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Ao minuto11.11.2020

Europa em máximos de fevereiro. Brent em recorde desde setembro e lira turca dispara

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

O Dow Jones teve uma valorização de mais de 11% na terça-feira.
Lucas Jackson/Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 11 de Novembro de 2020 às 17:33
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11.11.2020

Europa sobe pela terceira sessão para máximos de fevereiro

As principais praças europeias ganharam força pelo terceiro dia, com o Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região - a valorizar 1,08% para os 388,56 pontos, o que representa um máximo desde o passado dia 27 de fevereiro.

A liderar a escalada europeia esteve o setor das "utilities" (+2,2%), com o grupo EDP posicionado entre os maiores ganhos.

Para além das energéticas, também o setor do imobiliário teve um dia positivo com um ganho superior a 2%.

O otimismo em torno da vacina anti-coronavírus e a vitória de Joe Biden, nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, continuam a suportar este otimismo dos investidores e a dar força a alguns setores que tem sido mais afetados pela pandemia.

Em contraciclo estiveram as seguradoras (-0,4%) e a construção (-0,1%).

11.11.2020

Juros da Alemanha caem de máximos após comentários de Lagarde

Os juros da dívida dos países da Zona Euro caíram nesta quarta-feira, tendo aprofundado as quedas após os comentários de Christine Lagarde, líder do Banco Central Europeu, que se mostrou disponível para felixibilizar ainda mais a política monetária do banco.

Assim sendo, os juros alemães a dez anos caíram 2,1 pontos base para os -0,508%, enquanto que a "yield" de Itália com a mesma maturidade perdeu 3,5 pontos base para os 0,224%.

Por cá, os juros de Portugal a dez anos perderam 2,2 pontos base para os 0,122%, ainda abaixo dos de Espanha que estão a cotar nos 0,158%.

11.11.2020

Ouro recua com subida do dólar e apetite pelo risco

O metal amarelo segue a perder algum terreno, penalizado sobretudo pela valorização do dólar e pelo otimismo do mercado quanto a uma potencial vacina contra a covid-19, o que aumenta o apetite pelo risco e diminui a aposta em ativos considerados mais seguros, como é o caso do ouro.

 

O ouro a pronto (spot) cede 0,62% para 1.864,91 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro perdem 0,82% para 1.860,00 dólares por onça.

 

A apreciação do dólar está a pressionar o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativo como investimento alternativo.

 

Também a perspetiva de uma vacina eficaz de combate ao coronavírus está a animar os investidores, que apostam assim em ativos de maior risco, como as ações, em detrimento dos chamados valores-refúgio, como o ouro.

 

Ainda assim, a aposta na continuação do apoio monetário para revitalizar as economias atingidas pela pandemia está a ajudar a conter as perdas do ouro.

11.11.2020

Brent na casa dos 45 dólares pela primeira vez desde setembro

As cotações do petróleo continuam a ganhar terreno, tendo escalado para máximos de mais de dois meses, sustentadas sobretudo pela queda acima do esperado dos inventários norte-americanos de crude na semana passada e ainda a serem animadas pela expectativa de uma vacina eficaz contra a covid-19.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro segue a subir 2,03% para 42,20 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 1,77% para 44,38 dólares. Isto depois de já ter estado a negociar nos 45,30 dólares, a primeira vez desde setembro que negociou nesse patamar.

 

A ajudar a impulsionar o preço da matéria-prima está a divulgação dos dados da American Petroleum Association sobre as reservas norte-americanas de crude na semana passada, que dizem ter diminuído em 5,1 milhões de barris, para um total de 482 milhões, quando os analistas inquiridos pela Reuters apontavam para uma descida de apenas 913.000 barris.

 

A expectativa de uma vacina eficaz contra a covid-19, que está a ser desenvolvida pela Pfizer em parceria com a BioNTech, continua também a animar os preços do "ouro negro", ajudando a ofuscar um pouco os receios de que os novos confinamentos reduzam a procura por combustível.

