Costa explica pessoalmente aos portugueses o Orçamento do Estado
António Costa escolheu as redes sociais (Twitter e Youtube) e o portal do Governo para explicar pessoalmente o Orçamento do Estado que propôs para este ano.
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Em cada um dos vídeos "darei a minha explicação pessoal" de um orçamento que apelida de "responsável e que cumpre os nossos compromissos". E diz que explicará "como esta proposta influi no rendimento das famílias, diminui a carga fiscal, e cria condições para empresas poderem investir".
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Primeiro-Ministro explica pessoalmente o Orçamento de Estado 2016 numa série de vídeos. Veja o 1º https://t.co/O1dRYmAbrL #oe2016
Este domingo, 14 de Fevereiro, já foram disponibilizados dois vídeos. O primeiro é mesmo designado de "orçamento responsável", para no segundo se falar de um "orçamento de escolhas".
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"Ao longo da semana serão divulgados através do portal do Governo, Twitter e YouTube uma série de vídeos em que o primeiro-ministro explica pessoalmente aos portugueses a proposta de Orçamento do Estado para 2016", diz fonte do gabinete de António Costa.
O primeiro-ministro tem-se desdobrado em esclarecimentos sobre o Orçamento e, agora, opta por fazê-lo através de vídeos na internet. É, segundo António Costa, um Orçamento "que quer virar a página da austeridade e quer garantir a diminuição do défice e da dívida", assumindo pretender fazê-lo "com as escolhas certas".
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Garante ter diminuído, com este Orçamento, o IRS de 99,7% dos portugueses, tendo isso sido compensado "aumentando a tributação da banca para o Fundo de Resolução". E neste tom continua: foi introduzida a cláusula de salvaguarda no IMI, para que não haja aumentos pelas reavaliações superiores a 75 euros, tendo em contrapartida eliminado a isenção que os fundos de investimento beneficiavam nesse imposto. Também se pretende baixar o IVA da restauração, mas em contrapartida serão aumentados os impostos especiais sobre o consumo.
"Não queremos que sejam os mesmos a pagar. Queremos que o esforço seja distribuído com justiça e equidade, de forma responsável. Queremos que as nossas finanças públicas sejam sólidas, com menos défice com menos dívida, mas também uma economia e uma sociedade com maior justiça social e fiscal". É desta forma que António Costa termina o segundo vídeo desta série, em que assume pretender explicar pessoalmente o Orçamento que assume ser "muito exigente", mas que "cumpre os nossos compromissos eleitorais, os nossos compromissos com os parceiros parlamentares e os nossos compromissos com a União Europeia".
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Além de assumir esses compromissos, António Costa diz que este é "um orçamento responsável", tendo subjacente três propostas: mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade.
"Ao longo destes meses temos tomado medidas que visam prosseguir este caminho", e exemplifica com o aumento do salário mínimo nacional, com a aceleração da execução dos fundos comunitários, e com o regresso do simplexo para tornar "ter a administração mais próxima do cidadão". Agora com a proposta de orçamento "queremos consolidar este caminho, com orçamento responsável que crie condições para termos mais crescimento, melhor emprego, maior protecção social e que permita uma gestão de rigor que diminua o défice e a dívida pública".
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