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Europa fecha mista com banca a liderar quedas

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados esta quinta-feira.

bolsas mercados Europa euronext
bolsas mercados Europa euronext Bloomberg
23 de Março de 2023 às 17:49
Europa aponta para o vermelho. Ásia toca máximos de duas semanas

Os principais índices europeus estão a apontar para uma negociação em terreno negativo, influenciados por comentários da secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, que deixou claro esta quarta-feira que não está a trabalhar para que a agência federal responsável assegure todos os depósitos.

Ainda a influenciar a negociação está o rescaldo de uma decisão de política monetária da Reserva Federal norte-americana em subir os juros em 25 pontos base, com os investidores mais focados nas palavras do presidente, Jerome Powell, que afastou cortes nas taxas de juro ainda este ano e reiterou que, se necessário, a Fed voltará a aumentar os juros diretores.

Após uma negociação negativa em Wall Street, com os índices a perderem mais de 1%, os futuros sobre o Euro Stoxx 50 perdem 0,4%.

Na Ásia, a negociação foi positiva, com o índice agregador da região, o MSCI Asia Pacific, a subir mais de 1%, chegando a tocar um máximo de duas semanas. Hong Kong esteve entre as maiores subidas depois de a Tencent ter revelado receitas melhores do que o esperado.

A influenciar a negociação esteve a subida das moedas asiáticas face ao dólar, com a Fed a optar por uma subida de 25 pontos base, face aos anteriores 50. Um dólar mais fraco tende a ser benéfico para as ações asiáticas, uma vez que sinaliza maior apetite pelo risco e é visto como positivo para as economias emergentes, muitas das quais realizam importações de grande quantidade cujo preço está fixo em dólares.

"A reação do dólar à Fed parece não existir, o que pode reduzir a pressão nas divisas asiáticas", afirmou o analista da Bloomberg Intelligence, Marvin Chen.

"O foco deve estar no impacto do dólar, à medida que nos aproximamos do pico das taxas de juro", completou.

Pela China, Xangai somou 0,64% e, em Hong Kong, o tecnológico Hang Seng ganhou 1,99%. No Japão, o Nikkei recuou 0,17% e o Topix desceu 0,29%. Na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,31%.

Petróleo recua com comentários de Powell e Yellen. Gás valoriza
Petróleo recua com comentários de Powell e Yellen. Gás valoriza

O petróleo está a desvalorizar esta quinta-feira, com os investidores a avaliarem as perspetivas da Reserva Federal norte-americana no que toca à política monetária, depois de ontem a Fed ter subido os juros diretores em 25 pontos base.

O West Texas Intermediate (WTI) - negociado em Nova Iorque - recua 0,34% para os 70,66 dólares por barril, enquanto o Brent do Mar do Norte - referência para as importações europeias - cede 0,22% para 76,52 dólares por barril.

A possibilidade de manutenção das taxas de juro em terreno restritivo e as declarações da secretária do Tesouro, Janet Yellen, que referiu que não vai assegurar todos os depósitos bancários, estão a colocar pressão na negociação das "commodities".

O crude está assim a caminho da maior queda trimestral desde 2020, quando a pandemia reduziu drasticamente o consumo. 

"Claramente, a visão macro vai continuar a ser o condutor para os preços no curto-prazo", afirmou o analista do ING Warren Patterson à Bloomberg.

"Os comentários de Yellen relacionados com os seguros nos depósitos parecem ter colocado pressão renovada nos ativos de risco, incluindo o petróleo", salientou.

No mercado do gás, os futuros estão a valorizar ligeiramente, com a possibilidade do retorno de temperaturas mais baixas na próxima semana, aumentar o consumo por parte das famílias.

O gás negociado em Amesterdão (TTF) sobe 2,36% para 40,8 euros por megawatt-hora.

Ouro sobe ligeiramente
Ouro sobe ligeiramente

O ouro está a valorizar ligeiramente, com os investidores a avaliarem indicações da Fed de que o endurecimento mais agressivo da política monetária poderá estar a chegar ao fim, depois de o presidente da Reserva Federal dos EUA, Jerome Powell, ter revelado que os governadores tinham considerado uma pausa na subida de juros devido à recente turbulência na banca.

O metal amarelo sobe 0,28% para 1.975,64 dólares por onça.

"Na presença de elevado 'medo' e aumento dos riscos de uma recessão, a possibilidade de perda do ouro no caso de uma aterragem suave ou maior agressividade da Fed é significativamente menor, face aos possíveis ganhos do ouro no caso de choque de crescimento que empurre a economia para uma recessão", escrevem analistas do Golman Sachs, vista pela Bloomberg, isto numa altura em que o mercado de futuros prevê uma recessão e um corte nos juros pela Fed já este ano.

