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Ao minuto15.11.2021

Europa em novos recordes. Juros da dívida portuguesa agravam-se

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

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15.11.2021

Stoxx 600 marca recordes com otimismo em torno dos resultados das cotadas

O índice bolsista de referência na Europa fechou em alta, atingindo um novo recorde, com o otimismo em torno dos lucros robustos das cotadas a ofuscar os receios acerca do aumento da inflação.

 

O Stoxx 600 fechou a somar 0,28%, para 488,09 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão estabeleceu mesmo um novo máximo histórico, nos 488,12 pontos.

 

O retalho e as "utilities" (água, luz e gás) tiveram o melhor desempenho, ao passo que o setor mineiro recuou com a descida dos preços dos metais – isto numa altura em que a produção de aço na China diminuiu.

 

O BNP Paribas disparou depois de anunciar que está a ponderar vender o seu braço norte-americano, Bank of the West.

 

Já a Royal Dutch Shell avançou, animada pelo facto de ter informado que pretende simplificar a sua estrutura.

 

A postura acomodatícia dos bancos centrais e a época forte de resultados ajudaram as bolsas do Velho Continente a atingirem novos picos, contribuindo para aliviar os receios em torno do aumento da inflação e da probabilidade de o aumento de casos de covid poder prejudicar o crescimento económico.

 

Além disso, os estrategas do Morgan Stanley têm boas perspetivas para as praças europeias em 2002 e estimam melhores retornos na Europa do que nos EUA.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o francês CAC-40 valorizou 0,5%, o alemão Dax subiu 0,3%, o britânico FTSE ganhou 0,1%, o espanhol IBEX 35 pulou 0,2% e o italiano FTSEMIB avançou 0,5%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,4%.

 

"A beneficiar o mercado estão os dados tranquilizadores que chegaram da China durante a noite", destaca Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.


A seu ver, "a resiliência atual dos mercados de ações pode ser vista como um forte sinal de confiança dos investidores em relação aos ativos mais arriscados". Por fim, o término das interrupções na cadeia de abastecimento, os fortes resultados corporativos e o ambiente ‘dovish’ proporcionado pelo BCE estão a sustentar a postura de negociação de risco a curto prazo".

15.11.2021

Ouro recua mas mantém-se em máximos de cinco meses

O metal amarelo está a ceder ligeiramente, depois de um rally de sete sessões consecutivas, com o aumento dos juros da dívida soberana dos EUA a pressionar.

 

Ainda assim, as cotações do ouro mantêm-se em torno dos máximos de 15 de junho atingidos na semana passada quando o metal precioso viu reforçada a atratividade como cobertura contra a inflação.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,3% para 1.858,70 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do metal precioso recuam 0,3%, para 1.862 dólares por onça.

 

A subida da "yield" das obrigações soberanas dos Estados Unidos está a diminuir a atratividade do ouro, já que o metal precioso não remunera juros.

15.11.2021

Dólar ganha terreno face ao euro

No mercado cambial, o dólar segue em alta, face às principais divisas. Após o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luís de Guindos, ter defendido que a inflação é transitória, o euro desacelerou. A moeda única segue assim a depreciar-se 0,262% para 1,142 dólares.

A reiterar o que o BCE tem dito sobre a escalada dos preços, o espanhol afirmou esta segunda-feira que a atual fase de inflação mais alta, que em parte reflete a subida dos preços da energia e os constrangimentos nas cadeias de abastecimento, pode não ser durar tanto quanto esperado.

Acrescentou que, para evitar a materialização de riscos que têm sido identificados pela autoridade monetária, é necessário incentivar o impulso da retoma e evitar cenários que possam comprometer a estabilidade de preços. O BCE pretende, por isso, continuar a contribuir para condições financeiras favoráveis no mercado.

15.11.2021

Portugal vê yields subirem após a Fitch

A crise da covid-19 acelerou um movimento de revisão de perspetivas por parte das agências de “rating”.

