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Arrendar um quarto ou um estúdio? Diferença de preços pode ultrapassar os 100%

Estudo do Idealista revela que tanto as rendas de quartos como estúdios aumentaram 12,5% no último ano. Renda média de um estúdio em Portugal é mais do dobro do cobrado por um quarto. Maior diferença de preços entre quartos e estúdios foi observada em Vila Real.

Alexandre Azevedo
24 de Setembro de 2024 às 11:00

Arrendar um estúdio em Portugal é (quase) sempre mais caro do que arrendar um quarto. Embora os preços das rendas tenham aumentado em todas as tipologias, a opção por viver sozinho é um "luxo" que não está ao alcance de todos e pode implicar o pagamento de mais do dobro do cobrado pela renda de um quarto. A conclusão é de um estudo divulgado esta terça-feira pelo Idealista.

O estudo revela que, no segundo trimestre deste ano, a renda média de um quarto em Portugal situava-se nos 450 euros por mês. Já a renda média de um estúdio era de 900 euros, ou seja, 100% mais caro do que o arrendar um quarto. No último ano, tanto os quartos como os estúdios registaram uma subida acentuada dos preços, com ambos a apresentarem um acréscimo de 12,5% nas rendas cobradas.

A maior diferença de preços entre quartos e estúdios foi observada em Vila Real. Aí, os estúdios são 117% mais caros do que os quartos. Seguem-se Funchal (com os estúdios a registarem uma renda 112,5% superior à dos quartos), Porto (112,4%), Coimbra e Lisboa (ambas com uma diferença de 100%), Aveiro (94,4%), Braga (92%), Setúbal (91,8%) e Évora (88,4%).

Por outro lado, as diferenças de preço menos significativas entre o arrendamento de um estúdio e o de um quarto foram encontradas na cidade de Portalegre, onde os estúdios têm um custo 45,8% superior. Seguem-se Faro (com os estúdios 50% mais caros do que os quartos), Leiria (78,6%) e Viseu (80%).

Coimbra foi, no entanto, a cidade que teve um maior aumento de preço dos estúdios no último ano, com os preços a subirem 14% para uma média de 600 euros por mês. Na lista de capitais de distrito onde os estúdios mais encareceram destacam-se também o Funchal (13%), Braga (12%), Lisboa (10%), Setúbal (8%), Aveiro (8%) e Porto (5%). Em sentido contrário, o preço médio dos estúdios desceu em Faro (-37%), Leiria (-17%), Portalegre (-13%) e Viseu (-4%) nos últimos 12 meses.

Sem surpresas, é em Lisboa onde se encontram os estúdios mais caros do país, com essa tipologia de arrendamento a custar em média 1.100 euros por mês. Seguem-se o Porto (945 euros por mês), Funchal (850 euros), Setúbal e Aveiro (ambos 700 euros). Já os estúdios mais baratos encontram-se em Portalegre (350 euros por mês), Viseu (450 euros) e Leiria (500 euros).

Em relação aos quartos, o maior aumento de preços deu-se no Funchal, com o arrendamento médio de um quarto a registar um aumento de 60% no último ano. Seguem-se Faro (33%), Aveiro (29%), Viseu (25%), Setúbal (22%), Évora (20%), Porto (17%), Braga (17%), Leiria (12%), Coimbra (7%), Lisboa (6%) e Vila Real (2%). O Idealista nota que os preços dos quartos apenas desceram em Portalegre (-4%).

Lisboa é a cidade onde é também mais caro para arrendar quarto, com o preços médio a situar-se nos 550 euros mensais. Segue-se o Porto (445 euros por mês), Funchal e Faro (ambos 400 euros) e Setúbal (365 euros). Por outro lado, Vila Real é a cidade mais barata para arrendar quarto, com um custo médio de 235 euros por mês, seguida por Portalegre (240 euros), Viseu (250 euros) e Leiria (280 euros).

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