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Taxa de poupança dos portugueses recua para 8,3% com aumento do consumo

A taxa de poupança das famílias portuguesas baixou para 8,3% no primeiro trimestre deste ano, indica o INE, abaixo dos 10,7% do final do ano passado.

Na CGA a desistência só é possível durante o período de reflexão. Na Segurança Social é possível desistir do pedido e voltar a apresentá-lo em 2022.
Bruno Simão
Paulo Ribeiro Pinto paulopinto@negocios.pt 24 de Junho de 2022 às 11:15
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As famílias portuguesas consumiram mais e, por isso, a taxa de poupança voltou a baixar no primeiro trimestre deste ano, segundo os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

"A taxa de poupança das famílias atingiu 8,3% do rendimento disponível bruto (RDB), o que correspondeu a uma redução de 2,4 p.p. relativamente ao resultado do trimestre anterior", refere o gabinete de estatística.

"Este desempenho foi consequência do aumento em 4,1% do consumo privado (taxa de variação em cadeia de 2,3% no trimestre anterior), superior ao crescimento do rendimento disponível (1,4%)", detalha o INE.

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A média móvel permite alisar as variações da taxa de poupança registadas de cada trimestre, que são muito mais irregulares. No final do primeiro trimestre deste ano, a poupança média bruta estaria próxima dos 12,9 mil milhões de euros, quando no trimestre anterior se fixou acima dos 16,2 mil milhões de euros.

"A taxa de poupança das famílias mede a parte do rendimento disponível que não é utilizado em consumo final", refere o INE, "sendo calculada através do rácio entre a poupança bruta e o rendimento disponível", detalha o gabinete de estatística.

O RDB ajustado das famílias per capita fixou-se em 17,2 mil euros no 1º trimestre de 2022, o que representou um aumento de 1,5% face ao trimestre anterior.

(Notícia atualizada às 11:35 com mais informação)
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