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Ao minuto10.08.2022

Europa risonha e euro com maior ganho em 5 meses face ao dólar. Petróleo regressa às quedas

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados esta quarta-feira.

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10.08.2022

Europa risonha, impulsionada por retalho e tecnologia

As bolsas europeias encerraram a sessão desta quarta-feira em terreno positivo, num dia em que os dados da inflação de julho dos Estados Unidos mostraram que esta caiu para um valor mais baixo do que o esperado pelos analistas. 

O índice de referência Stoxx600 ganhou 0,89% para 439,88 pontos, impulsionado sobretudo pelos setores do retalho e da tecnologia. Notícias de que a Rússia retomou o fornecimento do petróleo pelo oleoduto de Druzhba também contribuíram para o sentimento positivo.

Entre os restantes índices da Europa Ocidental, o alemão Dax subiu 1,23%, o francês CAC-40 valorizou 0,50%, o espanhol Ibex cresceu 0,49% e o italiano FTSE MIB ganhou 0,95%. Em Amesterdão, o AEX avançou 1,02%.

O recuo no índice dos preços no consumidor face ao mês anterior está a gerar a expectativa de um abrandamento na subida das taxas de juro diretoras por parte da Fed. 

"Se em agosto virmos um novo recuo nos dados, será de esperar que a Fed tire o pé do acelerador e reduza o ritmo da subida em setembro", afirmou Joachim Klement, chefe de estratégia, contabilidade e sustentabilidade na Liberum Capital.



10.08.2022

Petróleo cai com retoma de fluxo em oleduto

Os preços do "ouro negro" seguem em queda, depois de a Rússia anunciar a retoma das exportações de crude para a Europa através do braço sul do oleoduto Druzhba – que passa pela Ucrânia e serve a Hungria, Eslováquia e República Checa.

 

Ontem foi anunciado que essas exportações tinham sido suspensas em inícios de agosto. E isto porque, segundo disse a russa Transneft – que detém o monopólio dos oleodutos no país – a Ucrânia suspendeu os fluxos de crude a partir daquele braço sul porque as sanções do Ocidente impediram o pagamento por parte de Moscovo das comissões de passagem por aquela via.

 

Entretanto, hoje foi divulgado que a Hungria tratou desse pagamento à Ucrânia, com as exportações a serem assim retomadas – o que está a penalizar as cotações do crude.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a ceder 0,52% para 95,71 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 0,56% para 89,99 dólares por barril.

10.08.2022

Juros aliviam na Zona Euro

Apesar de as bolsas europeias terem fechado em alta, o que significa que os investidores estão com apetite pelo risco, os juros estão a alivar na Zona Euro. Isto sinaliza que os investidores continuam a privilegiar ativos mais seguros, como é o caso das obrigações soberanas - a maior aposta na dívida faz descer os juros.

Itália é o país que vê maior alívio. A "yield" da dívida italiana a dez anos cedeu 5,3 pontos base para 2,917%. 

Já os juros das bunds alemãs com a mesma maturidade - referência para o mercado europeu - recuaram 3 pontos base para 0,884%, enquanto as "yields" da dívida francesa desceram 1,9 pontos base para 1,445%. Os juros da dívida soberana portuguesa caíram 3,7 pontos base para 1,887%. 

10.08.2022

Euro com maior ganho em 5 meses face ao dólar

O euro segue esta quarta-feira a valorizar, após dados da inflação nos Estados Unidos abaixo do esperado terem levado a uma queda do dólar. A moeda única europeia avança 1,38% para os 1,0354 dólares, a maior subida desde 9 de março e máximo desde 5 de julho.

Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – recua 1,05% para 104,844 pontos, com todas as moedas do índice a subirem face ao dólar.

Os dados esta quarta-feira divulgados no outro lado do Atlântico podem levar a Reserva Federal norte-americana (Fed) a abrandar o ritmo das subidas das taxas de juro, uma vez que a inflação está a recuar. Os investidores antecipavam uma nova subida das taxas de juro diretoras em 75 pontos base, mas agora acreditam que este aumento deverá ser de 50 pontos base. 



10.08.2022

Ouro valoriza após inflação abaixo do esperado nos EUA

O ouro segue a valorizar, num dia marcado pelos dados da inflação nos Estados Unidos. Depois de em junho ter atingido os 9,1%, valor máximo desde novembro de 1981, o índice de preços do consumidor recuou para os 8,5%, abaixo das previsões dos analistas.