Dólar sob pressão negoceia em mínimos de um mês
Dólar sob pressão negoceia em mínimos de um mês

O dólar segue a negociar em baixa e no valor mais baixo num mês, com os investidores a avaliarem a possibilidade de um corte nas taxas de juro pela Fed, mesmo depois de Jerome Powell ter reiterado que seguia a postos caso fosse necessário subir novamente os juros diretores.

O dólar recua 0,22% para 0,9179 euros, ao passo que o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde contra 10 divisas rivais - recua 0,16% para 102,144 pontos.

"Com a crise no setor da banca ainda recente, a Fed foi mais 'dovish' do que na reunião anterior e isso está a pressionar as 'yields' dos juros e o dólar", indicou o analista Daisuke Uno, da Sumitomo Mitsiu Banking, à Bloomberg.

Já a libra sobe face ao dólar (0,38%) e relativamente ao euro (0,19%), com os investidores na expectativa de que o Banco de Inglaterra, que tem hoje a sua reunião de política monetária, suba os juros em 50 pontos base.

Juros aliviam na Zona Euro
Juros aliviam na Zona Euro

Os juros estão a aliviar na Zona Euro, após a Fed ter decidido aumentar os juros diretores em 25 pontos base, mas ter sinalizado que alguns responsáveis consideraram uma pausa devido à turbulência no setor bancário.

A "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos, referência para a região, recuam 4,5 pontos base para 2,276%, enquanto os juros da dívida italiana descem 4,6 pontos base para 4,115%.

Os juros da dívida pública portuguesa aliviam 5,3 pontos base para 3,111%, os juros da dívida francesa decrescem 4,7 pontos base para 2,79% e os juros da dívida espanhola recuam 5,5 pontos base para 3,303%.

Fora da região, os juros da dívida britânica aliviam 2 pontos base para 3,422%, no dia em que o Banco de Inglaterra toma uma decisão de política monetária.

Europa abre no vermelho em rescaldo de decisão da Fed
Europa abre no vermelho em rescaldo de decisão da Fed

As principais praças europeias estão a negociar no vermelho, com os investidores a avaliarem o discurso de ontem do presidente da Reserva Federal (Fed) norte-americana, Jerome Powell, antes da decisão do Banco de Inglaterra esta quinta-feira.

O índice de referência europeu, Stoxx 600, perde 0,41% para 445,32 pontos, com o setor da banca e dos media a registar as maiores perdas.

Os índices europeus estão a tentar recuperar de perdas vividas no início do mês, causadas pela crise na banca nos Estados Unidos e que depois se alastrou para a Europa, culminando na venda do Credit Suisse ao UBS.

Numa nota vista pela Bloomberg, os analistas do Citigroup reduziram o "target" para o final de 2023, referindo que era mais provável que os investidores se focassem na desaceleração económica e deterioração dos fundamentais. Ao mesmo, colocaram o setor da banca em neutro e aumentaram a tecnologia para "overweight".

"Eu ainda seria cauteloso hoje", afirmou Marija Veitmane, estratega da State Street Global Markets, à Bloomberg.

"O mercado entendeu a mensagem da Fed como 'dovish', devido aos membros da Fed terem reconhecido o aperto das condições financeiras do stress dos bancos. No entanto, para mim o mais importante é que a Fed não está a planear um corte das taxas de juro este ano", completou.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cede 0,1%, o francês CAC-40 desvaloriza 0,15%, o italiano FTSEMIB recua 0,05%, o britânico FTSE 100 perde 0,42% e o espanhol IBEX 35 cai 0,2%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,26%.

Euribor cai a três meses e sobe a seis e 12 meses
Euribor cai a três meses e sobe a seis e 12 meses

A taxa Euribor desceu hoje a três meses e subiu a seis e a 12 meses face a quarta-feira.

A taxa Euribor a 12 meses, que atualmente é a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje, ao ser fixada em 3,578%, mais 0,110 pontos e contra o máximo desde novembro de 2008, de 3,978%, verificado em 9 de março.

Segundo o Banco de Portugal, a Euribor a 12 meses já representa 43% do 'stock' de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável, enquanto a Euribor a seis meses representa 32%.

Após ter disparado em 12 de abril de 2022 para 0,005%, pela primeira vez positiva desde 5 de fevereiro de 2016, a Euribor a 12 meses está em terreno positivo desde 21 de abril de 2022.

