Reformas? Esta não. E aquela? Também não…!
Portugal é isto: promete reformas, mas quando elas surgem… empertiga-se e manda tudo às malvas (cortesia da esquerda e da direita socialista).
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O debate entre António José Seguro e Marques Mendes, para as presidenciais, teve momentos em que o país se pôde ver ao espelho. A páginas tantas, Seguro atirou-se à reforma laboral do governo, tentando apelar aos votantes de esquerda (é o principal problema de Seguro: quer agradar a gregos e troianos). Marques Mendes empertigou-se e saiu com um certeiro: todos dizem que precisamos de reformas, mas quando alguém as faz… elas não servem (cito de memória, sem o rigor do discurso direto). É isto mesmo: não há partido que não fale em reformas. Mas quando alguém as decide fazer (normalmente a direita, quando tem a sorte de estar no poder), elas não servem. Seja no Trabalho, na Segurança Social, na Fiscalidade, na Justiça, na Educação…
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