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Bolsas europeias sobem com entrada em cena dos caçadores de pechinchas

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

REUTERS
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27.01.2022

Bolsas europeias sobem com entrada dos caçadores de pechinchas

As bolsas europeias encerraram em alta, numa altura em que surgem os ‘caçadores de pechinchas’ a comprarem ações que ficaram mais baratas com o recente movimento de sell-off.

 

Este posicionamento de muitos investidores que aproveitam as quedas para comprar é conhecido como ‘buy the dip’.

 

Inicialmente, as principais praças do Velho Continente estiveram a negociar no vermelho, pressionadas pelos comentários menos brandos do presidente da Fed, Jerome Powell – que disse que o banco central está pronto para subir juros em março e não descartou a possibilidade de a Fed aumentar a taxa diretora em todas as suas reuniões deste ano (há mais sete) para combater a elevada inflação.

 

Além disso, "embora o presidente da Fed tenha estabelecido uma base mais agressiva do que o esperado no aperto monetário para 2022, os mercados estavam desesperados para ver a Reserva Federal a tomar medidas reais para combater o aumento dos preços e ficaram claramente desapontados", salientou Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.

 

Mas a deceção acabou por se atenuar e as bolsas ganharam fôlego com a entrada dos "dip buyers", o que fez com que terminassem em terreno positivo.

 

O Stoxx 600 fechou a somar 0,65% para se estabelecer nos 470,33 pontos, depois de ter chegado a estar a cair 1,5%.

 

Os títulos da banca estiveram entre os ganhos, atendendo a que beneficiam diretamente do aumento das taxas de juro – e a Fed deu ontem quase como certo um aumento dos juros diretores já em março.

 

Outros setores defensivos, como os cuidados de saúde e "utilities" (água, luz, gás), também ganharam terreno.

 

Já as tecnológicas e as cotadas das viagens & lazer tiveram o pior desempenho.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax ganhou 0,4%, o francês CAC-40 subiu 0,6%, o britânico FTSE 100 avançou 1,1%, o espanhol IBEX 35 pulou 1% e o italiano FTSEMIB valorizou 0,99%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,2%.

27.01.2022

Petróleo cai com menos apetite pelo risco

Os preços do "ouro negro" seguem a negociar em baixa nos principais mercados internacionais, depois de ontem terem transacionado em Londres no mais alto nível desde outubro de 2014.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em março segue a recuar 0,24% para 87,14 dólares por barril.

 

Já o contrato de março do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, cede 0,54%, para 89,47 dólares.

 

A robustez do dólar é um dos fatores que está a pressionar o petróleo – que é denominado na nota verde, pelo que, quando o dólar valoriza, fica menos atrativo como investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas.

 

A maior procura pelo dólar está a ocorrer num contexto de diminuição do apetite pelo risco.

27.01.2022

Juros na zona euro seguem mistos a digerir ainda "surpresa" da Fed

A Casa Branca confirmou ontem que o jurista norte-americano continuará a ocupar a posição de presidente do banco central. Lael Brainard passa ao lugar de vice-presidente.

Os juros da dívida da zona euro seguem a negociar mistos, depois de terem estado a agravar durante a manhã, depois de a Fed ter considerado "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores e ter surpreendido com o anúncio de que só este ano pode haver sete subidas. 

A justificar a decisão está a subida da inflação, que subiu 7% em 2021, o ritmo mais rápido dos últimos 40 anos.

Apesar de a inflação estar também a registar uma subida vertiginosa na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) já salientar que a política monetária seguida nos Estados Unidos é "diferente" da praticada na zona euro e que mantém a convicção de que o índice de preços ao consumidor deverá recuar em breve.

As "bunds" germânicas a 10 anos, que servem de referência para a zona euro, estão a agravar 2 pontos base para uma taxa de -0,058%. Também em Espanha, os juros estão a subir 0,2 pontos base para 0,669%.

Em tendência contrária, os juros da dívida portuguesa na mesma maturidade estão a aliviar 0,1 pontos base para 0,591%. A queda é ainda maior em Itália, onde os juros a 10 anos estão a recuar 3,4 pontos base para uma taxa de 1,291%. 

27.01.2022

Ouro elimina ganhos anuais e cai mais de 1% pela segunda sessão. Dólar robusto

O ouro está a caminhar para a segunda sessão consecutiva a cair mais de 1%, depois de na sessão desta quarta ter registado a maior queda em dois meses. 