11.11.2020

PSI-20 avança pela terceira sessão com EDP Renováveis em máximos e Nos a afundar 6%

O índice PSI-20 terminou a sessão desta quarta-feira a valorizar 1,87% para os 4.344,68 pontos, o que representa um valor máximo em pouco mais de um mês, num dia em que o setor das "utilities" liderou os ganhos em todo a Europa, levando por arrasto o grupo EDP.

A EDP Renováveis conseguiu romper novos máximos históricos, encerrando ligeiramente abaixo do novo recorde atingido a meio da sessão nos 17,62 euros. Ainda assim, a empresa liderada por Rui Teixeira terminou o dia com um ganho de 6,85% para os 17,46 euros.

Para além da empresas de energias renováveis, também a EDP conseguiu acumular um ganho de 5,16% para 4,582 euros por ação. 

11.11.2020

Lira turca dispara com subida de juros à vista

A moeda turca está hoje me destaque no mercado cambial, registando uma forte valorização devido à esperada subida agressiva nas taxas de juro do país depois do presidente Recep Tayyip Erdogan ter nomeado um novo governador do banco central e um novo ministro da economia.

O presidente turco apoio a nomeação de Naci Agbal para conduzir o banco central do país, prometendo que não vai interferir na política monetária. O mercado interpretou os comentários de Erdogan como luz verde para uma subida agressiva das taxas de juro, o que beneficiou a moeda e outros ativos do país.


A lira turca sobe 3,5%, sendo que pela primeira vez desde 26 de outubro são necessárias menos de 8 liras para comprar um dólar.


Erdogan também nomeou um novo ministro das Finanças depois da demissão inesperada de Berat Albayrak, que também é genro de Erdogan. O novo titular do cargo, Lutfi Elvan, prometeu em conjunto com o governador adotar uma política "transparente e previsível" para controlar a elevada inflação do país.

No câmbio do euro face ao dólar a moeda norte-americana ganha vantagem, como euro a ceder 0,47% para 1,1760 dólares. O índice da moeda norte-americana soma 0,4%.

11.11.2020

Wall Street "ignora" pandemia de olhos postos na vacina e sobe

A bolsa de Nova Iorque abriu em alta, com os investidores a mostrarem esperança no lançamento de uma vacina para a covid-19 até à primavera e com o setor tecnológico a não se deixar contagiar pelas pares chinesas, que estão a afundar.

O generalista S&P500 avança 0,57% para ps 3.585,87 pontos e o industrial Dow Jones avança 0,41% para os 29.541,91 pontos.

A promessa de que seja lançada em breve uma vacina está a animar os mercados globais, levando o Goldman Sachs a elevar os preços-alvo para o S&P500 e para um índice de referência na Europa. Estes analistas estão a recomendar investir em títulos das áreas da energia, materiais e indústria.

Na bolsa nova-iorquina, estão em alta títulos como a Marathon Oil Corporation, que sobe 2,27% para os 5,19 dólares, a Ford, que soma 0,89% para os 8,46 dólares e a Paypal, que avança 2,86% para os 188,61 dólares.

Já o tecnológico Nasdaq sobe 0,85% para os 11.654,45 pontos, num dia em que as ações deste setor na China foram fortemente castigadas. Na negociação fora do tempo regular, empresas como a Alibaba, Tencent e Xiaomi estão a deslizar até 8%, dando continuidade a uma sessão de perdas perto dos 10%. As quebras tiveram início na seuqência do anúncio de que o Governo chinês quer regular o mercado para evitar uma posição dominante das suas gigantes.

11.11.2020

Brent acima dos 45 dólares pela primeira vez em 10 semanas

A quebra nas reservas e a perspetiva menos negativa para o consumo devido aos avanços da Pfizer no desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19 estão a acelerar a recuperação das cotações do petróleo.

 

O Brent, que serve de referência às importações portuguesas, está a subir 3,37% para 45,08 dólares, transacionando acima dos 45 dólares pela primeira vez desde  2 de setembro. O WTI, transacionado em Nova Iorque, avança 3,55% para 42,83 dólares.

 

Esta é já a terceira sessão de ganhos acentuados para a matéria-prima, que em novembro acumula uma valorização de mais de 20%. Em outubro tinha cedido 8,5% e em setembro desvalorizado perto de 10%.

