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Ao minuto13.09.2022

Inflação acima do esperado nos EUA pressiona bolsas europeias e americanas. Petróleo cede terreno

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta terça-feira.

Reuters
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13.09.2022

Inflação acima do esperado nos EUA pressiona bolsas europeias

As bolsas europeias cederam terreno nesta terça-feira, depois de três sessões consecutivas de ganhos, pressionadas pela inflação nos Estados Unidos acima do esperado em agosto, que reforçou a especulação de que a Reserva Federal norte-americana tenha de subir mais os juros, acelerando o risco de recessão.

 

O Stoxx 600 fechou a ceder 1,55%, para 421,13 pontos. O índice de referência europeu chegou a estar a subir 0,6% mas inverteu para a baixa quando foi divulgado que o índice de preços no consumidor aumentou 0,1% em agosto nos EUA, face a julho, depois de no mês anterior ter ficado inalterado.

 

A pressionar a Europa estiveram sobretudo as cotadas do imobiliário, tecnologia e retalho.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax deslizou 1,59%, o francês CAC-40 desvalorizou 1,39%, o italiano FTSE MIB perdeu 1,36, o espanhol IBEX 35 cedeu 1,59% e o britânico FTSE depreciou-se em 1,17%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 1,81%.

13.09.2022

Petróleo recua com inflação acima do esperado nos EUA

Os preços do "ouro negro" seguem em baixa, pressionados pelo facto de os números da inflação de agosto nos EUA terem ficado acima do esperado – intensificando a especulação de que a Fed vai manter o posicionamento agressivo na subida dos juros diretores.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a ceder 1,76% para 92,35 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 1,49% para 86,47 dólares por barril.

 

O facto de o dólar estar a valorizar também está a contribuir para penalizar o crude, que é negociado na nota verde – pelo que fica menos atrativo para quem negoceia com outras moedas.

13.09.2022

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro estão a agravar-se, num dia em que foram divulgados os dados da inflação nos Estados Unidos. O aumento dos preços foi de 8,3% em agosto, 0,2 pontos percentuais acima do previsto pelos analistas. Isto intensificou as expetativas de uma subida das taxas de juro diretoras em 75 pontos bases na próxima reunião da Reserva Federal norte-americana. 

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos, referência para a Europa, sobe 5,9 pontos base para 1,706%, enquanto os juros da dívida soberana francesa avançam 4,8% para 2,266% e os juros da dívida italiana com a mesma maturidade crescem 1,3 pontos base para 3,962%.

Por cá, os juros da dívida portuguesa aumentam 4,3 pontos base para 2,732%, ao passo que a "yield" da dívida espanhola sobe 4,7 pontos base para 2,834%.

13.09.2022

Euro cede face ao dólar

O euro está a desvolizar 0,91% face ao dólar, que está a registar ganhos após a divulgação dos dados da inflação de agosto do outro lado do Atlântico. A moeda única vale agora 1,0030 dólares.

Já o índice dólar da Bloomberg - que compara a força da moeda contra 10 divisas rivais - sobe 1,07% para 109,400 pontos, recuperando das perdas registadas nos últimos dois dias.

O dólar parece estar a beneficiar da crença de que a Fed deverá subir as taxas de juro diretoras em 75 pontos base na próxima reunião. 

13.09.2022

Dados da inflação nos EUA pressionam ouro

O ouro segue a desvalorizar, pressionado também pelos dados da inflação de agosto acima do esperado. Os dados esta terça-feira divulgados deram força à hipótese de que a Reserva Federal norte-americana poderá continuar a subir as taxas de juro em 75 pontos bases nos próximos meses, o que, a confirmar-se, tende a afastar os investidores do metal precioso, uma vez que este não remunera juros. 

O metal amarelo cede 1,14% para 1.704,90 dólares por onça, ao passo que a platina recua 0,61% para 904,10 dólares e o paládio desce 3,46% para 2.189,92 dólares.

