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Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

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Ao minuto16.02.2026

Europa procura rumo com retalho e tecnológicas a pressionar. Petróleo sobe e ouro cede

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta segunda-feira.

Bolsa de valores acompanha PSI 20 e Euronext em dia de negociações
Bolsa de valores acompanha PSI 20 e Euronext em dia de negociações N.LAINE / Bloomberg
16 de Fevereiro de 2026 às 17:52
16.02.2026

Europa procura rumo com retalho e tecnológicas a pressionar

bolsa europa euronext

As bolsas europeias terminaram a primeira sessão da semana sem uma tendência definida, numa altura em que os receios do mercado em relação a uma disrupção com a inteligência artificial (IA) a impactar outros mercados ainda parece estar presente, ao mesmo tempo que o baixo volume de negociação - devido aos feriados nos EUA e na China - trouxe uma sessão sem grandes alterações ao bloco europeu. 

O índice de referência europeu está perto do recorde atingido na semana passada. A época de resultados foi mista, marcada por um crescimento geral saudável dos lucros, mas com descidas severas para as empresas que não atingiram as expectativas do mercado. A disseminação das preocupações com a IA, que tem ido muito além do setor de tecnologia, é evidenciada por um aumento de quase o dobro no número de menções ao termo "IA" durante as vídeochamadas entre investidores e administração, em comparação com o trimestre anterior, refere a Bloomberg.

O Stoxx 600, índice de referência para o bloco europeu, terminou com ganhos de 0,13% para 618,52 pontos, impulsionado pelo setor da banca que saltou 1,42%. No entanto, o "benchmark" sofreu pressão por parte do retalho, que cedeu quase 3%, assim como pelas tecnológicas, cujo setor perdeu 1,05%. 

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX perdeu 0,46%, o neerlandês AEX cedeu 0,07% e o italiano FTSEMIB desvalorizou 0,03%. Do lado dos ganhos, o britânico FTSE 100 registou uma subida de 0,26%, o francês CAC-40 ganhou 0,06% e o espanhol IBEX 35 somou 1%. 

Entre os principais movimentos de mercado, há empresas que continuam a ser pressionadas pelos receios do impacto da IA: a Dassault Systèmes afundou 10%, a SAP recuou 2% e a Siemens afundou 6,4%.

Já o NatWest Group subiu 4,8% depois de os analistas do Citigroup terem elevado o preço-alvo para o banco britânico para níveis recorde.

A corretora online alemã FlatexDEGIRO caiu 6,9% após sua recomendação ter sido revista em baixa de "desempenho superior" para neutra pelo BNP Paribas.

16.02.2026

Juros da dívida da Zona Euro terminam mistos. Gilts aliviam

Os juros das dívidas soberanas dos países da Zona Euro terminaram a sessão sem rumo definido e com poucas alterações, dado o fraco volume de negociações decorrente dos feriados nos EUA e na China. 

Os juros das obrigações alemãs a dez anos, referência para o contexto europeu, desceram 0,1 pontos-base para uma taxa de 2,752%. Já em França, os juros subiram 0,3 pontos-base para 3,342%, a mesma subida registada nos juros das obrigações italianas, com a taxa a fixar-se em 3,365%.

Por cá, a "yield" das Obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos agravaram-se em 0,1 pontos para 3,114%. Espanha acompanhou a tendência, com os juros da dívida a 10 anos a subirem 0,2 pontos-base para 3,134%.

Fora da Zona Euro, no Reino Unido a rendibilidade das obrigações situa-se nos 4,398%, após uma descida de 1,6 pontos-base. O impulso surgiu depois de Catherine Mann, um dos membros mais conservadores do Banco da Inglaterra, destacar a "lentidão" da economia do país, aumentando as apostas entre os investidores de que a entidade monetária poderá vir a cortar as taxas de juro no próximo mês. 


16.02.2026

Iene em queda com dados fracos da economia. Dólar sobe

Iene em foco: Japão pondera ação para estabilizar moeda.

O iene japonês está a desvalorizar face às principais divisas, recuando de um "rally" desencadeado pela vitória esmagadora do Partido Liberal Democrático nas eleições legslativas no país. Agora, a divisa nipónica está pressionada pelos dados económicos, que mostraram que a economia japonesa cresceu apenas 0,2% no último trimestre - bem abaixo dos 1,6% que os especialistas da Bloomberg esperavam. 

