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Tudor: Um desafio constante

Hoje, o ideal de força da Tudor é o conceito #BornToDare. Uma filosofia que reflecte não só a história da marca, mas também o que esta representa nos nossos dias.

Fernando Sobral fsobral@negocios.pt 14 de Outubro de 2018 às 16:00
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Durante muito tempo, a Tudor esteve escondida por trás da sua irmã mais velha Rolex. Mas, com o tempo, está a mostrar-se como uma marca com identidade própria num mercado concorrencial. Nos últimos anos, tem reforçado as suas características com o conceito #BornToDare, que reflecte a história da marca e tudo aquilo que são os seus compromissos no universo da relojoaria. E sublinha a aventura de todos os que conseguiram ultrapassar os seus limites, fosse em terra, no mar, no gelo ou no ar, nas mais extremas condições.

Este constante desafio com os limites da coragem e da resistência sublinham, de resto, a história da Tudor. O conceito #BornToDare tem sido reflectido por uma série de embaixadores que simbolizam estes princípios, como Lady Gaga, David Beckham ou os jogadores de râguebi da Nova Zelândia.

As origens da Tudor remontam a 1926, quando "The Tudor" foi registado pela primeira vez pelo fundador da Rolex, Hans Wilsdorf. O objectivo era criar relógios com a qualidade da Rolex, mas a um preço mais acessível. Um conceito que se manteve desde então. Wilsdorf dizia, na altura: "Há alguns anos que venho considerando a ideia de fazer um relógio que os nossos agentes possam vender a um preço mais modesto do que os nossos relógios Rolex, mas que ao mesmo tempo atinja os níveis de confiabilidade pela qual os Rolex se tornaram famosos."

Criou uma empresa separada, com uma nova marca, a Tudor. Era uma intuição brilhante. Nesse tempo, o mercado para relógios de pulso estava a crescer exponencialmente. A marca impôs-se e, ao longo dos anos, tem vindo a apresentar modelos icónicos como o Black Bay, o Pelagos, o Glamour ou 1926. A utilização de 26 Oyster Prince da Tudor na grande expedição britânica ao norte da Groenlândia, em 1952, foi um dos momentos desta ligação a uma grande aventura épica. Nessa altura, a Tudor marcava a sua personalidade e força com os seus produtos e com o carácter visionário da publicidade. Depois de uma fase mais escondida, a Tudor ganhou nova energia e vontade de ousar a partir de 2010, com o lançamento do Chronograph da linha Heritage.

Hoje, o ideal de força da Tudor é o conceito #BornToDare. Uma filosofia que reflecte não só a história da marca, mas também o que esta representa nos nossos dias. Conta as aventuras de pessoas, geralmente desconhecidas, que alcançaram feitos incríveis em terra, no gelo, no ar e debaixo de água, com um relógio Tudor no pulso. Algo que tem que ver com a visão de Hans Wilsdorf, o fundador da Tudor, que idealizou os relógios para resistirem a condições extremas, a pensar em estilos de vida mais arrojados.

Baía

A nova aposta da Tudor é o poderoso Black Bay GMT, proposta atraente da marca irmã da Rolex. Estão aqui presentes todos os sinais de identificação que a marca deseja implementar: juventude e personalidade forte. A linha Black Bay é inspirada nos relógios de mergulho fabricados nas décadas de 50 e 60 e o resultado de uma combinação delicada entre a estética tradicional e a relojoaria contemporânea. A combinação entre o velho clássico e a última novidade, assumindo-se como "neovintage" em termos de estética, técnicas de fabrico, fiabilidade, robustez e qualidade dos seus acabamentos, fazem parte do ADN da Black Bay. Esta linha traz a função GMT. Integra também um novo movimento.

A expansão da linha Black Bay baseia-se numa complicação muito funcional: uma função com múltiplas zonas horárias (a função GMT), que estabelece a hora local sem se perder a noção de outras duas zonas horárias.

O relógio surge numa caixa de aço, com 41 mm de diâmetro, e tem resistência à água até 200 metros. Utiliza um calibre MT5652 desenvolvido pela Tudor para este modelo. Foi certificado pelo Swiss Official Chrometer Testing Institute (COSC). Tem uma reserva de marcha de 70 horas. A bracelete vai buscar inspiração às décadas de 1950 e 1960 e o mostrador também foi à história à procura da memória colectiva: lembra os relógios de mergulho da década de 50. É esta delicada subtileza que torna este relógio extremamente atraente.

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