Na era da IA, a mudança começa nas pessoas
A IA tem de estar ao serviço da estratégia do banco, e não se sobrepor a ela. O verdadeiro risco é confundir adoção tecnológica com transformação real: lançar muitos pilotos sem alterar o essencial nem gerar impacto à escala.
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Há tecnologias que deixam de ser apenas ferramentas, e a inteligência artificial, não tenho dúvidas, já é uma delas. No Santander, esta conversa não começou com a IA generativa. Desde 2019, temos investido em Machine Learning e noutras tecnologias de IA, primeiro em pilotos e depois em escala, quando os resultados comprovaram a sua eficácia.
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