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Em 2014 houve menos greves, mas foram mais eficazes

O ano passado trouxe menos greves do que 2013, mas os trabalhadores conseguiram que mais reivindicações suas fossem aceites pelas empresas, avança o Público na sua edição de hoje.

Bruno Simão/Negócios
Negócios 20 de Novembro de 2015 às 09:40
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Parece que se fala cada vez mais de greves mas, segundo as estatísticas divulgadas pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério da Economia, as 90 paralisações registadas em 2014 são menos 24,9% do que as 119 de 2013. Metade dessas greves ocorreram no sector dos transportes, nomeadamente Carris, Metro de Lisboa e CP.

O Público refere ainda que, segundo a contabilização do GEP, quase metade das reivindicações dos sindicatos foram aceites ou parcialmente aceites pelas empresas (49,2%), quando em 2013 – apesar de haver muito mais greves – esse número não chegou sequer aos 12%. O GEP explica essa diferença com o "resultado alcançado com as greves nos transportes e armazenagem".  

Questões relacionadas com salários foram o principal motivo para a convocação de greve, com 56% das reivindicações relacionadas com remunerações a serem aceites ou parcialmente aceites pelas empresas, quando um ano antes essa percentagem tinha sido de apenas 12,6%.

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