Quando a cabeça muda
Raramente se consegue aquilo em que não se acredita. A mente, o corpo e os comportamentos tendem a adaptar-se àquilo em que acreditamos. No que fazemos e não fazemos, a crença é mais poderosa do que a motivação. Por exemplo, quando um velho recorde finalmente é batido, geralmente, mais cedo do que tarde vai ser batido de novo. O impossível tornou-se possível.
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Há um momento em que as coisas mudam. No início do século XXI, Judit Polgár, a húngara que viria a tornar-se a melhor xadrezista de todos os tempos, já enfrentara Gary Kasparov, russo, campeão do mundo, 14 vezes. Nunca o derrotara, mas o campeão do mundo respeitava-a, porque via nela algo especial: a sua juventude — Judit tinha pouco mais de 30 anos —, a agressividade do seu jogo, a sua determinação.
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