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Trump volta a ameaçar destruir "centrais elétricas e pontes" no Irão mas confirma novas negociações

Acompanhe os desenvolvimentos do dia no conflito no Médio Oriente.

13:43

O Presidente norte-americano voltou a ameaçar destruir "todas as centrais elétricas e pontes" caso o Irão não aceite o "acordo justo e razoável." Donald Trump confirmou que as negociações com Teerão vão ser retomadas esta segunda-feira no Paquistão.

Por outro lado, o principal negociador do Irão afirmou este domingo na televisão estatal iraniana que houve avanços nas negociações com os Estados Unidos, mas que um acordo final ainda estava longe de ser alcançado. Entretanto, a situação continua tensa no estreito de Ormuz, depois de Teerão ter anunciado novamente o encerramento da passagem a todos os navios civis. Durante a visita a Angola, papa Leão XVI pediu o regresso da paz no Médio Oriente.

13h40

Trump volta a ameaçar destruir "centrais elétricas e pontes" no Irão mas confirma novas negociações

O Presidente norte-americano voltou este domingo a ameaçar destruir as centrais elétricas e pontes caso o Irão não aceite o acordo oferecidos pelos EUA, confirmando, por outro lado, que vão ser retomadas negociações esta segunda-feira no Paquistão.

Através de uma publicação na sua rede social Truth, Donald Trump admite que mantém as negociações em aberto, apesar do endurecimento da posição do regime de Teerão, com o fecho do estreito de Ormuz e o ataque, no sábado, a dois navios que navegavam em águas do Golfo. No entanto, volta a ameaçar destruir infraestruturas civis como centrais elétricas e pontes.

“Estamos a oferecer um acordo muito justo e razoável, e espero que o aceitem porque, se não o fizerem, os Estados Unidos destruirão todas e cada uma das centrais elétricas, assim como todas e cada uma das pontes do Irão", acrescentando que se acabou o "tipo bonzinho". "Cairão depressa, cairão facilmente e, se não aceitarem o acordo, será uma honra para mim fazer o que tiver de ser feito; algo que outros presidentes deveriam ter feito ao Irão nos últimos 47 anos”, escreveu.

Na mesma rede social, Trump confirmou que se mantêm as negociações abertas para tentar pôr fim a um conflito que entra na oitava semana. “Os meus representantes dirigem-se para Islamabad, no Paquistão; estarão lá amanhã à tarde [segunda-feira] para iniciar negociações.”

13h23

Cessar-fogo é "motivo de esperança" diz papa Leão XVI

O Papa Leão XIV considerou este domingo que o cessar-fogo no Líbano é "um motivo de esperança".

Ao discursar no final da missa celebrada em Kilamba, Angola, o chefe da Igreja Católica afirmou que o cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah era um "sinal de alívio para o povo libanês".

"Encorajo aqueles que se têm empenhado na busca de uma solução diplomática a prosseguirem as negociações de paz, para que o fim das hostilidades em todo o Médio Oriente se torne permanente", afirmou.

O papa encontra-se numa viagem de 11 dias por quatro países africanos, que tem sido marcada por repetidos apelos à paz.

13h14

Acordo final ainda longe de alcançado, diz principal negociador do Irão

O principal negociador das conversações de paz do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou em entrevista à televisão estatal que as negociações com os Estados Unidos tinham registado alguns progressos, mas continuavam longe de um acordo final, apontando algumas questões fundamentais por resolver de ambos os lados. Ghalibaf, que é também o presidente do Parlamento iraniano afirmou que qualquer acordo teria de avançar passo a passo, com ações recíprocas, acrescentando que os EUA devem "conquistar a confiança do povo iraniano" e afastar-se do que descreveu como abordagens unilaterais e coercivas.

Num discurso ao país, Ghalibaf garantiu que o Irão continua a controlar o estreito de Ormuz e que iria responder a qualquer violação do cessar-fogo por parte dos EUA.

13h18

Estreito de Ormuz praticamente fechado

A navegação no estreito de Ormuz encontrava-se praticamente paralisada na manhã deste domingo, após o Irão ter recuado na decisão de reabrir a via marítima e disparado contra embarcações que tentavam passar, avisando que bloquearia o tráfego na zona enquanto se mantivesse o bloqueio norte-americano aos portos iranianos.

O impasse sobre Ormuz - por onde transitava cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito mundial antes da guerra dos EUA e de Israel contra o Irão - ameaça agravar a crise energética que abala a economia global e minar as expectativas de um acordo de paz promovido pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Ormuz é uma das várias questões pendentes nas conversações de paz, incluindo o programa nuclear do Irão e a invasão em curso do Líbano por parte de Israel.

“Os navios aguardam instruções das forças armadas do Irão para determinar se podem passar pela rota”, informou este domingo a agência de notícias Mehr.

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