Economia Costa compara economia a bicicleta: "Se pararmos e não nos equilibrarmos, caímos"

Costa compara economia a bicicleta: "Se pararmos e não nos equilibrarmos, caímos"

Para que a economia continue a crescer, "é essencial", no entender do primeiro-ministro, continuar com o esforço que tem vindo a ser feito.
Costa compara economia a bicicleta: "Se pararmos e não nos equilibrarmos, caímos"
Reuters
Lusa 27 de maio de 2017 às 12:04

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje que é essencial continuar com o esforço que tem vindo a ser feito a nível económico, porque a economia é como uma bicicleta e é "necessário continuar a pedalar" para que não pare.

"Uma boa economia é uma economia que não vive artificialmente, que vive assente no que é essencial: confiança, investimento, criação de riqueza, criação de emprego, exportação, aumento da nossa atividade económica", sublinhou o líder do executivo socialista, que falava durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra do Parque Municipal de Góis, no distrito de Coimbra.

Para que a economia continue a crescer, "é essencial", no entender de António Costa, continuar com o esforço que tem vindo a ser feito.

"Se pararmos, é como quando deixamos de pedalar uma bicicleta: a bicicleta primeiro para e, se não nos equilibrarmos, caímos. É necessário continuar a pedalar para que a bicicleta continue a andar", realçou.

Ainda fazendo recurso da analogia, o primeiro-ministro sublinhou que há "muito para pedalar".

"É necessário que os bons resultados que temos tido cheguem a todo o território e que cheguem sobretudo a todas e a todos os portugueses", defendeu, notando que ainda há "muitos portugueses que ainda estão no desemprego" e muitos que, tendo partido do país, "ainda têm vontade de regressar".
"É a todos esses que temos de ser capazes de responder e fazer chegar os resultados do trabalho que temos vindo a desenvolver", afirmou.

Durante o seu discurso, António Costa destacou também o papel dos municípios no desenvolvimento do país, voltando a frisar que o processo de descentralização "é a pedra angular da reforma do Estado".
"Dar aos municípios mais competências e mais recursos para, em conjunto, se gerir melhor o país é melhorar a qualidade e a eficiência da administração pública", referiu.




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