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Portugal em 24º no ranking do INSEAD sobre competitividade na retenção de talentos

O país subiu três posições e marca pontos em áreas como abertura interna, estilo de vida e aprendizagem ao longo da vida, mas tem ainda onde melhorar no ambiente laboral ou na empregabilidade,

Pessoas na rua
Pessoas na rua Bruno Simão
13 de Dezembro de 2025 às 13:38

Portugal ocupa este ano a 24º posição no  Índice Global de Competitividade de Talentos (GTCI), um relatório anual que mede a capacidade dos países de atrair, desenvolver e reter talentos. O país subiu três posições em relação a 2023, quando pontuou em 27º lugar, e  uma dezena de lugares face a 2014.

O ranking, elaborado pelo INSEAD em parceria com o Portulans Institute, abarca 135 países e é uma referência na reflexão política sobre os mercados, a organização do trabalho e a gestão e fluxos de talentos. A liderança coube este ano a Singapura, que ultrapassou a Suiça. Já os os Estados Unidos caíram da 3ª para a 9ª posição

Portugal  destacou-se pela positiva em áreas como abertura interna, estilo de vida e aprendizagem ao longo da vida. Em contrapartida, apresenta fragilidades no ambiente empresarial e laboral, na empregabilidade e nas competências intermédias.

Na comparação com os Estados europeus, Portugal está em 18.º lugar entre 39 países europeus e em 24.º entre os países de alto rendimento, superando cerca de 54% dos países deste grupo. 

Ainda assim, quando comparado com países concorrentes diretos (economias europeias de alto rendimento), o seu nível de competitividade de talento e o PIB per capita estão abaixo da mediana, o que indica um desempenho inferior ao esperado para o seu nível de riqueza, indica o relatório. 

Considerando a  média dos países de alto rendimento, Portugal apresenta resultados acima da média em três dos seis pilares do índice (atrair, desenvolver e reter talento) e destaca-se em sub-pilares como aprendizagem contínua, abertura interna, sustentabilidade, estilo de vida e empregabilidade. 

Por outro lado, fica acima da média europeia em dez dos catorze sub-pilares, incluindo abertura externa e interna, competências de alto nível e enquadramento regulatório. 

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