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Ao minuto04.01.2026

Petróleo arranca negociação em queda. EUA propuseram exílio na Turquia a Nicolás Maduro

Acompanhe os mais recentes desenvolvimentos relacionados com a crise na Venezuela.

Petróleo arranca negociação em queda. EUA propuseram exílio na Turquia a Nicolás Maduro
Petróleo arranca negociação em queda. EUA propuseram exílio na Turquia a Nicolás Maduro Eli Hartman / Associated Press
04 de Janeiro de 2026 às 23:26
04.01.2026

Na primeira reação ao ataque na Venezuela, preço do barril de petróleo negoceia em queda

Petróleo.

Naquela que é a primeira reação dos mercados ao ataque dos EUA na Venezuela, o preço do barril de petróleo negoceia em queda. Às 23:14 horas, o preço do Brent, o índice de referência para a Europa, negociava nos 60,42 dólares por barril, o que representa uma descida de 0,54%. Já o West Texas Intermediate (WTI), a referência americana, negociava nos 56,91 dólares, uma descida de 0,72%.

A . Por um lado, a promessa dos EUA de manterem o bloqueio aos petroleiros venezuelanos, como forma de condicionar a ação política no país, mantendo assim em alta a influência americana após a deposição de Nicolás Maduro.

Por outro, a outra promessa americana de colocar as grandes petrolíferas dos EUA a explorarem e a exportarem o petróleo venezuelano para clientes de todo o mundo.

Há ainda um terceiro fator, com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) a confirmar que , afastando assim receios de que mais crude pudesse ser colocado no mercado, o que pressionaria ainda mais os preços da matéria-prima – .

04.01.2026

EUA propuseram exílio na Turquia a Nicolás Maduro

Uma sobre como a administração Trump vê na presidente interina Delcy Rodríguez uma pessoa mais aberta para possíveis negócios petrolíferos com os americanos revela um detalhe peculiar.

No final de dezembro, Donald Trump terá feito um ultimato a Nicolás Maduro: abandonava a presidência e aceitava um exílio na Turquia ou os EUA acabariam por escolher outro caminho para tirá-lo da liderança venezuelana. As reações de Maduro à proposta, vistas em Washington como gozo, não caíram bem na administração Trump.

Ainda recentemente, : "o Governo dos Estados Unidos sabe disso, porque já dissemos a muitos dos seus porta-vozes: se quiserem discutir seriamente um acordo para combater o narcotráfico, estamos prontos. Se quiserem petróleo da Venezuela, a Venezuela está pronta para os investimentos americanos, como aconteceu com a Chevron, quando quiserem, onde quiserem e como quiserem".

O desfecho foi conhecido neste sábado: Maduro não aceitou o acordo, os EUA atacaram a Venezuela e o Presidente venezuelano acabou capturado pelos americanos, tendo sido transferido para os EUA, onde vai ser presente a um tribunal nesta segunda-feira.

04.01.2026

Cinco países da América Latina e Espanha rejeitaram "qualquer tentativa de controlo"


Os governos de cinco países da América Latina – Brasil, Chile, Colômbia, México e Uruguai –, mais a Espanha, rejeitaram este domingo, num comunicado conjunto, "qualquer tentativa de controlo" sobre a Venezuela, no dia seguinte à operação militar dos Estados Unidos.

"Expressamos a nossa preocupação face a qualquer tentativa de controlo governamental, administração ou apropriação externa dos recursos naturais ou estratégicos [venezuelanos]”, indicam no comunicado, publicado pelo ministério colombiano dos Negócios Estrangeiros.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou no sábado que autorizaria as empresas petrolíferas norte-americanas a explorar os recursos petrolíferos da Venezuela, que detém 17% das reservas mundiais de petróleo bruto.

Estes seis países expressaram também preocupação com a estabilidade regional após os bombardeamentos aéreos levados a cabo pelas forças norte-americanas e a captura do Presidente Nicolás Maduro, levado à força e que deve ir na segunda-feira a tribunal, em Nova Iorque, no âmbito de acusações de "narcoterrorismo".

