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A mais-valia de um MBA partilhada por ex-alunos

Cinco ex-alunos, de MBA diferentes, contam na primeira pessoa como o MBA mudou a sua vida

Negócios negocios@negocios.pt 05 de Abril de 2011 às 09:00
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Afonso Barbosa
Director-Geral da BESAF, BES Investimento do Brasil Ex-aluno Executive MBA AESE/IESE




Por que decidiu fazer o MBA?
Quando percebi que não pretendia continuar a desenvolver uma carreira apenas focada na gestão de activos financeiros, como fizera durante mais de uma década. A mudança fez-se na empresa onde ainda hoje trabalho, tendo assumido a responsabilidade de criar uma nova área. Nessa fase, senti necessidade de reforçar conhecimentos em áreas como gestão de pessoas, marketing, processos operacionais, entre outros, e consolidar conhecimentos em áreas que já dominava.

Porquê em Portugal?
Pela necessidade de manter a minha actividade profissional e pela clara noção de que o país tem excelentes escolas de negócios.

Como conciliou trabalho e vida pessoal?
Qualquer candidato deve ter a consciência de que não se trata 'apenas' de mais uma actividade, que vai conseguir fazer no âmbito das múltiplas tarefas que já tem. Implica sacrifício da vida pessoal. Um MBA é um projecto de dois anos de toda a família.

O que mais o marcou no MBA?
O 'poder' do grupo de trabalho. A análise de qualquer problema implica, pela heterogeneidade das pessoas, a geração de opiniões por ângulos distintos aqueles a que nos habituámos. Não só gera uma dinâmica desafiante e motivadora, como é replicável em determinadas condições no âmbito empresarial.

O que mudou na sua vida?
Tornou-me um profissional mais confiante nas minhas decisões. Embora continue a trabalhar na mesma instituição, sou hoje o responsável por uma das nossas empresas fora do país. Por outro lado, o contexto de desafio permanente não nos muda como pessoas, mas propicia um amadurecimento e uma dose de humildade, relevante para o futuro.

Conselho a um futuro MBA.
Definir muito bem o que pretende de um MBA. Para quem acumular actividade profissional com o MBA é fundamental o apoio da empresa e é crítico o apoio da família para esta empreitada.







António Brito
Key Account Manager da Atkins Iberia Ex-aluno do MBA ISEG




Por que decidiu fazer o MBA?
Uma das minhas principais motivações foi adquirir sólidas bases de gestão que me permitissem progredir na minha carreira profissional. Tendo em conta as exigências solicitadas a quem tem funções de coordenação como eu, era premente que aliasse à experiência acumulada ao longo do meu percurso profissional, a frequência do MBA do ISEG e a aquisição de competências ao nível dos hard e soft skills, que me têm sido de extrema utilidade.

Porquê em Portugal?
Poderia ter optado por fazer um MBA no estrangeiro, as oportunidades são inúmeras. No entanto, no momento da decisão de fazer um MBA, a escolha recaiu por Portugal tendo em conta a compatibilidade que necessitava de fazer entre a minha vida profissional e a minha formação, e obviamente o factor financeiro também pesou.

O que mais o marcou no MBA?
Para além das competências técnicas na área da gestão, tenho de salientar o networking pessoal e profissional que este MBA me tem proporcionado. A diversidade de background académico e de experiência profissional quer dos alunos quer dos docentes enriquece o MBA, quer a nível do grupo como a nível do indivíduo.

O que mudou na sua vida?
A minha carreira profissional mudou graças ao MBA do ISEG. Hoje sou Key Account Manager da Atkins Iberia, uma multinacional de produtos alimentares dietéticos, e sinto sinceramente que a frequência do ISEG foi responsável por este desenvolvimento na minha carreira profissional. Hoje sou uma pessoa e um profissional mais rico e preparado para enfrentar os desafios e exigências de um executivo.

Conselho a um futuro MBA.
O investimento, quer pessoal quer financeiro, numa formação como esta, é uma aposta ganha. Aceitem o desafio e atrevam-se a 'crescer' profissionalmente e pessoalmente.







Ana Rita Matos
Directora do Serviço de Contabilidade e Finanças nos CTT Ex-aluna Executive MBA INGES/ISCTE



Por que decidiu fazer o MBA?
A necessidade de actualizar e adquirir novos conhecimentos.
Era Management Controller na Cttexpresso, há 5 anos e sentia necessidade de novos desafios.

Porquê em Portugal?
Nunca questionei a alternativa de fazer o MBA no estrangeiro. Tinha um carinho especial pelo ISCTE, onde me tinha licenciado, por isso conhecia o alto nível de qualidade e exigência do Instituto. Por outro lado, este MBA tinha um formato distinto com enquadramento internacional e unidades curriculares que nenhum outro em Portugal incluía.

Como conciliou trabalho e vida pessoal?
Conciliar tudo só foi possível tendo tido como pilares uma forte motivação pessoal associada ao apoio da empresa, que me permitiu gerir prioridades e garantir a adequada gestão do tempo.

