Radar África: Governo angolano apostado em surpreender os pessimistas
O maior risco para Angola é mesmo de natureza interna e tem a ver com a capacidade para conter as tentações despesistas que estão normalmente associadas aos períodos pré-eleitorais, porque se realizarão eleições gerais em 2027.
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A consultora britânica Oxford Economics voltou a acionar os sinais de alarme ao considerar que Angola é um dos quatros países do continente africano que corre o risco de entrar em ‘default’, isto é, de incumprir no pagamento da dívida ao longo deste ano.
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