Nesta altura, o ouro está a cair 1,10% para 1.799,55 dólares, pondo fim à "estadia" acima da fasquia dos 1.800 dólares, onde estava já 13 sessões consecutivas. 

O ouro está a ser pressionado sobretudo por um dólar mais alto, que torna este metal precioso menos atrativo para os investidores.

Feitas as contas, o ouro elimina assim os ganhos que registava no acumulado deste ano, registando assim perdas de 1,62%.

"Parece que as semanas em que os 'traders' estiveram a abraçar o ouro como se fosse um velho amigo, que oferece proteção perante a inflação, tiveram rápido desfecho, deixando o ouro posto rapidamente de lado", diz Craig Erlam, da Oanda, na newsletter desta quinta-feira. 

Por sua vez, no mercado cambial, o dólar apresenta um desempenho robusto, a valorizar 0,78% contra um cabaz de divisas rivais. Esta semana o dólar tem fechado todas as sessões com ganhos. 

Em sentido contrário, as divisas europeias estão mais pressionadas esta quinta-feira. O euro cai 0,9% face ao dólar para 1,1139 dólares, o valor mais baixo desta semana. Há já quatro sessões que a moeda única está a perder terreno para a "nota verde". 

Nota ainda para a libra esterlina, que recua 0,68% face ao dólar, para 1,3371 dólares.

27.01.2022

Dados do PIB nos EUA geram otimismo em Wall Street. Tesla e Intel derrapam

Vários bancos estão a antecipar-se ao agravamento nos custos de financiamento em mercado. Citigroup e JPMorgan deverão estar entre os emitentes mais ativos nos EUA.

Wall Street começa a sessão em terreno positivo, com os investidores já mais animados com os dados sobre a economia norte-americana e o recuo nos pedidos de subsídios de desemprego e já algo refeitos da agitação após o anúncio da Fed desta quarta.

A economia norte-americana cresceu mais do que era antecipado no final do ano passado, com o Departamento do Comércio dos EUA a revelar que o PIB do país cresceu a um ritmo de 6,9% no quarto trimestre, muito acima dos 5,5% que apontavam as estimativas. Assim, os resultados geraram otimismo e apontaram para uma menor pressão da variante ómicron.

Além disso, também os números dos pedidos de subsídio de desemprego animaram o arranque da sessão. Estes pedidos totalizaram 260 mil na semana terminada a 22 de janeiro, menos 30 mil do que na semana anterior. É a primeira vez em quatro semanas em que este indicador relevante para a economia norte-americana apresenta um decréscimo.

Os três principais índices dos Estados Unidos começam a sessão a subir: o industrial Dow Jones avança 0,82% para 34.448,74 pontos, enquanto o índice tecnológico Nasdaq aprecia 0,9% para 13.664,05 pontos. Por fim, o S&P 500 soma 1,47% para 4.413,71 pontos.

As ações da Tesla e da Intel estão em destaque entre as perdas, depois de as duas empresas terem revelado ontem contas. A Tesla cai 4,64% para 893,95 dólares, enquanto a Intel cai 6,62% para 48,27 dólares.

Já a Apple está a avançar 2,05% para 162,98 dólares, num dia em que revelará resultados trimestrais.

27.01.2022

Powell pinta Europa de vermelho. Stoxx 600 a caminho de renovar mínimos de início de pandemia

Bruxelas avançou para a criação de uma Procuradoria Europeia para combater fraudes com verbas comunitárias.

Depois de ontem ter registado o maior ganho em sete semanas, o índice que agrega as maiores empresas da Europa, o Stoxx 600, não aguentou o discurso do presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), Jerome Powell - que antecipou a subida "para breve" das taxas de juro – e arrancou a sessão a cair 1,4% para 462,29 pontos, estando neste momento a desvalorizar 0,91% para 463,07 pontos.


Tecnologia (2,93%) e turismo (2,03%) são os setores que mais penalizam o índice. A banca é o setor que lidera os ganhos, com uma subida de 0,54%.

Em linha, o Stoxx 50 afundou 1,39%, o britânico FTSE 100 deslizou 0,22%, o alemão DAX recuou 1,58%, o francês CAC 40 e o português PSI-20 valorizaram 0,51% e 0,97%, respectivamente. O italiano FTSE MIB perdeu 0,80%, o espanhol IBEX 35 derrapou 0,57%.

Esta quarta-feira, o presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), Jerome Powell, anunciou no final da sua reunião de dois dias, que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2% e à robustez do mercado laboral.

