta Jun Rong Yeap, analista da IG Asia, à Bloomberg.

Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,1%. Já Xangai cresceu 0,2%. No Japão, o Nikkei perdeu 0,01% e o Topix recuou 0,2%. Já na Coreia do Sul, o Kospi valorizou 0,3%.

Na Europa, as principais praças estão a apontar para uma sessão em sentido contrário à Ásia, numa altura em que se agrava a crise energética na região. Esta terça-feira os investidores vão estar ainda atentos à divulgação do índice Zew do sentimento económico na Alemanha relativo a agosto. Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 0,32%, reforçando os ganhos vividos esta segunda-feira e de olhos postos no quinto dia em terreno positivo.

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