A média da Euribor a 12 meses avançou de 3,338% em janeiro para 3,534% em fevereiro, mais 0,196 pontos.

No prazo de seis meses, a taxa Euribor, que entrou em terreno positivo em 6 de junho, também subiu hoje, para 3,290%, mais 0,076 pontos, contra o máximo desde novembro de 2008, de 3,461%, verificado também em 9 de março.

A Euribor a seis meses esteve negativa durante seis anos e sete meses (entre 6 de novembro de 2015 e 3 de junho de 2022).

A média da Euribor a seis meses subiu de 2,864% em janeiro para 3,135% em fevereiro, mais 0,271 pontos.

Em sentido contrário, a Euribor a três meses, que entrou em 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, recuou hoje, ao ser fixada em 2,990%, menos 0,012 pontos e contra o máximo desde dezembro de 2008, de 3,002%, verificado em 22 de março.

A taxa Euribor a três meses esteve negativa entre 21 de abril de 2015 e 13 de julho último (sete anos e dois meses).

A média da Euribor a três meses subiu de 2,354% em janeiro para 2,640% em fevereiro, ou seja, um acréscimo de 0,286 pontos.

As Euribor começaram a subir mais significativamente desde 4 de fevereiro de 2022, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras este ano devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022.

Na última reunião de política monetária, em 16 de março, o BCE voltou a subir em 50 pontos base as taxas de juro diretoras, acréscimo igual ao efetuado em 2 de fevereiro e em 15 de dezembro, quando começou a desacelerar o ritmo das subidas em relação às duas registadas anteriormente, que foram de 75 pontos base, respetivamente em 27 de outubro e em 8 de setembro.

Em 21 de julho de 2022, o BCE aumentou, pela primeira vez em 11 anos, em 50 pontos base, as três taxas de juro diretoras.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Lusa

Wall Street mede palavras de Powell e abre pintada de verde

Os principais índices norte-americanos estão a negociar em terreno positivo, sinalizando uma recuperação face à negociação de ontem em que foram fortemente penalizados pelas palavras do presidente da Fed, Jerome Powell, e da secretária do Tesouro, Janet Yellen.

O industrial Dow Jones valoriza 0,63% para 32.230,55 pontos, enquanto o Standard & Poor's 500 (S&P 500) soma 0,83% para 3.969,51 pontos. Por sua vez, o tecnológico Nasdaq Composite pula 1,29% para 11.820,98 pontos.

Apesar de Jerome Powell ter reiterado que a Fed iria continuar a subir as taxas de juro caso fosse necessário, os investidores parecem estar a considerar a possibilidade de um corte nos juros diretores ainda este ano.

"A Fed tem mesmo de ser cuidadosa dada a situação no setor da banca, bem como outros dados económicos, que estão a mostrar que não é só um problema de Wall Street a pesar nos mercados", argumenta o analista Greg Bassuk, CEO da AXS Investments, à CNBC.

Powell não apaga esperança do mercado e ouro brilha
Powell não apaga esperança do mercado e ouro brilha

O ouro soma 0,54% para 1.980,74 dólares por onça, à medida que o indicador de força do dólar contra várias divisas perde força.

O movimento ocorre após as reuniões de vários bancos centrais, incluindo a Fed, que decidiu subir a taxa de juro diretora em mais 25 pontos base.

Apesar de o presidente do banco central, Jerome Powell, ter assegurado que irá subir as taxas de juro "se for necessário", o mercado continua a apontar para a possibilidade de cortes na taxa de juro diretora este ano.

O "dot plot" da Fed coloca o pico da taxa de juro dos fundos federais em 5,1% este ano, sendo que os juros diretores estão atualmente num intervalo entre 4,75% e 5%.

"Perante o medo e o risco de recessão, a vantagem dada ao ouro por um choque no crescimento que empurre a economia para uma recessão, é maior que uma possível desvantagem provocada por uma aterragem suave ou uma política monetária ‘hawkish’ da Fed", considera o Goldman Sachs.

Assim, o banco de investimento aponta para que o ouro possa alcançar os 2.050 dólares por onça nos próximos 12 meses.

Petróleo sobe com queda do dólar e maior procura por gasolina
Petróleo sobe com queda do dólar e maior procura por gasolina

Os preços do "outo negro" seguem em alta nos principais mercados internacionais, dias depois de terem atingido o nível mais baixo desde dezembro de 2021.

 

A animar a negociação desta quinta-feira está o aumento da procura por gasolina nos Estados Unidos, bem como a depreciação do dólar – o que torna os ativos denominados na nota verde, como é o caso do petróleo, mais atrativos para quem negoceia com outras moedas.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, soma 0,37% para 71,16 dólares por barril.