Os Estados Unidos lançaram no sábado “um ataque em grande escala contra a Venezuela”, capturando o Presidente venezuelano e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Na sua posição comum, os seis países afirmam que a ação dos Estados Unidos “é incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, económica e social da região”.

Entretanto, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela entregou a presidência interina à vice-presidente executiva, Delcy Rodriguez, "de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação".

A comunidade internacional tem-se dividido entre a condenação da ação dos Estados Unidos e o júbilo pela queda de Maduro.

04.01.2026

Tribunal federal confirma comparência de Maduro na segunda-feira

Maduro alerta para impacto do bloqueio dos EUA na economia venezuelana

O Presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro vai comparecer na segunda-feira perante um juiz de Nova Iorque às 12:00 horas locais (17:00 horas em Lisboa), confirmou este domingo o tribunal federal do Distrito Sul, em Manhattan.

Durante a sessão, serão oficialmente comunicadas as acusações contra o líder venezuelano.

Maduro é acusado pela justiça norte-americana de “narcoterrorismo”, importação de cocaína para os Estados Unidos e posse de armas.

Os Estados Unidos lançaram no sábado “um ataque em grande escala contra a Venezuela” para capturar e julgar o líder venezuelano e a sua mulher, Cilia Flores.

Maduro passou a primeira noite sob custódia numa prisão federal em Brooklyn, Nova Iorque.

04.01.2026

Governo venezuelano declara apoio a Nicolás Maduro

Maduro alerta para impacto do bloqueio dos EUA na economia venezuelana

O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, afirmou neste domingo que o Governo apoia o Presidente Nicolás Maduro. "Aqui, a unidade da força revolucionária está mais do que garantida e aqui há apenas um Presidente, cujo nome é Nicolás Maduro Moros. Que ninguém caia nas provocações do inimigo", afirmou numa mensagem de áudio divulgada este domingo e citada pela agência .

"Estamos indignados porque, no fim, tudo foi revelado – ficou claro que apenas querem o nosso petróleo", atirou Diosdado Cabello, numa crítica à ação dos EUA.

As declarações surgem numa altura em que ainda persiste alguma incerteza sobre o futuro político da Venezuela. Depois de no sábado os EUA terem anunciado que iriam "controlar" o país, neste domingo o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela decidiu que a vice-presidente executiva do país, Delcy Rodríguez, assumirá a presidência interina. Rodríguez, que também é ministra do Petróleo, recebeu igualmente apoio do exército venezuelano.

Em reação aos mais recentes desenvolvimentos na Venezuela, Donald Trump já ameaçou a "vice" de Maduro, garantindo que a política "pagará mais caro do que Maduro" se "não fizer o que deve".

04.01.2026

Ex-vice-presidente dos EUA condena ação "imprudente" contra a Venezuela

A antiga vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, adversária do atual Presidente, Donald Trump, afirmou este domingo que a intervenção na Venezuela não torna a América mais segura e forte e foi uma ação imprudente, além de ilegal.

“O facto de Maduro ser um ditador brutal e ilegítimo não muda o facto de que esta ação foi tão ilegal quanto imprudente”, afirmou Kamala Harris, numa mensagem na rede social X.

A antiga vice-presidente dos Estados Unidos considerou que “as ações de Donald Trump na Venezuela não tornam a América mais segura, mais forte ou mais acessível”.

“Já vimos este filme antes: guerras por mudança de regime ou por petróleo”, disse.

Os Estados Unidos lançaram no sábado “um ataque em grande escala contra a Venezuela” para capturar e julgar o líder venezuelano, Nicolás Maduro, e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Nicolás Maduro e a mulher foram transportados para Nova Iorque e o ex-presidente vai comparecer na segunda-feira num tribunal em Manhattan, no âmbito de acusações de “narcoterrorismo”.

A vice-presidente executiva da Venezuela, Delcy Rodriguez, assumiu a presidência interina do país.

A comunidade internacional divide-se entre a condenação ao ataque dos Estados Unidos a Caracas e saudações pela queda de Maduro, e o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou que a ação militar dos Estados Unidos poderá ter “implicações preocupantes” para a região.