A subida dos juros diretores poderá começar já em março, como tem sido antecipado. Nas atas da reunião de dezembro houve sinais de que a Fed poderia elevar a sua principal taxa pelo menos três vezes este ano, mas há observadores de mercado que já apontam para a possibilidade de quatro ou mesmo cinco subidas.

A Fed indicou também que a compra de ativos termina em março e que começará a reduzir o seu balanço a partir do momento em que iniciar a subida dos juros.

"As ações europeias estão no caminho de registar a maior perda desde março de 2020. O benchmark pode cair ainda mais este ano devido à política hawkish", alertou Milla Savova, analista do Bank of America, citada pela Bloomberg.

"Apesar de tudo a Europa tem conseguido não sofrer mergulhos tão profundos como o mercado acionista norte-americano, já que é menos exposta a ações de crescimento", acrescentou a especialista.

27.01.2022

Juros agravam na zona euro

Os juros das dívidas do euro estão a agravar-se esta quinta-feira, num dia em que os mercados reagem ao discurso de Jerome Powell, no fim da reunião de dois dias da Reserva Federal norte-americana (Fed).

As "bunds" alemãs somam 4,0 pontos base para -0,038%, próximas de território positivo, depois de na semana passada terem voltado a negociar acima de 0% pela primeira vez desde 2019.

Entre os países da periferia, a Itália registou a maior subida, com a "yield" a 10 anos a avançar 6,4 pontos base para 1,389%, enquanto a taxa de referência de Espanha se agravou em 4,8 pontos base para 0,715% e a de Portugal em 3,8 pontos para 0,631%.

Os juros das obrigações têm registado um movimento de subida em 2022, alicerçado na expectativa de um movimento de normalização dos juros por parte dos principais bancos centrais mundiais, para travar a subida da inflação.

Este cenário foi agravado pelo anúncio da Fed. Jerome Powell anunciou esta quarta-feira, no final da sua reunião de dois dias, que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2% e à robustez do mercado laboral.

A subida dos juros diretores poderá começar já em março, como tem sido antecipado. Nas atas da reunião de dezembro houve sinais de que a Fed poderia elevar a sua principal taxa pelo menos três vezes este ano, mas há observadores de mercado que já apontam para a possibilidade de quatro ou mesmo cinco subidas.

A Fed indicou também que a compra de ativos termina em março e que começará a reduzir o seu balanço a partir do momento em que iniciar a subida dos juros.

Ainda que, na Europa, vários responsáveis do BCE tenham reiterado que a autoridade monetária da região não vai seguir os movimentos da Fed – que se espera que suba juros já em março – os mercados começam a contar com mexidas nas taxas mais cedo do que é apontado pelo banco central.

Uma previsão do Deutsche Bank divulgada esta semana já antecipa a primeira subida de juros no euro no final do ano.

27.01.2022

Petróleo corrige depois de renovar máximo de sete anos

Evolução da pandemia, acordo nuclear do Irão e capacidade de produção são fatores de relevo, para este ano, no mercado petrolífero.

O petróleo corrigiu esta quinta-feira depois de esta quarta-feira ter subido mais de 2% nos mercados internacionais.

O brent, que serve de referência às importações europeias, segue a desvalorizar 0,51% para 89,50 dólares, depois de ontem ter ultrapassado a barreira dos 90 dólares pela primeira vez desde outubro de 2014. Já o crude WTI, negociado nos Estados Unidos, desce 9,63% para 86,80 dólares por barril.

A cotação do barril de petróleo tem sido marcada pela volatilidade. Se por um lado vive uma crise de suboferta, devido aos cortes da OPEP+, por outro marca o compasso negativo, desencadeado por múltiplos fatores da ordem internacional, mais recentemente as declarações da Reserva Federal norte-americana sobre a subida das taxas de juro.

Jerome Powell anunciou esta quinta-feira, no final da sua reunião de dois dias, que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2% e à robustez do mercado laboral.

Além destes fatores, mais recentemente as preocupações com a possível invasão da Rússia à Ucrância e as possíveis sanções do presidente dos EUA, Joe Biden, ao regime de Vladimir Putin também estão a gerar pressão. O potencial conflito preocupa especialmente devido à exposição da região aos mercados de matérias-primas, como o gás e o petróleo.

Apesar de tudo os analistas estão optimistas. "Apesar desta correcção, os cortes na oferta criam um bom cenário para o petróleo, pelo que não vejo motivos para que a cotação do barril não chegue aos 100 dólares já este trimestre", explicou Helge Andre Martinsen, analista sénior de matérias-primas da DNB ASA, em entrevista à Bloomberg Television.

