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Medina confirma novos nomes para BdP e CMVM

Clara Raposo será a vice-governadora do Banco de Portugal e Luís Laginha de Sousa presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, tal como o Negócios tinha avançado. Medina diz que estão agora "garantidas as condições de funcionamento regular dos supervisores".

Os portugueses têm um recorde de 177,1 mil milhões de euros parados nos bancos. Rendiam uma média de 0,04% em abril, o que compara com uma inflação superior a 7% nesse mês.
Rafael Marchante/Reuters
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O Ministério das Finanças confirmou esta sexta-feira os nomes já avançados pelo Negócios para o Banco de Portugal e para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), garantindo que as nomeações foram fruto de "critérios de competência e conhecimento" e de "garantia de equilíbrios entre géneros, idades e áreas de especialização".

Fica assim confirmada a nomeação de Clara Raposo para vice-governadora do Banco de Portugal, além de Francisca Guedes de Oliveira, Helena Adegas e Rui Pinto para administradores do supervisor financeiro.

O Ministério confirma ainda Luís Laginha de Sousa para presidente do conselho de administração da CMVM. "Luís Laginha de Sousa substituirá e completará assim o mandato de Gabriel Bernardino, que renunciou por questões de saúde após quatro meses em funções", pode ler-se no comunicado.

A nota lembra que estes nomes carecem ainda de "uma audição e subsequente emissão de parecer pela Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República", audição essa que, "no caso dos indicados para desempenhar funções na CMVM, será precedida de pareceres da Comissão
de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CRESAP)".

Ficam deste modo preenchidas as vagas nos conselhos de administração do Banco de Portugal e da CMVM. "O Governo atribuiu elevada prioridade ao provimento dos lugares vagos nos conselhos de administração dos três reguladores do sistema financeiro português, um processo que ficou concluído em menos de seis meses após a tomada de posse", diz Fernando Medina, no mesmo comunicado.

O ministro das Finanças afirma que às escolhas "presidiram critérios de competência e conhecimento, tendo presentes objetivos de renovação dos conselhos de administração, e de garantia de equilíbrios entre géneros, idades e áreas de especialização. Com este passo, ficam garantidas as condições de funcionamento regular dos supervisores, o que constitui mais um fator de confiança para a economia e para o sistema financeiro português".

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