"Após as eleições, a poeira política pode estar a baixar um pouco, pelo menos no curto prazo, e estamos a ver o iene a tornar-se cada vez mais sensível aos dados", disse Mohamad Al-Saraf, analista do Danske Bank, à Reuters.

Esta tarde, o dólar sobe 0,52% para 153,5 ienes, enquanto o euro ganha 0,43% para 181,95 ienes. Já o euro cede 0,12% para 1,1854 dólares e o índice do dólar da DXY soma 0,16% para 97,06 pontos.

A liquidez deverá continuar baixa durante o resto da sessão, com os mercados dos EUA fechados, enquanto a China, Taiwan e a Coreia do Sul também estiveram parados devido a feriados.

16.02.2026

Ouro volta a cair abaixo dos 5.000 dólares

Os preços do ouro estão a desvalorizar mais de 1%, pressionados pelo facto de a negociação na Ásia estar parada devido ao Ano Novo Lunar, ao mesmo tempo que os EUA celebram o Dia dos Presidentes. Além disso, o metal está ainda a ser pressionado pela subida do dólar norte-americano em relação às restantes divisas.

O metal amarelo afunda 1,25% para 4.978,79 dólares por onça. Também a prata cede 1,55% para 76,22 dólares por onça.

Sem catalisadores para agitar as águas do mercado, os investidores focam-se nos acordos que os EUA vão discutir esta semana, com a Ucrânia e Rússia e com o Irão. Esta terça-feira será ainda dia do relatório da ADP sobre a criação de emprego no setor privado do país durante a semana passada.

No entanto, segundo a Bloomberg, muitos bancos preveem que os preços, que duplicaram desde o início de 2024, vão continuar a subir devido às tensões geopolíticas contínuas, às dúvidas sobre a independência da Reserva Federal e à mudança de foco do mercado, que deverá querer menor exposição a moedas fiduciárias e títulos soberanos.

 

16.02.2026

Petróleo ganha terreno na véspera de encontro entre EUA e Irão

petroleo combustiveis

As cotações do crude estão a valorizar esta tarde, na véspera de mais uma reunião entre os EUA e o Irão, que vão discutir os termos de um acordo nuclear entre as duas partes, em Genebra. As preocupações dos investidores quanto a uma possível interrupção do fornecimento de petróleo têm mantido os preços estáveis entre pequenos ganhos e perdas. 

O West Texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – ganha 0,76%, para os 63,37 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – soma 0,62% para os 68,18 dólares por barril. 

O Irão procura alcançar um acordo nuclear que traga benefícios económicos para ambos os lados, com investimentos em energia e mineração, além da compra de aeronaves, em discussão, segundo declarações de um diplomata iraniano. Já os EUA estão a preparar-se para uma possível campanha militar, caso as negociações não corram como Washington quer. Perante este cenário, a Guarda Revolucionária do Irão alertou que, em caso de ataques no seu território, poderá retaliar contra qualquer base militar norte-americana.

“Os EUA e o Irão devem retomar as negociações esta terça-feira, em Genebra, e o mercado de petróleo está parado, a aguardar o que pode resultar disso”, disse Bjarne Schieldrop, analista-chefe de commodities da SEB, à Bloomberg. “Quando/se a tensão por parte do Irão diminuir, provavelmente vamos ver o Brent a cair para os 60 dólares por barril e abaixo disso", acrescentou.

 No entanto, as esperanças dos investidores por um ponto final na guerra que dura há quatro anos, bem como o regresso do abastecimento de petróleo russo, parecem remotas. 

O volume de negociações deverá ser baixo esta semana, devido ao Ano Novo Lunar Chinês e esta segunda-feira em especial devido aos feriados nos EUA e no Canadá. 

16.02.2026

Produção industrial aumentou 1,5% na zona euro em 2025

produção industrial aumentou 1,5% em 2025, tanto na zona euro como no conjunto da União Europeia (UE), relativamente a 2024, revelam dados divulgados esta segunda-feira pelo serviço estatístico comunitário, o Eurostat.

Leia a notícia completa .

