Em seis meses, o governador "acessível" já reduziu a tensão no Banco de Portugal
Retirou o peso negativo que o teletrabalho assumia no mandato do antecessor, anunciou maior mobilidade e acenou com medidas de defesa da parentalidade. Desde que chegou, a preocupação de Álvaro Santos Pereira foi melhorar o ambiente de trabalho no supervisor financeiro.
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O trabalho começou bem antes de assumir o cargo. Ciente da tensão interna vivida no Banco de Portugal e sabendo do descontentamento de muitos quadros da instituição apanhada na "guerra invisível" entre Mário Centeno e o Governo, Álvaro Santos Pereira começou a fazer o raio-x à casa depois do anúncio público da sua escolha. O primeiro passo passou por falar com todos os diretores de departamento "para tomar pulso aos problemas", conta uma fonte do banco ao Negócios. Quatro meses depois de tomar posse, seis meses depois de ser nomeado, o novo governador já reduziu a tensão no Banco de Portugal e restabeleceu a paz social.
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