 

O Instituto Americano do Petróleo reportou que os inventários caíram em 5,15 milhões de barris na semana passada, um alívio acompanhado pela descida também das reservas de gasolina e diesel, avançam fontes familiarizadas com estes dados, em declarações à Bloomberg. Os dados oficiais saem esta quinta-feira, e a estimativa média que resultou dos inquéritos feitos pela Bloomberg contava uma descida de 1,9 milhões de barris.

 

A vitória de Joe Biden e o progresso da Pfizer na vacina trouxeram uma perspetiva mais benigna para a procura da matéria-prima, que nas últimas semanas tinha ficado mais sombria devido às restrições impostas por diversos países devido ao avanço da pandemia.

 

O mercado está também de olho na reunião da OPEP+ agendada para o final deste mês, sendo expetável uma redução nas quotas de produção para fazer face excesso de oferta.

 

11.11.2020

Kiwi neo-zelandês fica mais apetecível e toca máximo de 19 meses

O dólar da Nova Zelândia, conhecido por Kiwi, subiu a um mínimo de 19 meses depois de o banco central do país ter afastado o cenário de corte da taxa diretora.

Os investidores temiam um corte nos juros para 2021, que têm vindo a descontar. Contudo, o discurso do banco central tornou-se menos expansionista e esta entidade decidiu manter as taxas de juro inalteradas, o que o Canadian Imperial Bank of Commerce afirma ser "uma mudança significativa".

Neste sentido, o kiwi destaca-se entre as divisas que hoje sobem em relação ao dólar. Já o euro não se consegue afirmar contra a nota verde da América do Norte, e abate 0,207% para os 1,1796 dólares.

11.11.2020

Ouro ainda brilha no meio de incertezas

O ouro está novamente a ganhar, embora com uma subida ligeira de 0,03% para os 1.877,81 dólares por onça, num dia em que o rival dólar perde força e os receios quanto ao futuro da economia ainda são prementes.

O ouro, que beneficia de um estatuto de ativo refúgio, soma face às dúvidas que subsistem de que uma vacina contra o coronavírus possa ser distribuída em breve, ao mesmo tempo que o número de casos de covid-19 continua a aumentar. Já se contam mais de 1 milhão de novas infeções nos Estados Unidos desde o início do mês, ou seja, em dez dias.

11.11.2020

Bolsas europeias avançam pela terceira sessão

As bolsas mundiais viveram um dos piores trimestres da sua história, arrastadas pelo surto do novo coronavírus.

As bolsas europeias estão a subir pela terceira sessão, tirando partido do otimismo dos investidores com os progressos da vacina da Pfizer, que estão a reduzir a exposição às empresas beneficiadas pelo confinamento, enquanto as companhias mais castigadas nos últimos meses continua a ser beneficiadas e impulsionadas nesta rotação de carteiras (movimento conhecido nos mercados por "rotation").

 

O Stoxx600 valoriza 0,33% para 385,70 pontos e  maioria dos índices europeus marca ganhos ligeiros, numa altura em que a evolução dos números da pandemia mantém os investidores cautelosos.

 

"A pandemia ainda tem muito caminho a percorrer, infelizmente", disse Nick Brooks, responsável de research económico e de investimento da Intermediate Capital Group, em declarações à Dow Jones. "O desenvolvimento da Pfizer é um grande avanço, mas não penso que seja a mudança significativa que os mercados parecem perceber".

 

A euforia de segunda-feira (dia do anúncio da Pfizer) aliviou e o avanço dos índices está ser limitado pela queda do setor tecnológico, que é penalizado por esta rotação de carteiras e também pelo desempenho negativo no setor na Ásia, onde a China está a apertar a regulação.

 

Em sentido contrário, as bolsas europeias estão a ser impulsionadas pelas cotadas cíclicas e mais expostas a uma recuperação da atividade económica. As empresas do setor das viagens, energia e bens de consumo estão à frente nos ganhos na sessão desta quarta-feira em que o mercado vai estar atento às palavras de Christine Lagarde no Forum BCE.  