16.02.2026

Taxa Euribor mantém-se a três meses, sobe a seis e cai a 12 meses

A taxa Euribor manteve-se esta segunda-feira a três meses, subiu a seis meses e desceu a 12 meses em relação a sexta-feira.

Com estas alterações, a taxa a três meses, que se manteve em 1,999%, continuou abaixo das taxas a seis (2,155%) e a 12 meses (2,236%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou, ao ser fixada em 2,155%, mais 0,008 pontos do que na sexta-feira.

Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a dezembro indicam que a Euribor a seis meses representava 38,77% do 'stock' de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável.

Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,85% e 25,09%, respetivamente.

No prazo de 12 meses, a taxa Euribor desceu, para 2,236%, menos 0,012 pontos do que na sessão anterior.

Já a Euribor a três meses manteve-se ao ser fixada de novo em 1,999%, o mesmo valor de sexta-feira, depois de ter descido em 06 de fevereiro pela primeira vez desde novembro para menos de 2%.

Em 5 de fevereiro, o BCE manteve as taxas diretoras, de novo, pela quinta reunião de política monetária consecutiva, como tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções das mesmas desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.

A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 18 e 19 de março em Frankfurt, Alemanha.

Em relação à média mensal da Euribor em janeiro, esta baixou a três, a seis e a 12 meses, de forma mais acentuada no prazo mais longo.

A média mensal da Euribor em janeiro desceu 0,020 pontos para 2,028% a três meses e 0,002 pontos para 2,137% a seis meses.

Já a 12 meses a média da Euribor recuou 0,022 pontos para 2,245% em janeiro.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

16.02.2026

Europa negoceia em alta com impulso do setor da banca

Os principais índices europeus estão a negociar em alta com ganhos em toda a linha, à medida que uma recuperação do setor da banca segue a impulsionar as praças bolsistas do Velho Continente esta manhã, enquanto os investidores continuam a seguir de perto a época de resultados das cotadas.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – ganha 0,41%, para os 620,21pontos, aproximando-se novamente do máximo histórico de 625,90 atingido na semana passada.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX avança 0,23%, o espanhol IBEX 35 pula 1,21%, o italiano FTSEMIB valoriza 0,64%, o francês CAC-40 sobe 0,25%, o neerlandês AEX soma 0,20%, ao passo que o britânico FTSE 100 regista uma subida de 0,35%.

Depois de uma semana volátil para os ativos de risco, o sentimento dos investidores parece ter melhorado após dados divulgados na sexta-feira nos EUA terem mostrado uma desaceleração da inflação, reforçando a convicção de que a Reserva Federal (Fed) norte-americana deverá reduzir as taxas de juro pelo menos duas vezes este ano.

Os receios em relação à disrupção causada pela inteligência artificial (IA) em inúmeros setores pesaram sobre as negociações no final da semana passada, tema que ainda se mantém no “radar” dos investidores. “A perceção da IA parece ter mudado completamente, passando de anjo da misericórdia para beijo da morte”, disse à Bloomberg Stephan Kemper, do BNP Paribas Wealth Management. Ainda assim, o mesmo especialista diz que “os lucros estão a melhorar e vemos um crescimento maior das margens nas empresas que adotaram a IA em comparação com o resto do mercado”.

Entre os setores, a banca (+2,09%) e o turismo (+1,12%) registam as subidas mais expressivas, com as ações do BNP Paribas e HSBC a pularem quase 2%, enquanto o Santander ganha mais de 3%. Já os recursos naturais (-0,97%) lideram as perdas.

Quanto aos movimentos do mercado, o NatWest Group sobe perto de 4%, depois de analistas do Citigroup terem revisto em alta os títulos da cotada. Por outro lado, a corretora online alemã flatexDEGIRO recua mais de 5%, após a classificação dos títulos da cotada terem sido revistos em baixa de “desempenho superior” para “neutro” pelo BNP Paribas.

16.02.2026

Juros das dívidas europeias em alívio

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro estão a aliviar nesta segunda-feira, num dia sem grandes catalisadores e que vai ser , o que reduz os volumes gerais de negociação.