04.01.2026

Comunidade venezuelana celebra no no Funchal "o primeiro passo" da restauração da democracia

Algumas dezenas de venezuelanos e lusodescendentes concentraram-se este domingo na marginal do Funchal manifestando “alegria” pelo que dizem ser “o primeiro passo” no processo de restauração da democracia naquele país e considerando que a intervenção norte-americana foi a solução.

“É chuva da liberdade”, declarou Lídia Albornoz, representante da associação Com Venezuela, criada pela ativista María Corina Machado (líder da oposição e Nobel da Paz), referindo-se aos pingos que caíam no momento da concentração.

A iniciativa contou, entre outros, com o diretor regional das Comunidades da Madeira, Sancho Gomes, deputados e dirigentes de alguns partidos.

Para Lídia Albornoz, a transição do regime na Venezuela é um processo que “deu o primeiro passo”, sendo este um momento de “alegria, mas de muita ponderação”.

“Foi retirada a ‘peça’ Nicolás Maduro e ele será condenado pelos crimes que cometeu”, afirmou, ao que se seguiu em uníssono um “amém” dos presentes.

A representante salientou que Edmundo González Urrutia (candidato da oposição às eleições presidenciais venezuelanas de 2024, nas quais reclamou a vitória) é o Presidente da República da Venezuela democraticamente eleito e reconhecido por muitos países, sendo ele quem “tem de tomar posse”.

No seu entendimento, seria “antidemocrático ser María Corina Machado porque ela não foi candidata, nem eleita”.

Sobre a intervenção dos Estados Unidos, Lídia Albornoz questionou se “havia outra estratégia sem ser a de Trump”, respondendo logo em seguida: “A verdade é que não havia outra solução e foi esta a solução". “Agora esperemos que corra bem para os venezuelanos e é preciso manter a calma e esperar que aconteça o que queremos: a liberdade com paz”, vincou.

Por seu turno, presidente da associação Venecom, Ana Cristina Monteiro, sublinhou que esta é “uma concentração diferente das anteriores porque os venezuelanos, com alegria, estão agora a ver uma luz ao fundo do túnel”.

“Foram 26 anos de ditadura, em que fomos perseguidos, amordaçados e houve violação dos nossos direitos civis e humanos”, sustentou.

04.01.2026

Ventura considera Corina Machado uma "excelente solução" de transição na Venezuela

André Ventura, líder do Chega

O candidato presidencial e presidente do Chega considerou este domingo que a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, seria uma "excelente solução" de transição para aquele país, opção já rejeitada pelo Presidente dos Estados Unidos da América.

"Eu acho que a María Corina Machado é uma excelente solução. Prémio Nobel da Paz, uma mulher, lutadora da liberdade, dos direitos humanos, pode ficar à frente da Venezuela num período de transição, até haver eleições", considerou o candidato a Belém, em Silves, distrito de Faro.

Momentos antes de uma arruada no concelho, que arrancou junto à Rua 25 de Abril, Ventura voltou a comentar a situação na Venezuela após a intervenção militar dos EUA, no sábado, que , onde enfrenta acusações de alegado envolvimento em tráfico de droga e corrupção.

Ventura distanciou-se de Donald Trump, que no sábado considerou que a vencedora do Prémio Nobel da Paz e líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, não "goza do apoio e respeito" necessários para governar o país.

O presidente do Chega defendeu a realização de "eleições justas, livres e democráticas" e não "de fantoche como esses ditadores fizeram e como a maior parte da esquerda e do centro-esquerda da Europa quer apoiar".

04.01.2026

Trump ameaça Delcy de "pagar mais caro" do que Maduro se "não fizer o que deve"

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou este domingo que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, "pagará mais caro do que Maduro" se "não fizer o que deve".

"Reconstruir o país não é uma coisa má", afirmou Trump à revista The Atlantic, um dia depois de militares norte-americanos terem capturado o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, para o julgar nos Estados Unidos.

A Venezuela, concluiu, está "em falência" e o "país é uma catástrofe em todos os domínios".

