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Ao minuto09.09.2022

Bolsas europeias ganham fôlego. Ouro em máximos de agosto. Euro acima da paridade com o dólar

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

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09.09.2022

Bolsas europeias ganham fôlego e Stoxx 600 regressa aos ganhos semanais

As bolsas europeias fecharam em alta,com todos os setores no verde.

 

O Stoxx 600 ganhou 1,52%, para 420,37 pontos, reforçando o movimento positivo que lhe deu o primeiro ganho semanal do último mês.

 

O setor mineiro liderou as subidas, animado pelo facto de os esforços da China para revitalizar o seu setor imobiliário estarem a fazer subir os preços dos metais industriais.

 

Também os setores tecnológico e da banca estiveram entre os melhores desempenhos nesta última sessão da semana.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax somou 1,42%, o francês CAC-40 valorizou 1,41%, o italiano FTSEMIB avançou 1,92% e o espanhol IBEX 35 subiu 1,47%, ao passo que o britânico FTSE 100 ganhou 1,23%.

 

Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 1,72%. Já a bolsa de Atenas escalou 2,09%.

09.09.2022

Petróleo sobe com depreciação da nota verde

Os preços do petróleo seguem a ganhar terreno, sustentados sobretudo pelo enfraquecimento do dólar.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 3,05% para 91,87 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, ganha 3,17% para 86,19 dólares por barril.

 

O facto de o dólar estar agora a ceder terreno ajuda à tendência de subida da matéria-prima, uma vez que os ativos denominados na nota verde, como é o caso do petróleo, ficam mais atrativos para quem negoceia com outras moedas.

09.09.2022

Alemanha escapa ao agravamento dos juros na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas dos países da Zona Euro mantêm esta sexta-feira a tendência de agravamento que se verificou após a conferência de imprensa do BCE, na quinta-feira.

Esta tarde, em França os juros a dez anos avançam 0,6 pontos base e fixam-se nos 2,258%. Em Itália e Espanha, no mesmo vencimento, as "yields" agravam-se 4,8 e 1,4 pontos base, para 4,002% e 2,840%, respetivamente. 

Por cá, as "yields" da dívida portuguesa a dez anos agravam-se 1,2 pontos base para 2,730%.

A escapar à tendência estão as Bunds germânicas, referência para a Europa, que aliviam 2 pontos base para 1,688%.

09.09.2022

Euro em máximos de três semana frente ao dólar

O euro voltou esta sexta-feira a subir acima da paridade com o dólar, estando a avançar 0,42% às 15:38 para 1,0039 dólares.

A moeda única chegou a bater máximos de três semanas em relação à nota verde, numa altura em que Wall Street negoceia em alta e um dia depois do Banco Central Europeu ter anunciado uma aumento histórico das taxas de juro diretoras em 75 pontos base.

Já índicie dólar da Bloomberg - que compara a força da moeda contra 10 divisas rivais - cede 0,71%.

09.09.2022

Ouro bate máximos de agosto

Depois de várias semanas de perdas, o ouro tem conseguido recuperar nas últimas sessões, estando nesta altura a valorizar para máximos desde agosto e prestes a terminar a semana com sinal verde.

Pelas 15:27, o metal precioso avançava 0,41% para 1,715,49 dólares por onça, acima da barreira psicológica dos 1.700 dólares, a "zona de perigo" definida pelos investidores, abaixo da qual o ativo perderia a atratividade.

A sustentar a alta do ouro está a queda do dólar, que está esta sexta-feira a corrigir dos ganhos recentes.

09.09.2022

Wall Street sorri de olhos postos em primeira semana de quatro no verde

Wall Street está a valorizar e a caminho do primeiro ganho semanal em quatro semanas, numa altura em que, devido às perdas, as ações estão mais baratas e retornam os "compradores de pechinchas" - investidores que aproveitam a queda para comprar mais barato e vender mais caro mais tarde.

Os investidores estão ainda a avaliar os discursos de Jerome Powell, presidente da Fed, e Christine Lagarde, presidente do BCE, que reiteraram intenções de continuar a subir as taxas de juro, caso a inflação siga em trajetória ascendente, ou fora da margem de controlo situada nos 2%.