"Uma inflação ainda muito elevada tirou o tapete ao ouro, uma vez que o investidores já estão a incorporar novos apertos monetários", disse Ed Moya, analista sénior na Oanda.

13.09.2022

Wall Street afunda após dados da inflação acima do esperado

As bolsas norte-americanas abriram a sessão desta terça-feira em terreno negativo, pressionadas pelos dados da inflação de agosto nos Estados Unidos. Apesar de ter recuado pelo segundo mês consecutivo - 8,3% em agosto -, o aumento dos preços no consumidor ficou acima do previsto pelos analistas.

Os dados esta terça-feira divulgados aumentaram os receios de uma aceleração do ritmo da subida das taxas de juro por parte da Fed na reunião da próxima semana. 

O "benchmark" S&P 500 cai 2,12% para 4.023,07 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq recua 2,82% para 11.920,62 pontos e o industrial Dow Jones cede 1,75% para 1.815,79 pontos.

"Os dados da inflação dão força ao argumento de que a Fed poderá aumentar as taxas de juro em 75 pontos base não só em setembro, mas também em novembro", disse Ed Moya, analista sénior na Oanda.

13.09.2022

Europa maioritariamente de verde, em quarto dia de ganhos

As principais praças Europeias estão a negociar maioritariamente em terreno positivo, em dia de divulgação de vários dados que vão ajudar a compreender o estado da economia europeia, bem como a inflação nos Estados Unidos.

O índice de referência da região, Stoxx 600, soma 0,19% para 428,55 pontos. A liderar os ganhos está o setor alimentar, acompanhado pelo setor mineiro, ambos com ganhos inferiores a 1%.

O "benchmark" da Europa ocidental está a caminho do quarto dia em terreno positivo, marcando assim o maior número de dias com ganhos seguidos em um mês.

A contribuir estiveram expectativas de que o abrandar da inflação poderia permitir uma desaceleração na política monetária "agressiva", aplicada pelos bancos centrais, bem como notícias de que a Ucrânia conseguiu reconquistar território das forças russas.

"O 'mood' tem estado mais positivo nos últimos dias, mas não têm existido mudanças estruturais e o risco para as empresas permanece", indica Cesar Gimeno, analista da Mapfre AM.

"Esperamos que os bancos centrais sejam os principais condutores do mercado acionista por agora", indica ainda o analista.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o francês CAC-40 pula 0,42%, em Amesterdão, o AEX ganha 0,17%, o alemão Dax soma 0,10%.

Tanto o britânico FTSE 100, como o espanhol IBEX 35 negoceiam na linha de água, e avançam 0,03% e 0,02%, respetivamente.

Entre as quedas está o italiano FTSEMIB que recua 0,06% e o PSI que cede 0,02%.

13.09.2022

Ouro na linha de água, com dólar em queda

O ouro está a negociar entre ganhos e perdas, em dia de divulgação de dados da inflação em vários países na Europa e nos Estados Unidos.

O dólar segue a desvalorizar, o que pode estar a dar força a este metal.

O metal amarelo sobe 0,03% para 1.724,98 dólares por onça, enquanto a platina cresce 0,01% para 909,72 dólares e o paládio avança 2,98% para 2.200,90 dólares.

"Há expectativas de que a inflação seja mais baixa e isso pode ajudar o ouro a valorizar, uma vez que as expectativas seriam menores sobre uma subida mais agressiva das taxas de juro em setembro", explica o analista Matt Simpson, do City Index.

Ainda assim, "vai existir maior volatilidade se isso não acontecer e nesse caso o ouro poderá estar sob grande pressão", esclarece ainda.

13.09.2022

Dólar perde antes da inflação nos Estados Unidos

O euro regressou ao verão de 2002 e esta quarta-feira entrou em paridade com a nota verde, chegando a cair para 0,9998 dólares. Mais tarde aliviou, ficando acima de 1 dólar.

O dólar está a desvalorizar face ao euro, antes da divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos, que poderá ajudar a compreender a dimensão da subida das taxas de juro por parte da Reserva Federal norte-americana na reunião de política monetária da próxima semana.

