Economia Portugal vai acolher mais 1.010 refugiados até 2019

Portugal vai acolher mais 1.010 refugiados até 2019

O Governo anunciou hoje que Portugal vai acolher mais 1.010 refugiados até 2019, um acordo celebrado no âmbito do programa de reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
Portugal vai acolher mais 1.010 refugiados até 2019
Reuters
Lusa 23 de fevereiro de 2018 às 22:48

Com este novo compromisso com a ACNUR, os 1.010 refugiados em Portugal juntar-se-ão aos 1.700 que já se encontram no país, estes últimos ao abrigo do Programa de Recolocação da União Europeia.

 

A secretária de Estado da Cidadania e da Igualdade, Rosa Monteiro, sublinhou à agência Lusa que o compromisso para receber 1.010 refugiados a partir deste ano "decorre da boa experiência de bom acolhimento e de integração que Portugal vem desenvolvendo".

 

A membro do Governo salientou que, para o reforço do acolhimento de refugiados, manter-se-á "a mesma lógica descentralizada, a mesma estrutura de trabalho com a sociedade civil".

 

Este programa da ACNUR prevê a colocação em países europeus de 50 mil refugiados até ao final do próximo ano e é um plano que sucede ao Programa de Recolocação da UE para dar resposta ao fluxo de migrantes que chegam à Europa.

 

Rosa Monteiro falou à Lusa no decorrer na sessão de lançamento da publicação "Abordando o Deslocamento Forçado através do Planeamento e Cooperação de Desenvolvimento: Orientação para Decisores Políticos e Profissionais", organizada pelo Alto Comissariado para as Migrações e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no Auditório do Centro Nacional de Apoio à Integração de Migrantes, em Lisboa.

 

A ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, a secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, e o director da direcção de Cooperação e Desenvolvimento da OCDE, Jorge Moreira da Silva, intervieram na abertura.

 

O relatório da OCDE foi apresentado num debate moderado pelo Alto-comissário das Migrações, Pedro Calado, com comentários do presidente da Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios, Jorge Sampaio, e do coordenador da Plataforma de Apoio aos Refugiados, Rui Marques. O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, encerrou a sessão.




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mais votado Anónimo 24.02.2018

Se obrigarem mais uns milhares de portugueses a emigrar fugindo ao desemprego e a pobresa, criam lugar para mais musulmanos ficando o pais sob a protecao do Ala`; e as carteiras dos politicos cheias de dinheiro da ONU .

comentários mais recentes
Anónimo 24.02.2018

Se obrigarem mais uns milhares de portugueses a emigrar fugindo ao desemprego e a pobresa, criam lugar para mais musulmanos ficando o pais sob a protecao do Ala`; e as carteiras dos politicos cheias de dinheiro da ONU .

Anónimo 24.02.2018

O problema não são esses refugiados ... o verdadeiro problema é a nova lei de imigração feita pela extrema esquerda que quer importar o modelo das favelas brasileiras

Anónimo 24.02.2018

Ponha o governo luso os olhos no que esta a fazer Franca com a sua mais recente politica de imigracao: cerco muito mais restrito ao encapotado imigrante economico sob a capa de refugiado! Serao expulsos em mais curto espaco de tempo e com mais frequencia! A Europa esta a assalto!

Dono dos Burros 24.02.2018

Numa cidade da parvónia deste país, cruzo-me todos os dias com uma dúzia deles a apanharem Sol às 3 da tarde. Não fazem cá falta nenhuma e quem criou os problemas que os resolva.

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