Na entrevista, Donald Trump reafirmou a ideia de uma intervenção semelhante na Gronelândia, um território autónomo da Dinamarca há muito cobiçado pelos Estados Unidos.

"Precisamos da Gronelândia, com certeza", disse, descrevendo a ilha como estando "rodeada de navios russos e chineses".

Ao início deste domingo, o chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, disse que os Estados Unidos vão trabalhar com os venezuelanos "se tomarem boas decisões".

No sábado, Donald Trump declarou que Delcy Rodriguez estava disposta a cooperar com os Estados Unidos, mas a vice-presidente respondeu que a Venezuela estava pronta para se defender.

04.01.2026

Petróleo em foco depois de ação de Trump na Venezuela

Plataformas de petróleo sob céu de anoitecer

Depois das reações diplomáticas divididas entre o aplauso e a crítica, sobre a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, a qual culminou com a detenção do presidente Nicolás Maduro e da sua mulher, esta segunda-feira será o dia em que a intervenção norte-americana estará sobre o escrutínio dos mercados.  

Leia o artigo completo .

04.01.2026

António Filipe volta a criticar posição de Portugal sobre a Venezuela

O candidato presidencial António Filipe considerou este domingo que "envergonha o país" e é de uma "arrogância intolerável" a posição do ministro dos Negócios Estrangeiros sobre o ataque norte-americano à Venezuela, condenando-a com "muita veemência".

"Acho que envergonha o nosso país que o Governo de Portugal não tenha uma palavra de condenação perante uma violação tão brutal e tão grosseira do direito internacional. Um Governo que não condena esta violação do direito internacional não tem autoridade política ou moral de espécie nenhuma para invocar o direito internacional, seja em que circunstância for", afirmou António Filipe, após um contacto com apoiantes no Barreiro, distrito de Setúbal.

O candidato apoiado pelo PCP e PEV já condenara no sábado o ataque dos Estados Unidos da América (EUA), mas quis voltar ao tema, depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, ter defendido "uma solução que traga democracia e estabilidade" à Venezuela, admitindo como preferível que o antigo candidato da oposição Edmundo González Urrutia assuma a presidência, "a prazo".

Para António Filipe, a "reação do ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, do Governo português, é profundamente lamentável e exige" que tome posição relativamente a ela.

"Quando o próprio presidente Donald Trump assume que o seu objetivo é apropriar-se dos recursos naturais, especialmente do petróleo da Venezuela, vir o ministro dos Estrangeiros de Portugal dizer que os seus propósitos são benignos, eu acho que é um insulto à inteligência dos portugueses e é algo que nos deve envergonhar enquanto país soberano e, portanto, eu condeno com muita veemência esta posição tomada pelo governo português", afirmou António Filipe.

Para o candidato presidencial, a posição de Paulo Rangel sobre um novo Governo venezuelano "é de uma arrogância intolerável".

"Porque não é Portugal, não é nenhum país do mundo, que decide quem é o presidente de um país soberano como é a Venezuela, goste-se ou não de quem exerce o poder na Venezuela, mas têm de ser os venezuelanos a tomar essa decisão e nunca o governo português", frisou o ex-deputado na Assembleia da República.

04.01.2026

EUA só trabalharão com autoridades que tomem “as decisões certas"

Os Estados Unidos só trabalharão com as autoridades venezuelanas que tomem “as decisões certas", disse este domingo o secretário de Estado norte-americano, garantindo que Washington ainda pode pressionar mais o país sul-americano.

"Se eles [quem esteja no poder na Venezuela] não tomarem as decisões certas, os Estados Unidos manterão diversas ferramentas de influência para garantir a proteção dos nossos interesses, incluindo o embargo ao petróleo em vigor”, avançou Marco Rubio, em entrevista à CBS.

Em entrevista ao programa “Face the Nation with Margaret Brennan”, emitido este domingo de manhã, o secretário de Estado deixou um aviso: “Vamos avaliar a situação daqui para a frente. Vamos julgar tudo com base nas suas ações e veremos o que farão."