A moeda única europeia sobe 0,25% para 1,0147 dólares.

Já o índice dólar da Bloomberg - que compara a força da moeda contra 10 divisas rivais - cai 0,25% para 108.06 pontos.

"O dólar está a perder antes da leitura da inflação, mas também devido ao euro ter recebido um 'boost' de sentimento positivo proveniente da guerra na Ucrânia", explica o analista David Forrester, do Credit Agricole em Hong Kong.

"O mercado cambial parece estar a posicionar-se para uma inflação mais baixa do que no mês passado" e por isso em confluência com os analistas, revela ainda.

13.09.2022

Juros agravam-se à espera de dados económicos. Itália é exceção

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro estão maioritariamente a agravar-se, num dia de divulgação de muitos dados económicos que vão permitir tirar o pulso as economias da região.

Vão ser divulgados esta terça-feira, os números da inflação de agosto dos EUA, Espanha e Alemanha, bem como dados do desemprego no Reino Unido, o PIB dos países do G20 e as estatísticas trimestrais dos fundos de pensões da Zona Euro.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos, referência para a Europa, soma 1,9 pontos base para 1,666%, enquanto os juros da dívida francesa aumentam 1,3 pontos base para 2,231%.

Já a "yield" da dívida italiana com a mesma maturidade é a única da região que alivia, embora uns tímidos 0,2 pontos base para 3,947%.

Em Portugal, os juros da dívida soberana agravam-se 1,6 pontos base para 2,703%. Ainda na Península Ibérica, os juros da dívida espanhola ganham 2,3 pontos base para 2,810%.

13.09.2022

Petróleo desvaloriza com receios da China. Gás avança, após tombo perto dos 8%

O petróleo está a desvalorizar ligeiramente, numa altura em que os investidores estão focados numa possível redução do consumo na China, o maior importador de crude do mundo.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, perde 0,16% para 93,85 dólares por barril.

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, negoceia na linha de água e recua 0,03% para 87,75 dólares por barril.

Ao mesmo tempo, tanto o Morgan Stanley, como o UBS cortaram as perspetivas de preço do petróleo para o resto ano em 15 dólares por barril, justificando com os frequentes confinamentos na China, ao mesmo tempo que se aproxima uma recessão nas maiores economias do mundo.

No mercado do gás, os futuros estão a subir esta terça-feira, depois de, na segunda-feira, terem tombado perto de 8%.

Ainda ontem foi conhecido um plano da União Europeia do qual consta uma proposta para a redução da procura de eletricidade nas horas de pico, quando os preços estiverem mais caros, e também desviar partes dos lucros das empresas de energia para "ajudar a proteger consumidores e empresas do impacto de uma crise energética sem precedentes".

Em reação, os futuros a um mês negociados em Amesterdão - referência para o mercado europeu – avançam 0,22% para 191 euros por megawatt-hora.

13.09.2022

Ásia no verde. Europa aponta para ganhos ligeiros

As principais praças europeias estão a apontar para um início de sessão em terreno positivo, no dia em que é divulgada a inflação nos Estados Unidos, que, ao que apontam os analistas, deverá diminuir pelo segundo mês consecutivo.

Também Espanha e Alemanha divulgam os dados finais da inflação de agosto.

Os futuros do Euro Stoxx 50 sobem 0,11%, depois dos principais índices terem registado ganhos nos últimos três dias.

Na Ásia, a negociação foi positiva, assinalando o quarto dia no verde, com os mercados da China e Coreia do Sul a retornarem de um feriado. O setor da tecnologia esteve a impulsionar as subidas.

Ao mesmo tempo, o presidente chinês, Xi Jinping, anunciou a sua primeira visita desde o início da pandemia à Ásia central, o que esteve contribuir para ganhos nas praças chinesas.

Pela China, o Shangai Composite subiu 0,3%, enquanto no Japão, o Nikkei avançou 0,1%. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 0,4% e, na Coreia do Sul, o Kospi pulou 2,6%.

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