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Ao minuto06.09.2021

Dólar ganha terreno ao euro em dia de folga em Wall Street

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
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06.09.2021

Dólar ganha terreno ao euro em dia de folga em Wall Street

O dólar está a recuperar terreno, depois das perdas sofridas após ter sido divulgado o relatório de emprego nos Estados Unidos, que revelou que foram criados 235 mil empregos em agosto, um número bastante abaixo do esperado. A ajudar a inverter as perdas do dólar está a subida das taxas de retorno dos títulos públicos disponíveis para compra no Tesouro norte-americano.

Com as bolsas norte-americanas fechadas, o índice do dólar, que mede o peso da moeda em relação a seis rivais, subiu 0,20% para 92,22. O dólar está a ganhar face ao euro 0,12%, para 1,1866, e está também a ganhar face à divisa japonesa, somando 0,14% para 109,8600 ienes.

Já o euro está a perder face ao dólar, mas soma face ao iene e à libra esterlina. A moeda única europeia ganha 0,10% para 0,8581 libras, ao mesmo tempo que soma 0,04% para 130,3600 ienes.

06.09.2021

Subida do setor da tecnologia leva Stoxx 600 a ganhos de 0,7%

O Stoxx 600 fechou a primeira sessão da semana com ganhos de 0,7%, a maior subida registada desde dia 23 de julho. Com os investidores já de olho na reunião do Banco Central Europeu (BCE), que acontecerá no final da semana, foi sentido nas praças europeias algum otimismo em relação à reunião e à possibilidade de a retirada de apoios à economia poder vir a ser adiada.

O setor da tecnologia registou a maior subida nesta sessão, a avançar 1,7%, a beneficiar do impulso dado pelas empresas ligadas à área de semicondutores. Também o setor dos bens de consumo e serviços registou ganhos, neste caso de 1,2%. 

Em sentido contrário, as "utilities" e o imobiliário cederam nesta sessão, a tombar 0,4%. 

A Hays foi uma das cotadas que mais subiu nesta sessão, com ganhos de 3,5%, seguida pela Nordic Semiconductor, com ganhos de 3,4%.

O dia foi positivo nas principais praças europeias, exceto em Lisboa, com o PSI-20 a contrariar as subidas dos principais índices europeus. O índice inglês FTSE 100 avançou 0,7%, o alemão DAX ganhou 1%, o francês CAC 40 avançou 0,8%. Já o índice espanhol apreciou 0,2%. Em Lisboa, o PSI-20 depreciou 0,18%.

06.09.2021

Juros das dívidas europeias aliviam

Os juros das dívidas europeias recuaram esta segunda-feira, no arranque de uma semana marcada pela política monetária europeia. Os investidores estão a aguardar a reunião do Banco Central Europeu (BCE), que terá lugar na quinta-feira e na qual a instituição liderada por Christine Lagarde irá não só atualizar as projeções económicas para a Zona Euro como poderá sinalizar o caminho da retirada dos estímulos.

A referência europeia, os juros das Bunds alemãs a 10 anos, recuou meio ponto base, ficando ainda mais negativa, nos -0,369%. A tendência foi acompanhada pelos países da periferia, como Portugal.

O juro da dívida portuguesa a 10 anos caiu 2,3 pontos base para 0,196%, enquanto o de Itália cedeu 1,6 pontos para 0,688%. Já Espanha -- que se prepara para emitir na terça-feira dívida verde pública a 20 anos -- viu o juro benchmark aliviar em 1,9 pontos para 0,315%.

06.09.2021

Preço do ouro cai com subida do dólar e receios sobre fim dos estímulos

O ouro está a perder terreno, depois de quase sete semanas em alta. A pressionar o preço do metal precioso está a subida do dólar. Como o ouro é negociado em dólares, a subida da divisa norte-americana faz com que o ouro deixe de ser percecionado pelos investidores como um ativo tão atrativo para investir.

Neste momento, o ouro está a cair 0,27%, com a onça a valer 1.822,77 dólares. Os investidores estão ainda atentos à reunião desta semana do Banco Central Europeu (BCE), onde serão dadas pistas sobre uma eventual retirada dos estímulos financeiros, depois de vários membros do banco central se terem mostrado favoráveis a um abrandamento dos estímulos.

"O BCE pode aumentar a perspectiva de compra de menos títulos dentro de seu programa de compra de emergência pandémica no quarto trimestre", refere Daniel Briesemann, analista de commodities da Commerzbank AG. "É improvável que isso faça o preço do ouro mudar bastante."

No que toca a outros metais preciosos, a prata está também a perder 0,29%, com o preço da onça a tropeçar para 24,73 dólares. Em contraciclo está a platina, que soma 0,13%, com a onça a negociar nos 1.028,09 dólares.

06.09.2021

Petróleo estável. Menos produção nos EUA devido ao Ida contrabalança corte de preços de Riade

A OPEP+ reúne-se esta quinta-feira para decidir a política de produção de crude em agosto.

Os preços do "ouro negro" seguem estáveis, com poucas oscilações. Os cortes de produção nos EUA devido à passagem do furacão Ida dão um impulso às cotações, mas o ímpeto é atenuado pela redução de preços dos contratos de crude da Arábia Saudita para a Ásia.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro sobe 0,06% para 69,33 dólares por barril.

 

Já o contrato de Novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,04% para 72,64 dólares.

 

A petrolífera estatal Saudi Aramco notificou os clientes no domingo de que irá baixar em pelo menos um dólar por barril os preços de venda oficiais de outubro para todos os tipos de crude vendidos à Ásia, a região que mais importa da Arábia Saudita – o que reaviva os receios em torno do panorama para a procura.

