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O comboio de tempestades que atravessa Portugal expôs um país vulnerável a fenómenos extremos cada vez mais frequentes e um sistema de proteção ainda demasiado dependente do improviso pós-desastre. A depressão Kristin, agravada pela sucessão de réplicas, levou a Associação Portuguesa de Seguradores (APS) a contabilizar, até ao início desta semana, perto de 70 mil participações e a admitir que o custo final pode atingir cerca de 500 milhões de euros em indemnizações. Esta é ainda "uma estimativa muito preliminar", mas o presidente da APS, José Galamba de Oliveira, não tem dúvidas de que será "a maior indemnização paga relacionada com eventos catastróficos em Portugal".