Economia Terrorismo: Dois terços dos portugueses dizem que forças de segurança estão mal preparadas

Terrorismo: Dois terços dos portugueses dizem que forças de segurança estão mal preparadas

Uma sondagem da Aximage para o Negócios e Correio da Manhã mostra que a larga maioria dos portugueses considera que o risco de atentados em Portugal é "pequeno". Contudo, dois terços dos inquiridos dizem que as forças de segurança estão mal preparadas para prevenir ataques terroristas.
Terrorismo: Dois terços dos portugueses dizem que forças de segurança estão mal preparadas
Bruno Simão
Negócios 13 de março de 2018 às 19:00

Apesar de considerarem que são reduzidas as hipóteses de acontecer um atentado terrorista em solo nacional, os portugueses consideram que as forças de segurança estão mal preparadas para prevenir um ataque desse género. Este retracto resulta da sondagem realizada pela Aximage para o Negócios e o Correio da Manhã, segundo a qual na opinião de 65,1% dos inquiridos as forças de segurança portugueses não estão preparadas para prevenir um ataque terrorista.

Por sua vez, os restantes 34,9% dos entrevistados pela Aximage consideram que as forças securitárias estão preparadas para evitar a concretização de um atentado terrorista.

Este estudo de opinião questionou ainda sobre as hipóteses de ocorrer um ataque terrorista em Portugal em 2018. Para 68,4% dos inquiridos a probabilidade de um atentado é "pequena". O receio sobre a possibilidade de ocorrer um ataque terrorista tem vindo a descer. Em Dezembro último, por exemplo, apenas 58,8% dos entrevistados consideravam ser "pequena" a possibilidade de um atentado em solo português.

23,8% dos inquiridos consideram ser "média" a probabilidade e 6,3% acreditam que há uma "grande" possibilidade de ainda em 2018 Portugal ser alvo de um atentado terrorista.

No Litoral Norte é onde se regista uma percentagem mais elevada (84%) de portugueses que consideram ser "pequena" a probabilidade de ocorrência de um atentado. Já no Litoral Centro surge a maior percentagem (9,2%) de portugueses que consideram ser "grande" a hipótese de um atentado ocorrer em território luso.

Por grupos etários, a população com 65 anos de idade ou mais é aquela que apresenta maior receio sobre as possibilidades de acontecer um atentado e na faixa entre os 18 e os 34 anos é onde se regista menor receio quanto à ocorrência de um ataque terrorista.





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mais votado Anónimo 14.03.2018

Acima de tudo, o que me preocupa mesmo é um problema endémico. A competição entre elas. Não comunicam por completo, não abrem o jogo, fazem caixinha, etc.
Mas isto acontece nas Forças Armadas também e nos outros países.
Quanto a Portugal, é demasiado pequeno para tanta diversidade de forças de segurança. Deviam, pelo menos, acabar com a PSP e a GNR e criar daí uma única força com todas as sinergias daí resultantes.

comentários mais recentes
Anónimo 14.03.2018

Acima de tudo, o que me preocupa mesmo é um problema endémico. A competição entre elas. Não comunicam por completo, não abrem o jogo, fazem caixinha, etc.
Mas isto acontece nas Forças Armadas também e nos outros países.
Quanto a Portugal, é demasiado pequeno para tanta diversidade de forças de segurança. Deviam, pelo menos, acabar com a PSP e a GNR e criar daí uma única força com todas as sinergias daí resultantes.

LOL 14.03.2018

SÓ 2/3? PARA AÍ 99%

General Ciresp 13.03.2018

Porra,porra tomara os paises arrumarem o lixo deles,iam agora acumular mais lixo dentro de casa deles.Que pergunta mais desinssabida.

Anónimo 13.03.2018

As Forças de Segurança de Portugal, tem pessoal devidamente treinado e armado para fazer frente ao terrorismo da mesma forma que os países mais seguros. Existem duas forças para o combate ao terrorismo, mas o ideal seria a junção numa só força, devidamente comandada e orientada.

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