Sondagem: Marcelo arrasa Cavaco em popularidade

A larga maioria dos inquiridos pela Aximage acredita que Marcelo Rebelo de Sousa será melhor Presidente do que o foi o seu antecessor, Cavaco Silva. Marcelo é arrasador na comparação com Cavaco.
Marcelo Rebelo Sousa vitória
Miguel Baltazar
David Santiago 09 de Março de 2016 às 07:00

Se Cavaco Silva deixa Belém com a popularidade nas ruas da amargura, o Presidente da República recém-eleito, Marcelo Rebelo de Sousa, chega ao cargo com a cotação em alta. Para 88,7% dos inquiridos "Marcelo vai ser melhor Presidente que Cavaco". Já 7,2% acreditam que "vai ser igual" ao futuro ex-Presidente e apenas 1,9% antecipam que "vai ser pior".

O optimismo em relação a Marcelo, no que à comparação com o seu antecessor diz respeito, é transversal ao espectro político nacional, com uma média total de 88,7% dos eleitores de eventuais eleições em Março a anteverem que o ex-comentador será "melhor Presidente que Cavaco". É no PS que esta perspectiva é mais saliente (99,1%), embora no BE (94,2%), no CDS (91,7%), na CDU (89,1%) e no PSD (85,2%) a generalidade antecipe um melhor Presidente na figura de Marcelo.

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Quando se prepara para iniciar um ciclo presidencial que poucos acreditarão que não se estenda para um expectável segundo mandato, 22,3% dos inquiridos pela Aximage realçam como principal qualidade de Marcelo ser "bom comunicador". Já para 16,1% a maior qualidade do antigo presidente do PSD é ser "solidário", enquanto 14,3% preferem destacar a sua "inteligência". 

Do lado negativo, 20,3% indicam como principal defeito do futuro Presidente ser "fala-barato", 15,4% salientam a "arrogância" e 9,6% a "desonestidade". 

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Dentro de 10 anos se verá se se mantêm estes índices de popularidade.

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Universo: indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidor de telemóvel.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 609 entrevistas efectivas: 292 a homens e 317 a mulheres; 59 no Interior Norte Centro, 88 no Litoral Norte, 107 na Área Metropolitana do Porto, 112 no Litoral Centro, 168 na Área Metropolitana de Lisboa e 75 no Sul e Ilhas; 112 em aldeias, 149 em vilas e 348 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 1 a 4 de Março de 2016, com uma taxa de resposta de 82,9%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 609 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz.

Amostra: aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um sub-universo obtido de forma idêntica. A amostra teve 609 entrevistas efectivas: 292 a homens e 317 a mulheres; 59 no Interior Norte Centro, 88 no Litoral Norte, 107 na Área Metropolitana do Porto, 112 no Litoral Centro, 168 na Área Metropolitana de Lisboa e 75 no Sul e Ilhas; 112 em aldeias, 149 em vilas e 348 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.

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Técnica: Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido nos dias 1 a 4 de Março de 2016, com uma taxa de resposta de 82,9%.

Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 609 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma "margem de erro" - a 95% - de 4,00%).

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