O que mais a marcou no MBA?
'Aprendi' a ver o Mundo com outros olhos… pois o dinamismo e originalidade de formato, o seu conteúdo e equipa docente altamente qualificada, e a diversidade de experiências partilhadas pelos participantes, enriqueceu o meu horizonte pessoal e possibilitou-me adquirir novas competências profissionais.

O que mudou na sua vida?
Permitiu-me aceder a novos desafios, nomeadamente a uma carreira internacional. Assim que o terminei fui trabalhar como Management Controller na Tourline Express, em Barcelona, tendo assumido depois o cargo de Vogal da Comissão Executiva com os pelouros da Direcção Financeira, Compras e Gestão de Fornecedores e Planeamento e Controlo de Gestão. Hoje, sou Directora do Serviço de Contabilidade e Finanças nos CTT, na Unidade de Serviços Partilhados, que presta serviços a todas as empresas do grupo.

Conselho a um futuro MBA.
Aproveite ao máximo o curso, desde a actualização dos conhecimentos às relações interpessoais e desfrute do enriquecimento que lhe irá proporcionar.







Daniel Rebelo
Gestor Financeiro na EDP Renováveis Ex-aluno do The Lisbon MBA




Por que decidiu fazer o MBA?
Era há mais de seis anos director financeiro de uma empresa industrial, subsidiária de uma multinacional alemã do sector automóvel, e considerei oportuno fazer um MBA para imergir em novas experiências de aprendizagem e com isso abrir mais opções de evolução de carreira, que sem a certificação de um MBA, dificilmente estariam ao meu alcance.

Porquê em Portugal?
Por duas razões: procurava um MBA que satisfizesse os meus objectivos, mas não precisava de um programa de fama mundial, geralmente de encargos muito elevados. Por outro lado, a observação que fiz do 'open day' do Lisbon MBA fez-me concluir que correspondia ao meu propósito.

Porquê em full time?
A procura de um desenvolvimento pessoal e profissional mais intenso e a potenciação de novas oportunidades de carreira, exigia um programa full-time. Mais a mais, muitas das componentes diferenciadoras do The Lisbon MBA, apenas estão disponíveis na versão full-time. Refiro-me à imersão na MIT Sloan School of Management, o estágio internacional (que realizei na EDP Renováveis em Madrid e que acabou por 'abrir as portas' para o meu emprego actual) assim com as sessões de desenvolvimento de 'soft skills', designadas 'Fridays Foruns'.

O que mais o marcou no MBA?
A importância das competências relacionadas com a liderança na motivação das pessoas e a ética na realização dos negócios. A interacção com os colegas, professores e demais networking que o MBA envolve, contribuiu definitivamente para essa aprendizagem. Também a minha experiência enquanto finalista do prémio Best Student Leader Award foi particularmente enriquecedora.

O que mudou na sua vida?
Contribuiu para potenciar e sinalizar o meu valor no mercado de trabalho, de tal forma que criou as condições que facilitaram a minha relocação do Porto para Madrid.

Conselho a um futuro MBA.
Escolher bem o programa que se ajusta às suas necessidades, uma vez que há bastante diferenciação entre os programas presentes no mercado.








Eduardo Teixeira
Corporate Developer na ColepCCL Ex-aluno do The Magellan MBA



Por que decidiu fazer o MBA?
Quando me candidatei era consultor na área de estratégia do escritório da Capgemini em Lisboa. Tinha já experiência na área da diplomacia económica, no gabinete do actual AICEP, em Praga, e também experiência de 4 anos em consultoria (Accenture e Capgemini), nas áreas da estratégia, finanças e reestruturação organizacional. Achei que era o momento certo para realizar o MBA pois sentia a necessidade de reflectir e aprofundar os conhecimentos práticos adquiridos desde a licenciatura e simultaneamente consolidar a experiência nas áreas transversais da gestão que já tinha.

Porquê em Portugal?
Um dos objectivos era conseguir dar um salto na carreira para uma empresa com exposição internacional, mas com sede no Porto. Para conseguir isto, achei que tinha que fazer o MBA numa escola de prestígio, e que enriquecesse o meu currículo, mas que simultaneamente me desse um bom network e exposição ao tecido empresarial no Porto.

Foi fácil colocar a carreira em stand by para fazer o MBA?
Apesar de ter sido uma decisão ponderada e bastante maturada, não foi fácil. Provavelmente isso explica em parte as actividades em que me fui envolvendo, complementares ao MBA (colaboração com a Alumni, elaboração de case-studies, colaboração com o Centro de Estudos da escola).

O que mais o marcou no MBA?
A importância de balancear objectivos pessoais e profissionais para atingir uma carreira de sucesso.

O que mudou na sua vida?
Para além do impacto que teve na minha vida profissional, e o passo que me ajudou a dar em termos de carreira, acho que contribuiu de forma decisiva para o meu amadurecimento como gestor e indivíduo, fundamentalmente devido à intensidade de todo o MBA.

Conselho a um futuro MBA.
Acho que o mais complicado é definir quais os objectivos que pretende atingir. Só depois disto é possível uma decisão fundamentada.
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