As obrigações alemãs a dez anos, tidas como referência para o contexto europeu, estão a recuar 0,5 pontos-base para uma taxa de 2,748%. Já em França, a descida dos juros é de 0,8 pontos-base para 3,330%. Em Itália a descida é ainda mais expressiva, de 1,1 pontos-base, para 3,351% de rendibilidade.

A "yield" das Obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos descem 1,1 pontos para 3,102%. Espanha acompanha a tendência, com os juros da dívida a 10 anos a baixarem igualmente 1,1 pontos-base para 3,121%.

Fora da Zona Euro, no Reino Unido a rendibilidade das obrigações situa-se nos 4,397%, uma descida de 1,7 pontos-base. Já a Suíça vê os juros a 10 anos agravarem-se, em contraciclo com os restantes países, com uma subida de 0,7 pontos para uma "yield" de 0,218% – isto apesar de o Produto Interno Bruto do país helvético ter crescido 0,2% no quarto trimestre, evitando assim uma recessão técnica, com a economia do país a ter crescido 1,4% em 2025, mas que fica abaixo da média de 1,8% de crescimento da economia no país.

Pelo Japão, e apesar do crescimento abaixo do esperado da economia no último trimestre de 2025, os juros da dívida a 10 anos recuam 1,2 pontos para uma rendibilidade de 2,194%

16.02.2026

Ouro pressionado por negociações reduzidas e retirada de mais-valias

ouro

O ouro e a prata estão a negociar com perdas na manhã desta segunda-feira, pressionados pela retirada de mais-valias e por um volume de negociação reduzido, já que os mercados pela China e pelos EUA estão encerrados devido a feriados nacionais.

A esta hora, o metal amarelo, desvaloriza 0,80%, para os 5.001,530 dólares por onça.

A prata, por sua vez, cede 0,72%, para os 76,8578 dólares por onça.

Entre dados económicos, o índice de preços no consumidor dos EUA subiu 0,2% em janeiro, informou na sexta-feira o Bureau of Labor Statistics do Departamento do Trabalho norte-americano. Nesta linha, o presidente da Fed de Chicago, Austan Goolsbee, disse na sexta-feira que as taxas de juro poderiam cair, mas observou que a inflação nos serviços permaneceu alta.

Os "traders" antecipam agora que o banco central manterá as taxas estáveis na sua próxima reunião de dia 18 de março. No entanto, ainda estão a prever cortes de 75 pontos base nas taxas durante o decorrer deste ano, com a primeira flexibilização prevista para julho. Taxas diretoras mais baixas tendem a beneficiar os metais preciosos, que não rendem juros.

Na frente geopolítica, há vários fatores que estão a sustentar os preços do metal amarelo – visto como um ativo-refúgio em tempos de incerteza -, sendo que as forças armadas dos EUA estarão a preparar-se para a possibilidade de uma operação de várias semanas contra o Irão, caso o Presidente Donald Trump autorize um ataque, segundo fontes norte-americanas citadas pela Reuters. Ainda assim, na terça-feira é esperada uma segunda ronda de negociações em Genebra entre Washington e Teerão.

16.02.2026

Negociações EUA-Irão e esperado aumento de produção pela OPEP+ pressionam crude

Os preços do petróleo negoceiam com perdas contidas na sessão desta segunda-feira, com os investidores a pesarem as negociações entre os EUA e o Irão num contexto de aumentos previstos na oferta da OPEP+.

O West texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – cede 0,08%, para os 62,84 dólares por barril. Já o Brent – de referência para o continente europeu – recua 0,06% para os 67,71 dólares por barril.

Na semana passada, ambos os preços de referência registaram quedas semanais, com desvalorizações abaixo de 1%, após comentários do Presidente dos EUA, Donald Trump, de que Washington poderia chegar a um acordo com Teerão já no próximo mês.

Os dois países devem realizar uma segunda ronda de negociações em Genebra, Suíça, na terça-feira, com o objetivo de resolver a disputa sobre o programa nuclear iraniano e evitar um novo confronto militar.

Noutro ponto, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os seus aliados estarão inclinados para retomar os aumentos de produção a partir de abril - após uma paragem de três meses - para satisfazer a procura mais alta de "ouro negro" durante o verão.

16.02.2026

Iene cede terreno e dólar negoceia estável

Câmbio de moedas com dólar, euro e franco suíço

O mercado cambial desta segunda-feira está a ser marcado pela queda do iene e por uma negociação estável do dólar.

