“Nenhuma pessoa sensata apoia o regime iraniano, mas iniciar um conflito sem um objetivo claro ou um plano para o resolver parece-me uma loucura que está a afetar as famílias aqui no Reino Unido, mas também as famílias nos EUA e em todo o mundo. Não acredito que tenha sido a decisão correta”. A opinião foi expressa por Rachel Reeves, ministra da Economia do Reino Unido e é a epítome da sensatez.
Da mesma forma que o ministro das Finanças tem a prorrogativa de avaliar o desempenho do CFP, também este organismo tem legitimidade para rebater as críticas. Foi isso que fez Nazaré Costa Cabral ao considerar que as afirmações de Miranda Sarmento relativamente a previsões anteriores do CFP “não foram justas, não foram corretas e, no que diz respeito à presidente, foram um bocadinho ofensivas” .
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