O índice industrial Dow Jones avança 0,38% para 31.894,91 pontos. Já o Standard & Poor’s 500 soma 0,56%, para 4.028,52 pontos. Por sua vez, o tecnológico Nasdaq Composite pula 0,88% para se fixar nos 11.967,58 pontos.

"Os investidores estão agora à procura de otimismo no abrandamento da inflação, em vez de preocupações com uma recessão" indica Ipek Ozkardeskaya, analista da Swissquote, à Bloomberg.

"Apesar de dados da inflação mais baixos na próxima semana não irem mudar a expectativa de uma subida em 75 pontos base este mês, o facto de que isso já está incorporado nos preços dá segurança aos 'dip buyers'", adianta ainda.

09.09.2022

Europa ruma a melhor semana em um mês. IBEX 35 e FTSE 100 ganham mais de 1%

As principais praças do Velho Continente estão caminho da primeira semana com um saldo semanal positivo em um mês, numa altura em que o setor da banca lidera os ganhos, beneficiado pela decisão desta quinta-feira do Banco Central Europeu de subida das taxas de juro.

No índice de referência europeu, Stoxx 600, que agrega as principais cotadas da região, os ganhos são de 0,75% para os 417,20 pontos, com o setor mineiro também a escalar 3,20%, ao passo que a banca soma 1,70%.

O setor que mais ganha na Europa está a beneficiar de notícias da China que dão conta de novos esforços para reavivar o setor do imobiliário e que estão assim a dar força aos metais de construção.

"Credibilidade é o mais importante e o BCE finalmente ganhou alguma de volta", explica o analista Danni Hewson, da AJ Bell à Bloomberg.

"Os mercados estão a responder favoravelmente ao novo tom que foi definido e à expectativa de que os bancos centrais europeus vão tomar as medidas necessárias no que toca a combater a inflação. Os investidores sabem que esta nova subida não é uma solução para tudo mas define um tom e aumenta a confiança", esclarece ainda.

Nas restantes praças europeias, os ganhos são maiores no Reino Unido, o FTSE 100 sobe 1,03%, um dia depois da morte da Rainha Isabel II, bem como o IBEX 35, que valoriza 1,01% e índice milanês FTSEMIB ganha 0,98%.

O alemão Dax soma 0,86%, o AEX, em Amesterdão, pula 0,83% e em Paris, o CAC-40, valoriza 0,61%. O lisboeta PSI regista o menor crescimento da região e sobe 0,46%.

09.09.2022

Juros seguem em agravamento. Itália escala para o valor mais alto desde junho

Os juros da dívida soberana na Europa seguem a negociar em alta, após uma subida de 75 pontos base dos juros de referência, por parte do Banco Central Europeu.

As "yields" da dívida portuguesa a dez anos agravam-se 7,8 pontos base para 2,796%.

Por seu lado, em França os juros no mesmo vencimento avançam 8,1 pontos base e fixam-se nos 2,333%.

As "yields" das Bunds alemãs a dez anos, referência para a Europa, acompanham o movimento de subida, e ganham 7 pontos base para 1,778%.

 

Em Itália e Espanha, também no vencimento a dez anos, as "yields" agravam-se 11,7 e 8,3 pontos base, para 4,071% e 2,909%, respetivamente. Os juros da dívida italiana estão no valor mais alto em quase três meses.

09.09.2022

BCE empurra euro para subida que não era vista desde o final de maio

As 161 sociedades gestoras a operar no país são responsáveis pela gestão de 17,8 mil milhões de euros em ativos. A liderança do mercado mantém-se com a Caixa Gestão de Ativos.

O euro segue a subir face ao dólar, estando ainda beneficiar da subida das taxas de juro por parte do Banco Central Europeu esta quinta-feira.

A moeda única europeia valorizou com o discurso de Lagarde, mas voltou a registar perdas com as palavras de Powell. Esta sexta-feira, com a poeira assente, o euro soma 1,05% em relação à nota verde, para 1,0102 dólares - a maior subida desde o final de maio.