Rubio assinalou que a economia da Venezuela é “movida a petróleo”, mas, neste momento, “é uma indústria petrolífera atrasada, que precisa de muita ajuda e trabalho, não só em termos de desenvolvimento, mas também porque não beneficia a população, [já que] nenhum do dinheiro do petróleo chega ao povo”.

Questionado diretamente sobre a hipótese de colocar “boots on the ground” (tropas norte-americanas no terreno) na Venezuela, país com quase 30 milhões de habitantes, Rubio admitiu que o Presidente Trump “mantém sempre todas as opções em aberto para todos os assuntos”.

Trump “certamente tem a capacidade e o direito, de acordo com a Constituição dos Estados Unidos, de agir contra ameaças iminentes e urgentes contra o país”, defendeu, realçando que, com a operação executada no sábado, Washington não quis “entrar e terminar logo”, mas sim “entrar e apanhar” o que queria.

“Se já estão a reclamar dessa única operação, imagine o alvoroço se fôssemos lá e ficássemos quatro dias para capturar mais quatro pessoas. Conseguimos [capturar] a prioridade número um”, apontou, descrevendo a operação como “bastante sofisticada e, francamente, complicada”.

Atribuindo “o mérito aos militares americanos que realizaram a operação”, que classifica como “um enorme sucesso”, Rubio saudou a detenção de “um narcotraficante indiciado que não era o Presidente legítimo da Venezuela”.

Reconhecendo admiração por María Corina Machado e Edmundo González, opositores venezuelanos, o representante sublinhou que os Estados Unidos estão focados na “missão” de retirar “um país potencialmente muito rico” do controlo de um regime que se “acomodou” ao Irão, ao Hezbollah (milícia fundamentalista xiita libanesa) e a “gangues de narcotraficantes que operam impunemente no seu próprio território”.

Para isso, a administração Trump vai fazer uma avaliação das pessoas com base no que fizerem: “não [o faremos com base] no que disserem publicamente neste período interino, não no que sabemos que eles fizeram no passado em muitos casos, mas sim no que farão daqui para frente”.

04.01.2026

Exército venezuelano reconhece Delcy Rodríguez como presidente interina

Delcy Rodríguez foi nomeada pelo  Supremo Tribunal de Justiça para lderar a Venezuela

O exército venezuelano reconheceu este domingo a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, como Presidente interina, anunciou o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, um dia após o chefe de Estado, Nicolás Maduro, ter sido capturado por militares dos Estados Unidos.

Numa declaração lida, o general citou a decisão do Supremo Tribunal ordenando a Delcy Rodríguez que assuma o poder por 90 dias, noticiou a agência EFE.

De acordo com a Europa Press, Padrino López revelou numa conferência de imprensa que na madrugada de sábado os militares norte-americanos prenderam Maduro "após ter assassinado a sangue frio grande parte da sua equipa de segurança, soldados e cidadãos inocentes".

O ministro enfatizou ainda que as Forças Armadas garantem a continuidade constitucional ao empossar Delcy Rodríguez como Presidente interina.

"As Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, em perfeita unidade com o povo, garantiram a continuidade democrática da Venezuela e continuarão a fazê-lo. Porque a ordem e a paz são o nosso porto seguro, como disse Bolívar", afirmou Padrino na declaração, em que manifestou apoio à decisão do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela e ao agendamento da cerimónia de posse da nova Assembleia Nacional para segunda-feira, 05 de janeiro.

"O Governo bolivariano garantirá a governabilidade do país", disse, acrescentando que as Forças Armadas "continuarão a empregar todas as suas capacidades disponíveis para a segurança, a manutenção da ordem interna e a preservação da paz".

04.01.2026

As reações à queda de Nicolás Maduro contadas em imagens

Manifestantes venezuelanos mostram apoio aos EUA e reagem à situação de Nicolás Maduro

 não deixou o mundo indiferente. Em várias cidades latinas, europeias e asiáticas, muitos quiseram manifestar-se a favor ou contra a ação americana.

As reações mostram diferentes perspetivas: há quem apoie a incursão ordenada por Donald Trump, há quem a condene. Veja as reações à queda de Nicolás Maduro em imagens .

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