Do lado japonês, a economia cresceu 1,1% no acumulado de 2025, mas . O PIB da quarta maior economia do mundo cresceu apenas 0,1% entre outubro e dezembro, já durante a liderança de Sanae Takaichi, contra os 0,4% esperados pelos economistas ouvidos pela Bloomberg.

Além da reta final de ano abaixo do esperado, Takehiko Nakao, ex-vice-ministro das Finanças para os Assuntos Internacionais, uma posição conhecida como "chefe cambial" japonês, considerou nesta segunda-feira que só uma subida nas taxas de juro diretoras pode ajudar a estabilizar a inflação no Japão e a colocar um travão na depreciação que o iene registou nos últimos meses.

Neste contexto, o índice do dólar americano (DXY) da Bloomberg, que compara o valor da moeda norte-americana com outras divisas, avança ligeiros 0,06% para os 96,9740 pontos.

O euro segue a desvalorizar 0,04% para 1,1863 dólares e a libra também segue a ceder 0,09% para 1,3639 dólares. O dólar também avança 0,10% para 0,7687 francos suíços. O dólar avança ainda 0,42% face à divisa japonesa, para 153,34 ienes.

Já noutros pares de câmbio, o euro avança 0,04% para 0,8698 libras e avança 0,41% para 181,92 ienes.

Ainda no que a divisas diz respeito, esta segunda-feira , antecipando-se a discussão de ações políticas para reforçar o papel internacional da moeda única europeia.

Já a agência de notícias financeiras Bloomberg revela nesta segunda-feira que a Suécia está a equacionar abandonar a coroa sueca a favor do euro, no sentido de garantir maior proteção comercial em tempos marcados por grande incerteza geopolítica.

16.02.2026

Japão recua com retirada de mais-valias em dia de negociação reduzida pela Ásia devido a feriados

Os principais índices asiáticos terminaram a primeira sessão da semana com uma maioria de perdas, à medida que os investidores aproveitaram o recente “rally” nos ativos de risco japoneses para retirarem mais-valias. Pela China, o “benchmark” do continente está encerrado devido ao feriado do Ano Novo no país, assim como o Kospi da Coreia do Sul. Quanto à Europa, os futuros do Euro Stoxx 50 negoceiam praticamente inalterados.

No Japão, o nikkei cedeu 0,24% e o Topix perdeu 0,82%. Já o Hang Seng de Hong Kong avançou 0,52%.

As ações asiáticas permaneceram estáveis depois de preocupações em torno da inteligência artificial terem abalado o sentimento dos mercados no final da semana passada. O índice regional MSCI Ásia-Pacífico oscilou perto de níveis recorde, após já ter valorizado cerca de 11% desde o início do ano.

As cotadas japonesas foram pressionadas pela realização de lucros após os ganhos da semana passada, . A Toyota Motor pesou sobre a queda do índice Topix, com a empresa a cair quase 3% na sessão desta segunda-feira.

“Após a subida de curto prazo depois das eleições para a Câmara dos Representantes, quase todos os indicadores de avaliação [pelo Japão] ficaram sobrevalorizados”, disse à Bloomberg Ryoutarou Sawada, do Tokai Tokyo Intelligence Laboratory. “As perspetivas a médio prazo permanecem sólidas. Dada a magnitude dos ganhos anteriores, não creio que veremos uma queda acentuada”, acrescentou o especialista.

Já o volume de negociações provavelmente permanecerá moderado pela Ásia, com alguns dos principais mercados ainda encerrados.

Por Hong Kong, as ações da Alibaba Group Holding caíram 2,93%, depois de os EUA terem adicionado a tecnológica a uma lista de empresas que auxiliam as forças armadas chinesas — antes de retirar a atualização minutos depois, sem qualquer explicação.

16.02.2026

PIB do Japão cresce 1,1% em 2025, mas desilude no último trimestre do ano

Ao longo de 2025, o PIB da quarta maior economia do mundo registou um crescimento económico de 1,1%.

economia do Japão voltou a crescer no último trimestre de 2025, mas a recuperação foi muito fraca e menos acentuada do que o esperado, segundo dados oficiais divulgados esta segunda-feira.

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