O juro das obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos estão novamente a agravar em mercado secundário. A yield benchmark do país avança 1,5 pontos percentuais para 0,384% na primeira sessão após a avaliação da Fitch.

A agência de notação financeira afirmou, na sexta-feira passada, a classificação de Portugal como BBB, nível de investimento, com perspetiva estável, descartando riscos no curto prazo relacionados com o 'chumbo' do Orçamento do Estado, mas admitindo "incerteza" para lá de 2022.

Este agravamento acompanha a tendência europeia já que por toda a Zona Euro, os juros das dívidas estão a subir. Em Espanha, a subida é de 2 pontos para 0,476% e, em Itália, de 2,9 para 0,981%. O benchmark europeu - as Bunds alemãs a 10 anos - negoceiam esta segunda-feira com um juro menos negativo, nos 0,247%.

Isto apesar de a Bloomberg ter avançado que o Banco Central Europeu (BCE) estará a comprar cerca de 50% de dívida soberana dos Estados-membros da União Europeia (UE), através dos seus programas para o efeito, acima do limite estabelecido pela própria instituição. 

Assim, o ritmo de compras atual supera o limite dos 33% que foi definido pela autoridade bancária em 2015, quando o programa de compra de dívida foi lançado (o APP, na sigla em inglês), na altura pelo ex-presidente Mario Draghi. A compra de dívida supranacional é de 60% e para o APP é de 50%, diz a agência.

15.11.2021

Petróleo cede com perspetiva de maior oferta

Os preços do "ouro negro" seguem em terreno negativo, pressionados pela perspetiva de maior oferta e menor procura.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro recua 0,89% para 80,07 dólares por barril.

 

Já o contrato de dezembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,95% para 81,39 dólares.

 

As cotações estão a ser penalizadas pela expectativa de um aumento da oferta de crude, ao passo que os custos mais altos da energia e o aumento de casos de covid estão a pesar na procura.

"O preço do barril de crude tem estado em queda durante a sessão de segunda-feira, uma tendência que se estende também ao gás natural. Este padrão de perdas, que tem caracterizado a ultima semana, deve-se a expectativas no mercado num momento em que começa a surgir alguma quebra na procura, devido à recente subida dos preços, e também ao receio de que o aumento do numero de casos de covid acabe por reduzir a procura de energia no médio prazo", sublinha Ricardo Evangelista, diretor executivo da ActivTrades Europe SA, na sua análise diária.

 

"Por outro lado, o fortalecimento do dólar americano que se tem verificado, bem como a possibilidade de que os EUA virem a pôr no mercado parte das suas reservas estratégicas de petróleo, como parte de um esforço para reduzir a inflação, também estão a contribuir para a recente tendência de queda do preço do barril de crude", acrescenta.

15.11.2021

Wall Street arranca semana "no verde" com investidores mais otimistas

As principais bolsas mundiais registam ganhos em 2021, com mercados como Wall Street e o alemão Dax a renovarem sucessivos recordes.

Wall Street arranca a semana em leve alta, com os investidores mais otimistas em relação à recuperação económica e ao tema das disrupções nas cadeias de distribuição. 

No arranque, o industrial Dow Jones está a valorizar 0,32% para 36.214,53 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq avança 0,27% para 15.903,04 pontos. O S&P 500 avança 0,23% para 4.693,81 pontos. 

No S&P 500, as empresas do setor das "utilities", da tecnologia e ainda da indústria estão a liderar os ganhos. Digeridos os indicadores macroeconómicos da semana passada, nomeadamente a subida da inflação nos EUA, a continuidade da época de resultados das cotadas, com vários resultados acima das expectativas, está a suportar o otimismo dos investidores. 

Além da "earnings season", as atenções estão ainda viradas para o encontro virtual entre Joe Biden, o Presidente dos EUA, e Xi Jinping, o Presidente chinês. O encontro entre os líderes de duas das maiores economias do mundo acontece num momento de tensão crescente entre Pequim e Washington.