 

11.11.2020

Juros sobem pela terceira sessão com investidores a procurarem risco

As expetativa reforçada de que chegará ao mercado uma vacina contra a covid-19 até ao final do ano está a reforçar o movimento de procura de ativos de maior risco por parte dos investidores, o que continua a penalizar as obrigações soberanas, conduzindo as yields para a terceira sessão de subidas.

 

A taxa das bunds alemãs a 10 anos sobe 1,4% para -0,473%, reforçando máximos de um mês. A yield das obrigações britânicas a 30 anos sobe dois pontos base e supera a barreira de 1% pela primeira vez desde março deste ano.  

 

Nas obrigações portuguesas a yield dos títulos a 10 anos agrava-se 1,2 pontos base para 0,156%.

11.11.2020

PSI-20 sobe pela terceira vez com Galp a manter-se na ribalta

A bolsa nacional abriu em alta mas com o PSI-20 a mostrar uma subida muito ligeira, de 0,03%, para os 4.265,89 pontos. Nove cotadas puxam o índice para o verde enquanto oito resvalam.

Lá fora, as esperanças em relação à descoberta de uma vacina contra o coronavírus são temperadas pelos obstáculos que ainda existem. Por outro lado, na China, o Governo quer limitar o domínio das gigantes tecnológicas, o que assustou os investidores de tecnologia.

Em Lisboa, a Galp toma de novo a dianteira dos ganhos, ao somar 1,94% para os 9,05 euros. A petrolífera está a subir pela terceira sessão consecutiva, a par do índice, tendo hoje dado o passo mais curto das últimas sessões - antes, avançou mais de 17% e mais de 7%. A cotada está a tocar num máximo de 18 de setembro. 

11.11.2020

Petróleo sobe com surpresa nas reservas dos EUA

O "ouro negro" volta a ganhar depois de terem sido reveladas estimativas de que vai verificar-se uma quebra superior ao esperado nas reservas norte-americanas.

O Instituto Americano do Petróleo reportou que os inventários caíram em 5,15 milhões de barris na semana passada, um alívio acompanhado pela descida também das reservas de gasolina e diesel, avançam fontes familiarizadas com estes dados, em declarações à Bloomberg.

Os dados oficiais saem esta quinta-feira, e a estimativa média que resultou dos inquéritos feitos pela Bloomberg contava uma descida de 1,9 milhões de barris.

Em Londres, o Brent, que serve de referência à Europa, avança 2,27% para os 44,60 dólares, recuando a máximos do início de setembro. Ao mesmo tempo, o norte-americano West Texas Intermediate soma 2,32% para os 42,32 dólares. Ambos sobem há três sessões consecutivas.

11.11.2020

Bolsas asiáticas sobem mas tecnologia treme com regras de Xi

As bolsas asiáticas subiram esta quarta-feira, mas o setor tecnológico chinês foi castigado depois de terem sido conhecidas as intenções do Governo de impor limites às gigantes tecnológicas.

As ações no Japão e na Austrália avançaram mais de 1,5%, seguidas de perto pelo Kospi da Coreia do Sul. Contudo, o Compósito de Xangai caiu 0,4%, pressionado pelas cotadas da tecnologia. Tanto a Alibaba como a Tencent afundaram depois de o Partido Comunista chinês ter revelado novas regras para regular as práticas monopolistas dentro da indústria.

Os investidores estarão agora atentos ao Dia dos Solteiros na Alibaba, um evento de consumo que pode dar pistas sobre a recuperação económica na China.

A ocidente, os futuros do S&P500 voltam a apontar para ganhos depois de, na última sessão, terem abandonado os máximos de dois meses em que tocaram na segunda-feira, com o tecnológico Nasdaq a descer quase 2%. Na Europa, os futuros vão no sentido contrário.

Na mente dos investidores têm estado os últimos desenvolvimentos quanto à vacina para combater o coronavírus, depois de a Pfizer ter dado os melhores sinais, até agora, de sucesso. "é claro que estamos a ter muita rotação, mas a efetiva venda das vacinas vai levar meses", alerta a JPMorgan Asset Management.

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