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O "time to market" da Zara

Quando Madonna Louise Veronica Ciccone iniciou uma das últimas "tournées" na Europa, apareceu em palco com uma indumentária muito elogiada. Três semanas depois, ao actuar em Espanha, as "teenagers" que ocupavam as primeiras filas junto ao palco, ostentava

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Arianne Phillips e Jean Paul Gaultier, que criam as colecções exclusivas da cantora, devem ter corado de vergonha... A H&M, cadeia de pronto-a-vestir para quem Madonna assina algumas colecções (à semelhança do que faz com Stella McCartney), também. Mas houve uma empresa que saiu a sorrir: a Zara, o concorrente directo da H&M.

A rapidez com que Amancio Ortega consegue colocar as colecções no mercado ("time to market") tem sido, a par do preço, um dos segredos do seu sucesso: sejam colecções desenhadas "in house", sejam cópias de roupa desenhada por costureiros famosos.

Para os empresários portugueses da área têxtil, encurralados pela concorrência chinesa, o "case-study" da Zara devia ser leitura obrigatória. Afinal, a empresa está num sector "tradicional" e (escândalo dos escândalos) nasceu na região que foi, até há pouco tempo, a mais pobre de Espanha.

P.S. – O que ganhou Sócrates em esperar quatro semanas para esclarecer as dúvidas da sua licenciatura? Espera-se que tenha aprendido que nem sempre a teimosia compensa.

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