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Ministra das Finanças: Redução da TSU será só para contratos permanentes

Maria Luís Albuquerque continua a dizer que não há um plano detalhado, mas que o desenho de um futuro corte da TSU para as empresas apenas abrangerá os contratos de trabalho permanentes, destaca esta sexta-feira o Diário Económico.

Miguel Baltazar/Negócios
Negócios negocios@negocios.pt 08 de Maio de 2015 às 11:27
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O Governo continua a não ter um plano específico para a redução da TSU para as empresas, mas esta será "provavelmente" desenhada no sentido em que só serão abrangidos empresas que criem novos empregos permanentes e que tenham "incentivos para conciliar a vida familiar e o emprego", afirmou Maria Luís Albuquerque, na sua deslocação a Londres esta quarta-feira, segundo destaca o Diário Económico na sua edição desta sexta-feira.

 

O Executivo, recorde-se, acabou por não incluir a medida no Programa de Estabilidade apresentado em Abril. Nessa altura, a ministra das Finanças afirmou: "Não há uma medida da TSU. O que está em cima da mesa é a "hipótese" de "ser considerada, para a utilização de uma cláusula de flexibilidade" uma "redução dos custos sobre o trabalho".

 

A redução está inscrita no Programa Nacional de Reformas e o primeiro-ministro tinha também já referido no Parlamento que a ideia seria que a baixa da TSU dependesse da redução da precariedade.

 

Entretanto foi conhecido o estudo elaborado para o PS por um conjunto de economistas e que deverá estar na base da elaboração do programa eleitoral dos socialistas para as próximas legislativas. Aí prevê-se que a TSU para as empresas venha a baixar, mas, expressamente apenas para os contratos permanentes. Os socialistas propõem uma redução definitiva de quatro pontos percentuais dos actuais 23,75% para 19,75%.

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