pixel

Negócios: Cotações, Mercados, Economia, Empresas

Notícias em Destaque

A cronologia das divergências dentro do Governo

A escolha de Maria Luís Albuquerque para ministra das Finanças foi apenas a gota de água. O divórcio teve vários episódios.

A carregar o vídeo ...
Negócios 04 de Julho de 2013 às 23:26
rutura_coligacao.mp4
A cronologia das divergências dentro do Governo

Julho de 2012: Portas admite que o nível de impostos atingiu o seu limite

Depois do chumbo do Constitucional a normas do Orçamento para 2012, Paulo Portas enviou uma carta aos militantes do partido, em que afirmava que "o nível de impostos já atingiu o limite". Opôs-se, assim, a uma solução que compensasse o chumbo do Constitucional por via fiscal. 

Setembro de 2012: O CDS está contra a TSU? Sim. Mas aprova

O primeiro grande momento de ruptura na coligação sucedeu quando Passos anunciou a intenção de subir a TSU dos trabalhadores. O líder do CDS mostrou-se contra, mas não vetou. "Não a bloqueei porque fiquei convencido que isso conduziria a uma crise nas negociações com a missão externa."

Novembro de 2012: Afinal quem é o número dois do Governo?

Em entrevista, Passos Coelho refere-se a Vítor Gaspar como o número dois do Governo, o que significa que Paulo Portas, líder do partido minoritário do Governo, seria o número três. Das possibilidades ventiladas pela comunicação social é Portas passar a ser vice-primeiro-ministro. 

Março de 2013: CDS pede remodelação profunda do Governo

No final de uma reunião da Comissão Política Nacional do CDS, vários centristas pediram uma remodelação profunda do Executivo. Diogo Feio e António Pires de Lima foram duas as figuras do CDS que o defenderam. Portas não falou no final da reunião. Álvaro Santos Pereira e Miguel Relvas eram os mais falados.

Maio de 2013: TSU de pensionistas é "fronteira" que Portas não passa

Dois dias depois de Passos Coelho apresentar um novo pacote de medidas, Paulo Portas disse recusar uma delas: a sobretaxa sobre os pensionistas. "É a fronteira que não posso deixar passar", afirmou. Medida acabou por deixar de ser obrigatória, mas manteve-se no Memorando de Entendimento.

Junho de 2013: CDS pede descida do IRS até ao final da legislatura

Durante a apresentação da moção que levará este fim-de-semana ao congresso do CDS-PP, Paulo Portas pediu um comprometimento do Governo para descer o IRS até ao final desta legislatura. Uma hipótese que Passos Coelho não quis garantir, dizendo não saber "se é possível" baixar impostos.   

Ver comentários
Publicidade
C•Studio