O dólar e as yields das obrigações norte-americanas caíram logo após a divulgação dos dados, levando o metal amarelo a atingir o valor mais alto num mês. Contudo, pouco depois o ouro perdeu os ganhos, tendo chegado a recuar 0,20%, antes de voltar a subir.

O metal precioso segue agora a valorizar 0,22% para 1.798,31 dólares por onça, enquanto a platina sobe 0,73% para 943,63 dólares e o paládio avança 1,14% para 2.243,27 dólares.

10.08.2022

Wall Street dispara após recuo da inflação nos EUA

As bolsas norte-americanas arrancaram a sessão em forte valorização, depois de ter sido anunciado um recuo na inflação dos Estados Unidos.

O "benchmark" S&P 500 sobe 1,63% para 4.189,30 pontos, o industrial Dow Jones pula 1,41% para 33.220,24 pontos. Já o o tecnológico Nasdaq dispara 2,09% para 12.758,41 pontos.

A inflação nos EUA recuou dos 9,1% em junho - máximo desde novembro de 1981 - para 8,5% em julho. O consenso dos analistas apontava para um valor de 8,7% para o índice de preços no consumidor (IPC).


"São boas notícias. A inflação desceu em julho, com os preços da gasolina a caírem acentuadamente. O mercado está agora a incorporar uma subida de 50 pontos base na reunião de setembro e as ações estão a responder em conformidade. Estes dados vão alimentar comversas sobre uma mudança de política", disse à Bloomberg Neil Dutta, da Renaissance Macro Research LLC.


 

10.08.2022

Europa já avança e euro ganha força com inflação nos EUA

As bolsas europeias, com exceção de Lisboa, seguem em alta após a inflação nos EUA em julho ter recuado mais do que o esperado.

O índice pan-europeu Stoxx600 ganha 0,75%, enquanto nas principais praças europeias as subidas oscilam entre os 0,27% de Londres e os 0,71% de Frankfurt.

A bolsa portuguesa, contudo, segue no vermelho a perder 0,19%.

Os dados da inflação norte-americana deram também novo ímpeto à moeda única europeia. O euro segue a valorizar 0,99% para os 1,0314 dólares.

10.08.2022

Europa no vermelho, Ibex espanhol aguenta-se com ganhos

As ações mundiais estão em “bear market” com os investidores a demonstrarem menor apetite pelo risco à medida que os bancos centrais globais entraram num ciclo de subida de juros.

As principais praças da Europa ocidental estão a negociar no vermelho, tal como tinham apontado os futuros sobre a região.

A liderar as perdas no índice de referência da região, Stoxx 600, está o setor da tecnologia, juntamente com o industrial. O "benchmark" do Velho Continente recua 0,19% para 435,15 pontos.

Apesar de todo o contexto económico atual, as recomendações de compra de ações das cotadas do Stoxx 600 estão perto do valor mais alto desde 2001, em 56%, de acordo com dados da Bloomberg. Analistas consultados pela agência indicam que estes níveis tipicamente antecedem períodos de quedas como em 2002 e 2003, ou 2008 e 2009, antecipando que este seja um sinal de risco para o mercado acionista.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o lisboeta PSI é o que mais desvaloriza e recua 0,30%, em Amesterdão, o AEX cai 0,17%, o britânico FTSE 100 perde 0,13%, o alemão Dax desvaloriza 0,12% e o italiano FTSEMIB cede 0,06%, juntamente com o francês CAC-40 recua 0,05%.

Em sentido oposto está o madrileno Ibex 35 a subir 0,08%.

10.08.2022

Juros aliviam ligeiramente na Zona Euro

Os juros estão a aliviar ligeiramente na Zona Euro, numa altura em que o mercado acionista da Europa ocidental negoceia maioritariamente em terreno negativo e os investidores podem estar a preferir ativos mais seguros como as obrigações.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – cede 1,4 pontos base para 0,9%. Os juros italianos com a mesma maturidade são os que mais aliviam e perdem 2,9 pontos base para 2,996%, abaixo do patamar dos 3%.

Na Península Iberica, a "yield" dos juros da dívida espanhola recua 1,9 pontos base para 1,996%. Já a "yield" da dívida portuguesa a dez anos perde 2,2 pontos base para 1,902%.

