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Ao minuto16.09.2022

Euro sobe acima da paridade com o dólar. Ouro e petróleo recuperam. Europa no vermelho

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

EPA
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16.09.2022

Maré vermelha na Europa. Principais índices cedem na última sessão da semana

As principais praças europeias encerraram a semana em terreno negativo, com o índice Stoxx 600 - de referência para o bloco - a recuar 1,52%

Os setores da indústria e do turismo foram os que mais pesaram, a ceder 2,63% e 2,42% respetivamente. Em sentido contrário, o imobiliário foi o único que se manteve a verde.

Por índices nacionais, o alemão Dax recuou 1,69%, o francês CAC-40 desvalorizou 1,31%, o italiano FTSEMIB perdeu 1,1%, o britânico FTSE 100 cedeu 0,51% e o espanhol IBEX 35 desceu 1,35%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 1,47%.

O português PSI também alinhou com a mesma tendência, cedendo 1,16%.

16.09.2022

Petróleo corrige de perdas da véspera

Depois dos máximos, os preços do petróleo tombaram um máximo de 17,5% esta quarta-feira.

Os preços do crude seguem a ganhar terreno, a corrigir das perdas de quinta-feira, numa altura em que os investidores se dividem entre os receios de uma contração económica global e o impulso dado pelos riscos de uma perturbação da oferta por parte da Rússia e por um aumento da procura na China.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 1,53% para 92,23 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, ganha 1,27% para 86,18 dólares por barril.

16.09.2022

Juros aliviam com comentários de Lagarde. Portugal quase inalterado

Os juros estão a aliviar ligeiramente na Zona Euro, após declarações de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, que reiterou intenções de manutenção da subida das taxas de juro, para controlar a inflação.

"Temos de usar todas as ferramentas de política monetária para atingir" o valor de 2% na inflação, explicou a presidente do BCE.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos referência para a região, recua 1,5 pontos base para 1,747%, bem como os juros da dívida francesa que aliviam 1,5 pontos base para 2,294%.

Já a "yield" da dívida soberana italiana desce 2,6 pontos base para 4,016% e os juros da dívida espanhola perde 1,7 pontos base para 2,893%.

Por cá, a "yield" da dívida portuguesa com a mesma maturidade subtraiu 0,3, fixando-se nos 2,786%.

16.09.2022

Ouro recupera do valor mais baixo em dois anos

O ouro está a valorizar, depois de ter atingido na manhã desta sexta-feira o valor mais baixo em mais de dois anos.

O metal precioso soma 0,42% para 1.672,06 dólares por onça, ainda abaixo da "zona de perigo" que se fixa nos 1.700 dólares por onça.

Este metal, que não remunera juros, tem sido prejudicado este ano pela subida das taxas de juro diretoras e agravamento da política monetária pelos bancos centrais por todo o mundo.

"O ouro está abaixo da zona de suporte crucial", aponta a analista Georgette Boele, do ABN à Bloomberg. "Se quebrar o próximo nível é abaixo dos 1.600 dólares por onça", esclarece ainda.

De acordo com a mesma agência, a ansiedade dos investidores tem vindo a aumentar com a aproximação da reunião de política monetária da Fed, uma vez que em 2013 houve um "crash" neste metal, depois do banco central ter anunciado que ia diminuir a ferramenta de quantitative easing (QE).

16.09.2022

Libra em mínimos de quase quatro décadas. Euro acima da paridade

A libra atingiu o valor mais baixo desde 1985, na negociação face ao dólar, após a divulgação de dados do retalho no Reino Unido abaixo do esperado. A divisa britânica perde 0,36% para 1,1426 dólares.

Já o euro está a valorizar face ao dólar, subindo acima da paridade, mesmo depois da moeda norte-americana ter atingido o valor mais alto da semana na manhã desta sexta-feira. A moeda única europeia soma assim 0,20% para 1,0021 dólares.

"Os mercados estão à espera de uma subida mais agressiva das taxas de juro que deve atingir a procura global", explicam analistas do ING, numa nota vista pela Bloomberg.

"Num ambiente como este, o sentimento de risco permanece e esse é outro fator que está a atrasar uma correção no dólar", referiram ainda, acrescentando que esperam um dólar forte em antecipação da reunião da Fed na próxima semana.

16.09.2022

Wall Street arranca sessão no vermelho em dia de "bruxaria tripla"

As bolsas norte-americanas arrancaram a negociação em terreno negativo em dia de "bruxaria tripla". Esta sexta-feira dá-se o vencimento simultâneo de três contratos: opções sobre índices de ações, opções sobre ações e futuros sobre ações (individuais), sendo um dia tradicionalmente marcados por grande volatilidade, principalmente na derradeira hora de negociação.

O "benchmark" S&P 500 cede 1,43% para 3.845,48 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite recua 1,80% para 11.344,10 pontos e o industrial Dow Jones desce 1,10% para 30.622,77 pontos.

Os investidores estão de olhos postos na próxima reunião da Fed, numa altura em que aumentam as preocupações quanto à possibilidade de a autoridade monetária adotar uma postura mais dura, subindo as taxas de juro diretoras em 100 pontos base. 

16.09.2022

Europa abre no vermelho e caminha para perda semanal

As bolsas europeias arrancaram em terreno negativo, com os investidores a prever que os dados da inflação em agosto esta sexta-feira divulgados se mantenham elevados. Cenário que, a confirmar-se, poderá levar os bancos centrais a continuar com o endurecimento da política monetária. 