 

A oferta mundial de petróleo está a aumentar e na semana passada a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados (o chamado grupo OPEP+) confirmou a colocação no mercado de mais 400.000 barris por dia, todos os meses, entre agosto e dezembro deste ano.

 

"Atendendo a que a OPEP+ prossegue o seu plano de aumentar mensalmente a produção, apesar de os dados económicos mais fracos da China e dos EUA suscitarem receios de desaceleração e de a Arábia Saudita estar à procura de mais quota de mercado na região, é provável que o petróleo continue sob pressão, comentou à Reuters um analista de mercado da corretora Oanda, Jeffrey Halley.

06.09.2021

Europa cheira novos recordes após retirada de apoios da Fed perder força

As ações europeias estão novamente a valorizar, perto de máximos históricos, com apoio do setor de tecnologia e das empresas de mineração.

Depois de os dados do emprego abaixo do esperado nos EUA, os investidores estão a apostar num atraso na retirada de apoios por parte do banco central do país, enquanto olham com atenção para o que fará o Banco Central Europeu (BCE) esta semana.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores empresas da região, está a valorizar 0,46% para os 474,10 pontos, com o setor de tecnologia a dar força. As novas adições no índice alemão DAX estão a trazer também algum otimismo à negociação.

Os investidores estão de olhos postos no encontro do BCE no final desta semana, mas ainda atentos aos dados do emprego que foram divulgados na sexta-feira passada nos EUA e que podem ter impacto na forma como a Fed lida com a retirada de estímulos.

O número de novos empregos criados em agosto foi de 235 mil contra a estimativa que apontava mais para de 700 mil. Os membros do banco central equacionavam um anúncio de retirada de apoios já este mês, mas os novos números podem atrasar a equação.

06.09.2021

Juros da Zona Euro caem já de olho no BCE

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro estão a cair nesta manhã, com os investidores já de olho na reunião do Banco Central Europeu (BCE) que vai acontecer entre quarta e quinta-feira desta semana. 

Na Alemanha, que serve de referência para o bloco, os juros estão a cair 0,6 pontos base para os -0,370%, ao passo que em Itália, onde a dívida é considerada mais arriscada, está a perder os mesmos 0,6 pontos base para os 0,698%.

Em Portugal e Espanha, os juros a dez anos seguem a mesma rota, com uma queda de 0,5 pontos base.

Christine Lagarde, líder do BCE, deverá anunciar uma manutenção dos programas atuais de apoios até, pelo menos, dezembro deste ano. Neste encontro serão dadas ainda as novas projeções macroeconómicas da Zona Euro.

06.09.2021

Ouro perde gás com emprego dos EUA a tirar força ao "tapering"

O ouro, ativo considerado de refúgio cuja cotação costuma beneficiar com alguma turbulência nos mercados de ações, está a perder gás nesta segunda-feira, depois de os dados mais fracos do emprego terem arrefecido a pressão sobre uma retirada de estímulos por parte do banco central dos EUA.

O metal precioso está a perder 0,11% para os 1.825,80 dólares por onça. A cair está também o euro face ao dólar (-0,14%).

06.09.2021

Petróleo continua a cair depois de Arábia Saudita baixar preços

A procura por petróleo deverá continuar a aumentar mais depressa do que a oferta.

Os preços do petróleo estão novamente em queda depois de a Arábia Saudita ter cortado os preços do barril para os clientes asiáticos, dando voz à ideia de que a competição entre os vendedores está a aumentar à medida que a propagação da covid-19 continua a deixar dúvidas quanto ao regresso da procura da matéria-prima.

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, está a cair 1,4% para os 71,61 dólares por barril e o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) está a encolher 1,4% para os 68,31 dólares.

O reino saudita cortou os preços do barril de outubro para mais de metade do que o esperado uns dias depois de a OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os aliados liderados pela Rússia) ter concordado em continuar a somar 400.000 barris diários, a cada mês, à produção global.

Os investidores estão a ver esta ação da Arábia Saudita como uma forma de preservar a sua quota de mercado, numa altura em que a procura continua a não dar resposta à oferta, o que faz com que os preços baixem para manter a competitividade entre os países produtores. 

06.09.2021

Futuros da Europa em leve alta com forte impulso do Japão

Os futuros das ações europeias estão a negociar em leve alta na pré-abertura desta segunda-feira, após uma sessão asiática marcada por fortes ganhos, principalmente no Japão, onde os investidores parecem estar confiantes com a saída do atual primeiro-ministro.

O índice MSCI para a Ásia-Pacífico ganhou pela sétima sessão consecutiva, naquela que é a maior sequência desde janeiro deste ano. O índice de Tóquio, no Japão, renovou máximos de 31 anos com esperanças que a saída do atual primeiro-ministro, Yoshihide Suga, represente uma melhor gestão da pandemia.

Na semana passada, Suga anunciou que não se candidatará às eleições para liderar Partido Liberal Democrático (LDP), indicando que vai abandonar o cargo no Governo no final deste mês. O líder tem enfrentado críticas sobre a gestão do combate ao novo coronavírus e decisão de realizar os Jogos Olímpicos no atual contexto pandémico, ignorando as preocupações de saúde pública.

Ainda a pesar no sentimento dos investidores estão os dados do emprego dos EUA divulgados na sexta-feira passada, o que pode atrasar a retirada de estímulos por parte da Reserva Federal norte-americana, que quer um mercado laboral forte antes de começar a diminuir o volume de compras de dívida.

Esta segunda-feira espera-se uma sessão com menor liquidez uma vez que os índices de Wall Street estão encerrados devido ao feriado do Labor Day. 

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