10.08.2022

Dólar na linha de água à espera da Fed

O dólar está a negociar quase inalterado em relação ao euro, na aproximação de dados que vão dar conta da inflação em julho nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana cede 0,056% face ao euro e 0,09% em relação ao iene. Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – recua 0,12% para 106,245 pontos.

"O mercado vai ficar inicialmente mais entusiasmado por um valor da inflação mais baixo do que mais alto", explica Alan Ruskin, do Deutsche Bank, à CNBC.

Estes dados "também vão jogar com a recente inclinação dos mercados para comprarem ativos de risco e essa vai ser uma consequência negativa para o dólar norte-americano", adiantou o analista.

10.08.2022

Depois de subida durante dois dias ouro cede

O ouro está a desvalorizar, depois de ter subido mais de 1% nos últimos dois dias, numa altura em que os focos se centram na inflação nos Estados Unidos e consequente decisão do banco central do país em relação a uma subida das taxas de juro.

Este metal precioso tem vindo a registar ganhos nas últimas três semanas, numa altura em que aumentam as preocupações com uma desaceleração económica, a que se juntam as tensões vividas no estreito de Taiwan, depois da visita da presidente da Câmara dos Representantes norte-americana, Nancy Pelosi, ao país.


Esta manhã, o ouro recua 0,20% para 1.790,74 dólares por onça, ao passo que a platina cede 0,51% para 932,01 dólares e o paládio perde 1,08% para 2.194,15 dólares.

10.08.2022

Petróleo em baixa, com investidores atentos a oleoduto de Druzhba

Tensões geopolíticas associadas à guerra na Ucrânia têm feito subir o preço das “commodities” nos mercados internacionais.

O petróleo está a negociar em baixa, numa altura em que as atenções estão viradas para a suspensão da circulação desta matéria-prima no braço sul do oleoduto Druzhba, que passa pela Ucrânia e serve a Europa.

Em causa está a impossibilidade da empresa russa Transneft realizar o pagamento de um imposto de trânsito à empresa ucraniana que controla a infraestrutura, devido às sanções aplicadas pela União Europeia a Moscovo.

A medida deixa assim três países: Hungria, Eslováquia e República Checa sem acesso ao "ouro negro" através deste oleoduto. Em circunstâncias normais a Rússia fornece cerca de 250 mil barris de petróleo através do infraestrutura.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, desce 0,69% para 95,65 dólares por barril.

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 0,84% para 89,74 dólares por barril, estando abaixo do patamar dos 90 dólares. O crude norte-americano atingiu o valor mais baixo em seis meses, com sinais de que a procura de gasolina está a diminuir no país.

Já o gás, negociado em Amesterdão e referência para a Europa está a valorizar 0,77% para 196,5 euros por megawatt-hora (MWh), numa altura em que vários países estão a cortar o consumo desta matéria-prima na antecipação de um inverno onde os níveis de gás natural vão ser inferiores ao habitual.

10.08.2022

Ásia em maré vermelha, com divulgação da inflação na China. Europa aponta para terreno negativo

A Europa está a apontar para uma negociação em terreno negativo, pelo segundo dia consecutivo, depois das negociações na Ásia terem terminado o dia no vermelho.

Esta quarta-feira vai estar em grande plano a divulgação de dados da inflação nos Estados Unidos e que vão permitir compreender o caminho que a Reserva Federal norte-americana vai escolher no que toca à subida das taxas de juro. Os analistas esperam que o valor da inflação em julho seja mais baixo que no mês anterior, mas ainda assim elevado

O índice MSCI Ásia Pacífico registou o valor mais baixo em duas semanas ao tombar 0,9%. A região foi largamente pressionada pelas tecnológicas, depois da Micron Technology se ter tornado a última fabricante de "chips" a alertar para uma diminuição da procura.

China e Hong Kong viveram também quedas, depois de ter sido divulgada a inflação na segunda maior economia do mundo que deu conta de uma subida de 2,7% em termos homólogos - o valor mais elevado em dois anos.

Em Hong Kong, o Hang Seng tombou 2,1%. Já Xangai cedeu 0,4%. No Japão, o Nikkei perdeu 0,7% e o Topix recuou 0,3%. Já na Coreia do Sul, o Kospi desvalorizou 0,7%.

Na Europa, os investidores vão estar a avaliar dados finais da inflação na Alemanha que recuou pelo segundo mês consecutivo em julho para 7,5%, já com as medidas de apoio económico implementadas pelo governo alemão. Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 caem 0,38%, em linha com a Ásia.

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