27.01.2022

Ouro apaga ganhos de janeiro. Euro e dólar em queda

O ouro segue a desvalorizar 0,34% para 1.813,47 dólares a onça, depois de ter mergulhado 1,5%, durante a madrugada desta quinta-feira, apagando assim os ganhos registados desde o início de janeiro. Os restantes metais preciosos: prata, platina e paládio, assim como o dólar, seguem esta tendência negativa.

Esta queda foi provocada pelo choque (já esperado) desencadeado pelas palavras de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) que anunciou esta quarta-feira no final da sua reunião de dois dias, que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2% e à robustez do mercado laboral.

A subida dos juros diretores poderá começar já em março, como tem sido antecipado. Nas atas da reunião de dezembro houve sinais de que a Fed poderia elevar a sua principal taxa pelo menos três vezes este ano, mas há observadores de mercado que já apontam para a possibilidade de quatro ou mesmo cinco subidas.

A Fed indicou também que a compra de ativos termina em março e que começará a reduzir o seu balanço a partir do momento em que iniciar a subida dos juros.

Apesar de tudo, os analistas estão otimistas quanto ao comportamento do metal amarelo para o futuro. "O crescimento lento e a inflação irão compor um excelente cenário para o ouro, já conhecido pelos investidores como um bom escudo contra a inflação", explicou Mikhail Sprogis, numa nota de "research", citada pela Bloomberg.

Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a "nota verde" com 16 divisas rivais – segue a cair 0,2% depois de saltar 0,5% esta quarta-feira. Por sua vez, o euro segue a desvalorizar 0,23% para 1,1224 dólares, mudando a linha de suporte de 1,13 dólares para 1,12 dólares.

27.01.2022

Futuros tombam 3% no mercado europeu

Apesar das perspetivas de mudanças na estratégia dos bancos centrais, os juros das obrigações soberanas no euro mantêm juros muito baixos.

Os futuros sobre os índices bolsistas europeus seguem o "efeito dominó" das principais praças mundiais, registando uma forte queda desencadeada pelo discurso de Jerome Powell, líder da Reserva Federal norte-americana (Fed), que anunciou a "subida para breve dos juros diretores".

Os futuros sobre o índice de referência europeu Stoxx 50 chegaram a cair 3%, tendo recuperado ligeiramente de seguida.

"Caso a Fed seja demasiado rápida a apertar as condições financeiras do mercado corremos o risco da economia esfriar", alertou Sean Darby, estratega da Jefferires, em entrevista à Bloomberg TV.

Com estas palavras a economista referia-se também ao mercado europeu e deu como exemplo o comportamento de outro destacado índice, o Stoxx 600: "O Stoxx 600 já caiu 6% desde o pico de janeiro. É alarmante. Caso se acelere a política ‘hawkish’, esta pode fazer recuar as principais bolsas mundiais", acrescentou Darby.

Jerome Powell anunciou esta quinta-feira, no final da sua reunião de dois dias, que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2% e à robustez do mercado laboral.

"Com a inflação bem acima dos 2% e com um forte mercado de trabalho, o Comité Federal do Mercado Aberto (FOMC) considera que em breve será apropriado subir o intervalo da taxa dos fundos federais", informou o banco central em comunicado.

A subida dos juros diretores poderá começar já em março, como tem sido antecipado. Nas atas da reunião de dezembro houve sinais de que a Fed poderia elevar a sua principal taxa pelo menos três vezes este ano, mas há observadores de mercado que já apontam para a possibilidade de quatro ou mesmo cinco subidas.

A Fed indicou também que a compra de ativos termina em março e que começará a reduzir o seu balanço a partir do momento em que iniciar a subida dos juros.

Por outro lado, a equilibrar o ânimo dos investidores, estamos em plena época de apresentação dos resultados, fator que costuma animar os mercados. Nos Estados Unidos, a Visa, a Mastercard, a McDonalds e a Blackstone estão entre as grandes empresas que vão divulgar as suas contas. Na Europa, as atenções estão viradas para o Deutsche Bank, e o grupo de luxo LVMH.

Na Ásia, onde a sessão bolsista já está encerrada, o mercado também sentiu na pele o reflexo das palavras de Powell. As principais praças encerraram no "vermelho". No Japão, o Nikkie fechou a cair 1,02% e o Topix perdeu 2,61%. Já em Hong Kong, o Hang Seng tombou 2,83%% e, na Coreia do Sul, o Kospi fundou 3,50%.

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