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Incentivos para trabalhar em zonas carenciadas não convencem médicos

No conjunto de janeiro a julho deste ano, 263 médicos tinham aderido ao regime de incentivos. Este número tem estado em constante queda: os benefícios atraíram 358 pessoas em 2019 e 313 no ano passado.

Orçamento do SNS em 2020
Negócios jng@negocios.pt 15 de Setembro de 2021 às 09:12
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Os benefícios criados para incentivar os médicos a aceitar vagas em hospitais e centros de saúde com carências profissionais não estão a convencer os seus destinatários. A informação é avançada esta quarta-feira, 15 de setembro, pelo Jornal de Notícias, que cita dados do Ministério da Saúde.

Segundo o mesmo jornal, no conjunto de janeiro a julho deste ano, 263 médicos tinham aderido ao regime, ainda que tenham sido abertas mais 200 vagas este ano, para além das já existentes. Este número tem estado em constante queda: os benefícios atraíram 358 pessoas em 2019 e 313 no ano passado.

Criado em 2015, este regime dá direito a um acréscimo remuneratório, para além de mais dias de férias e dias para formação, com o objetivo de levar médicos para hospitais e centros de saúde com equipas deficitárias. Este ano, no Orçamento do Estado para 2021, o Governo duplicou a duração dos incentivos de três para seis anos, mas, ainda assim, a adesão tem ficado aquém do esperado.
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