O dólar está assim a perder alguma da sua atratividade, uma vez que o BCE foi ao encontro do esperado pelo mercado e "Jerome Powell não acrescentou mais agressividade à Fed", indica David Forrester do Credit Agricole à Bloomberg, por isso "o dólar perdeu razões para registar ganhos por agora".

Posto isto, o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força desta moeda contra 10 divisas rivais - tomba 1,08% para os 108,51 pontos.

09.09.2022

Ouro a caminho da primeira semana de ganhos num mês

O ouro está a valorizar, a caminho do primeiro saldo semanal positivo, em quatro semanas, um dia depois de Powell e Lagarde terem discursado e reiterado intenções de manter uma política monetária restritiva, para colocar a inflação sob controlo.

O "metal precioso" ganha 1,07%, há mais de um mês que não subia tanto num dia.

Ao passo que a presidente do Banco Central Europeu anunciou uma subida as taxas de juro em 75 pontos base na reunião de setembro, a Reserva Federal norte-americana apenas estará reunida nos dias 20 e 21, mas o presidente da autoridade monetária já revelou que a Fed não vai abrandar "até o trabalho estar feito".

09.09.2022

Petróleo perto de segunda semana no vermelho. Gás desvaloriza com conselho de ministros da energia da UE

O petróleo está a negociar em alta, mas ainda assim a caminho de uma desvalorização pela segunda semana consecutiva, à medida que as taxas de juro e a política de covid-zero na China têm prejudicado esta matéria-prima.

Ao mesmo tempo a subida do dólar tem também prejudicado este ouro negro.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 0,46% para 89,56 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, sobe 0,29% para 83,78 dólares por barril.

Vários oficiais norte-americanos estão a estudar formas de diminuir o preço do crude ainda este ano, incluindo a possibilidade de colocar no mercado reservas de petróleo estratégicas norte-americanas, de acordo com a Bloomberg. Os responsáveis têm vindo a avisar de um potencial aumento dos preços em dezembro, quando algumas sanções da União Europeia em relação à Rússia entram em vigor.

A crise energética na União vai ser o foco desta sexta-feira, com os ministros da Energia dos 27 juntos em Bruxelas, à procura de medidas para aliviar o impacto do fim do fornecimento energético por parte de Moscovo.

Em reação, no mercado do gás, os futuros a um mês negociados em Amesterdão (TTF) - referência para o mercado europeu – perdem 2,51% para 215 euros por megawatt-hora.

Sabe-se ainda que os ministros poderão estar a considerar um tecto no preço das importações de gás proveniente da Rússia, tal como tinha revelado a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Ainda assim, no início desta semana, Vladimir Putin avisou que haveria um novo corte no fornecimento energético caso seja estabelecido um tecto nos preços.

09.09.2022

Ásia positiva. Europa sorri de olhos no verde após BCE

Um dia depois da decisão de subida das taxas de juro por parte do Banco Central Europeu em 75 pontos base - o maior aumento de sempre - as principais praças europeias estão de olhos postos no verde, recuperando assim de algumas sessões negativas ao longo da semana.

Ainda assim, a cautela deverá permanecer nos mercados, uma vez que Christine Lagarde, presidente da autoridade monetária, reiterou intenções de "aumentar ainda mais as taxas de juro para reduzir a procura e salvaguardar o risco de uma mudança ascendente persistente nas expectativas de inflação".

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 0,3%.

Na Ásia a negociação foi positiva, com os principais índices a subirem e quase a anularem as perdas da semana. Isto depois da divulgação de dados da inflação na China, a segunda maior economia mundial, que foi menor que o esperado pelos analistas.

"Crescimento [económico], inflação e 'yields' têm estado a conduzir os mercados desde o início do ano e ainda não há qualquer consenso", explicam analistas do Sanford C. Bernstein, numa nota vista pela Bloomberg. Ainda assim, uma desaceleração económica ou uma recessão têm funcionado a favor de estilos mais defensivos, tal como o mercado asiático.

Pela China, o Shangai Composite subiu 0,7%, enquanto no Japão, o Nikkei pulou 0,5% e o Topix somou 0,4%. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 2,6%. Já na Coreia do Sul e em Taiwan as bolsas estiveram encerradas devido a feriados.

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