 

Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, ganha 0,42% para 77,01 dólares.

Libra e franco suíço ganham contra o dólar, depois de bancos centrais subirem juros diretores
Libra e franco suíço ganham contra o dólar, depois de bancos centrais subirem juros diretores

A libra negoceia em máximos de quase dois meses face à divisa norte-americana, estando a somar 0,38% para 1,2325 dólares. Face à moeda única, a libra negoceia na linha de água (0,05%) para 1,1301 euros.

Estes movimentos ocorrem horas depois de o Banco de Inglaterra ter aumentado a taxa de juro de referência em 25 pontos base para 4,25%, o valor mais elevado desde outubro de 2008.

Além do BoE, também o Banco Nacional da Suíça subiu esta quinta-feira as taxas de juro, em concreto em 50 pontos base. Após esta decisão, o franco suíço negoceia na linha de água (0,04%) para 1,0041 euros e ganha 0,37% para 1,0951 dólares.

A moeda única cresce 0,34% para 1,0907 dólares.

Por fim, o indicador de força do dólar da Bloomberg – que mede a força da nota verde contra 10 divisas – desliza 0,24% para 102,10 pontos, negociando em mínimos de dois de fevereiro.

Apenas um dia depois da reunião da Fed, em que o banco central deixou claro que está disposto a subir mais as taxas de juro se for necessário, as apostas do mercado apontam para uma probabilidade de 57,9% de a Fed não mexer nos juros diretores na próxima reunião, enquanto 42,1% aponta para uma subida adicional de 25 pontos base, segundo o FedWatch do CME Group. 

O "dot plot" da Fed aponta para um pico da taxa dos fundos federais em 5,1%, o qual deve ser alcançado já este ano.

Juros aliviaram na Zona Euro

Os juros da dívida soberana na Zona Euro aliviaram, na primeira sessão após a Reserva Federal norte-americana ter anunciado uma nova subida das taxas de juro em 25 pontos base para um intervalo entre 4,75% e 5%. Apesar de ter optado por um novo aumento, o "dot plot" da Fed coloca o pico da taxa de juro dos fundos federais em 5,1%, o que dá a entender aos investidores que o fim do ciclo de subidas poderá estar para breve.

Além disso, o discurso do presidente da Fed, Jerome Powell, foi visto como "dovish", ou seja, menos duro. O responsável sinalizou ainda que alguns dos membros da autoridade monetária consideraram mesmo pausar as subidas das taxas de juro.

A "yield" das Bunds alemãs a 10 anos aliviaram 13,2 pontos base para 2,189%, enquanto os juros da dívida italiana desceram 10,5 pontos base para 4,057%. 

Os juros da dívida portuguesa cederam 11,6 pontos base para 3,048%, os juros da dívida espanhola recuaram 12,2 pontos base para 3,236% e os juros da dívida francesa perderam 12,2 pontos base para 2,715%. 

Fora da região, os juros da dívida britânica caíram 8,9 pontos base para 3,353%.

Europa fecha mista com banca a liderar quedas

As bolsas europeias fecharam mistas, após ontem a Reserva Federal norte-americana ter subido as taxas de juro e, já hoje, o Banco de Inglaterra ter decidido igualmente aumentar as taxas diretoras. O alívio dos juros das dívidas soberanas na Zona Euro, aliada à queda de grande parte das bolsas europeias indicam que os investidores estão a privilegiar ativos mais seguros, como as obrigações e o ouro. 

O Stoxx 600, índice de referência para a região, cedeu 0,21% para 446,22 pontos. Dos 20 setores que compõem o índice, o da banca foi o que mais tombou (-2,53%), enquanto o da tecnologia liderou as subidas (2,18%), com os investidores a preferirem as ações de setores de crescimento, como é o caso das tecnológicas.

Entre as principais movimentações, a Jerónimo Martins recuou 4,25%, um dia após ter apresentado contas. As receitas da dona do Pingo Doce no quarto trimestre ficaram abaixo da expectativa dos analistas. No conjunto do ano, a Jerónimo Martins fechou com lucros líquidos de 590 milhões de euros, o que representa um aumento de 27,5% face ao ano anterior.

Nas principais praças europeias, o alemão Dax recuou 0,04%, o espanhol Ibex desceu 0,44%, o italiano FTSE Mib desvalorizou 0,16% e o britânico FTSE 100 perdeu 0,89%. Já o francês CAC-40 somou 0,11% e o Aex, em Amesterdão, valorizou 0,24%.

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