15.11.2021

Bolsas europeias em leve alta com resultados em foco

As bolsas europeias estão a negociar em leve alta na manhã desta segunda-feira, a caminho de máximos históricos, numa altura em que os investidores estão ainda a apalpar terreno neste início de semana. Os resultados das empresas e os dados económicos vão preenchendo a agenda para já.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores empresas da região, ganha 0,12% para os 487,31 pontos.

O espanhol BBVA é um dos que mais cai no "velho continente", depois de os rumores que dão conta que o banco se prepara para adquirir a totalidade da sua unidade na Turquia, apesar de toda a instabilidade que se vive em torno da lira. 

Nas últimas semanas, a postura dos bancos centrais e os números apresentados pelas empresas têm sido capazes de manter uma postura ascendente nos mercados em todo o mundo, com a Europa incluída. Mas o novo avanço da covid-19, principalmente nos países com o nível de vacinação mais baixo, podem comprometer a tendência.

15.11.2021

Ouro perde com dados da China; euro em leve alta

O ouro, ativo cuja cotação tende a beneficiar de alguma turbulência nos mercados, está hoje a perder tração devido aos dados económicos acima do esperado na China, relativos à produção industrial e às vendas a retalho. 

O metal precioso está a encolher 0,18% para os 1.861,57 dólares por onça. Já o euro ganha 01,03% para os 1,1448 dólares.

15.11.2021

Juros da Zona Euro perdem força com Lagarde no Parlamento

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro estão a cair na manhã desta segunda-feira, dia em que a presidente do banco central Europeu (BCE) estará presente no Parlamento Europeu, na comissão de Economia, para abordar temas como o aumento e perspetivas da inflação.

Na Alemanha, que serve de referência para o bloco, os juros a dez anos estão a cair 2 pontos base para os -0,282%, ao passo que em Itália perdem 5,1 pontos base para os 0,902%. Em Portugal, a "yield" com a mesma maturidade encolhe 2,6 pontos base para os 0,343%.

15.11.2021

Petróleo em queda com Biden pressionado para abrir torneira

Os preços do petróleo estão a cair na manhã desta segunda-feira, numa altura em que o presidente dos EUA, Joe Biden, está a ser pressionado pelos pares para abrir a torneira das reservas de petróleo que o país detém.

O objetivo desta pressão é abrandar, de forma imediata, a escalada de preços que se vai fazendo sentir no setor da energia no país que afeta os cidadãos, de acordo com a maioria democrata do Senado norte-americano. 

O Brent, que serve de referência para Portugal, está a perder 0,47% para os 81,78 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) perde 0,56% para os 80,34 dólares. 

15.11.2021

Futuros da Europa em leve queda com investidores a apalparem terreno

Os futuros das ações europeias estão a cair na manhã desta segunda-feira, numa altura em que os investidores estão ainda a apalpar terreno para perceber como estão a recuperar as maiores economias do mundo. 

No "velho continente", os futuros do Stoxx 50 - que agrupa as 50 maiores empresas da região - perde 0,1%, depois de uma sessão mista no mercado asiático com ganhos no Japão (0,4%) e na Coreia do Sul (1%) e perdas na China (-0,2%).

Em Pequim, as vendas a retalho e a produção industrial superaram as expectativas no mês de outubro, contrastando com os dados abaixo da expectativa que foram divlgados na semana anterior. 

O dia será marcado ainda pelo encontro virtual entre os presidentes dos EUA, Joe Biden, e da China, Xi Jinping, num momento que pode ser visto como o reatar do acordo comercial entre ambos ou de um agudizar de tensões.

As fortes variações da inflação um pouco por todo o mundo continuam a pesar no sentimento, uma vez que colocam em cheque a atuação dos bancos centrais. Dada a subida de preços, é expectável que os apoios monetários se reduzam.

No Twitter, o empresário Elon Musk, dono da Tesla, pôs a hipótese de vender mais ações da Tesla, numa resposta ao senador democrata Bernie Sanders. 

 

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