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CP retoma circulação na Linha da Beira Baixa

Empresa diz que continuam suspensos serviços como os comboios urbanos de Coimbra, na Linha do Norte entre Braga e Lisboa e na Linha do Douro entre Régua e Pocinho, entre outros.

A CP não tem previsão de retoma da circulação de alguns dos seus serviços afetados pela tempestade..
A CP não tem previsão de retoma da circulação de alguns dos seus serviços afetados pela tempestade.. Armando Franca/AP
09:44

A circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa foi retomada, disse este sábado a CP em comunicado, mantendo-se suspensos serviços como Linha do Norte e comboios urbanos de Coimbra.

Na atualização publicada no seu 'site' às 08:00 (hora de Lisboa), a CP informou que "já foi retomada a circulação ferroviária na Linha da Beira Baixa".

Já noutras linhas e serviços afetados pela tempestade de quarta-feira, disse a empresa que, "apesar de todos os esforços", ainda não foi possível retomar a circulação ferroviária e que não há previsão de retoma.

Assim, mantém-se suspensa a circulação nos comboios urbanos de Coimbra, na Linha do Norte entre Braga e Lisboa, na Linha do Douro entre Régua e Pocinho, na Linha da Beira Alta (supressão do serviço intercidades), no serviço regional entre Coimbra B e Entroncamento e na Linha do Oeste.

Devido a estas suspensões de serviços, também está suspensa a venda para viagens em comboios Alfa Pendular e Intercidades na Linha do Norte este sábado e domingo.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.

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