O Stoxx 600 - referência para o mercado europeu - cai 1,15% para 410,03 pontos, pressionado sobretudo pelo setor dos recursos naturais, viagens e lazer e do imobiliário.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cede 1,70%, o francês CAC-40 desvaloriza 1,30%, o italiano FTSEMIB recua 1,58%, o britânico FTSE 100 cai 0,24% e o espanhol Ibex perde 1,24%. Em Amesterdão, o AEX regista um decréscimo de 1,14%.

O Stoxx 600 caminha para fechar a semana com perdas, após a inflação acima do esperado nos Estados Unidos ter colocado um travão ao otimismo de que a Fed poderia começar a aliviar a política monetária num futuro próximo. Também por parte do Banco Central Europeu têm surgido indícios de que a tendência de subida será para continuar. 

Luis de Guindos, vice-presidente do BCE, pediu uma "ação determinada" para combater a elevada inflação, apelando à continuidade das subidas das taxas de juro, após o aumento anunciado a passada semana.

16.09.2022

Juros da dívida soberana aliviam na Zona Euro

Os juros da dívida soberana na Zona Euro estão a aliviar ligeiramente, numa altura em que têm estado pressionadas pelas perspetivas de continuidade da subida das taxas de juro dos bancos centrais.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos referência para a região, aliviam 0,6 pontos base para 1,756%, enquanto os juros da dívida francesa recuam 0,4 pontos base para 2,305%. Já a "yield" da dívida soberana italiana cede 0,1 pontos base para 4,038% e os juros da dívida espanhola descem também 0,1 pontos base para 2,908%. 

Por cá, a "yield" da dívida portuguesa com a mesma maturidade manteve-se inalterada, fixando-se nos 2,789%.

16.09.2022

Ouro estabiliza após queda para valor mais baixo em dois anos

O ouro estabiliza após ter caído para o valor mais baixo em dois anos, pressionado por dados económicos nos Estados Unidos, que aumentaram a probabilidade de uma política monetária mais dura durante mais tempo do que o previsto.

O metal precioso tem estado a negociar na linha dos 1.700 dólares por onça, mas ontem desceu até aos 1.660,50.  Apesar de ser geralmente o ativo-refúgio de eleição em tempos de crise, a tendência não se tem verificado recentemente, uma vez que a ação dos bancos centrais tem incidido no aumento das taxas de referência e o ouro não remunera juros. 

O metal amarelo cede 0,25% para 1.660,91 dólares por onça, ao passo que a platina cede 1,75% para 892,06 dólares.

16.09.2022

Euro desvaloriza face ao dólar

O euro segue a desvalorizar 0,55% para 0,9946 dólares, mantendo-se a negociar abaixo da paridade com a nota verde.

Já o índice do dólar medido pela Bloomberg - que compara a força da nota verde contra 10 divisas rivais - avança 0,19% para 109,933 pontos. O dólar está valorizar antes da divulgação de dados chave sobre a confiança do consumidor nos Estados Unidos, que poderá permitir obter pistas sobre a dimensão do aperto monetário da Fed.

As restantes moedas negoceiam sem grandes alterações, numa altura em que a cautela reina, à espera da próxima reunião do banco central norte-americano.

16.09.2022

Petróleo caminha para terceira perda semanal. Preço do gás natural recua

O petróleo segue a valorizar ligeiramente, mas ainda assim caminha para a terceira semana de perdas, numa altura em que uma desaceleração da economia levanta preocupações quanto à procura pelo ouro negro. Além disto, um dólar mais robusto tornou a compra desta matéria-prima mais cara para grande parte dos investidores, uma vez que é negociada na nota verde.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a valorizar 0,59% para 91,38 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 0,51% para 85,53 dólares por barril. Apesar de estar a negociar acima dos 85 dólares por barril, o WTI continua a caminho de fechar a semana com uma queda de 1%. A ameaçar a redução de consumo do petróleo estão as perspetivas de uma política monetária mais dura, os riscos de recessão na Europa devido à crise energética que se vive na região e a política de zero casos covid-19 na China.


No que diz respeito ao gás natural, os preços recuaram esta sexta-feira, numa altura em que a União Europeia procura consenso quanto ao pacote de medidas anunciado para travar a maior crise de energia vista em décadas.

Os futuros a um mês negociados em Amesterdão - referência para o mercado europeu – descem 3,85% para 206 euros por megawatt-hora.

16.09.2022

Europa aponta para arranque em queda. Ásia fecha no vermelho

Após três dias consecutivos de perdas, as bolsas europeias apontam para um arranque de sessão com uma ligeira queda. Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 descem 0,8%. Já na Ásia, o fecho voltou a ser pintado de vermelho, com a reunião entre o presidente chinês, Xi Jinping, e o homólogo russo, Vladimir Putin, a agravar as preocupações geopolíticas. 

Pela China, o Shangai Composite caiu 1,75%, prolongando as perdas numa altura em que o renminbi perde face ao dólar.  Laura Wang, estratega da Morgan Stanley, diz que a política de zero casos de covid-19 na China, a crise imobiliária e o resultados de uma auditoria norte-americana vão "manter o mercado em estado de volatilidade". No Japão, o Nikkei cedeu 1,08%%, enquanto em Hong Kong, o Hang Seng recuou 0,70%% e, na Coreia do Sul, o Kospi desacelerou 0,97%.

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