Incêndios, aeroportos e tempestades. Os 251 dias de Maria Lúcia Amaral no MAI
Ex-provedora da Justiça reconheceu, logo na tomada de posse, que esta não seria uma pasta "fácil". Resistiu oito meses no Ministério da Administração Interna. Deixa o Governo depois de polémicas como o "vamos embora" nos incêndios ou o "pifou" sobre as filas nos aeroportos. Tempestade Kristin foi a gota de água.
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Maria Lúcia Amaral tomou posse como ministra da Administração Interna no início de junho, em vésperas do período crítico dos incêndios – a sua primeira prova de fogo. Demorou na comunicação ao país sobre o combate às chamas e levantou críticas com o "vamos embora". Foi, contudo, apenas o primeiro de vários episódios polémicos numa pasta que reconheceu ser "exigente". Esta terça-feira, 251 dias depois de ter assumido funções, apresentou a demissão.
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