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Tesla cai 10% depois de falhar entrada no S&P500

A não-inclusão da Tesla no índice norte-americano S&P500 apanhou desprevenidos os investidores. As ações da cotada seguem a cair.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 08 de Setembro de 2020 às 10:29
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A Tesla estava na "fila" para entrar no índice de referência norte-americano S&P500. Contudo, acabou por ficar de fora, e, na pré-abertura da primeira sessão desde que esta porta se fechou, as ações seguem a recuar cerca de 10%.

A expectativa era a de que a Tesla se juntaria ao "clube" das 500 maiores cotadas dos Estados Unidos, que constituem o S&P500, após a empresa ter apresentado lucros no segundo trimestre e assim cumprir o único requisito que lhe faltava - quatro trimestres consecutivos de resultados positivos. Mas, na sexta-feira, a entidade que gere este índice – a S&P Dow Jones Indices – acabou por não aprovar esta entrada.

O comité que decide a entrada de cotadas no S&P 500 reúne-se mensalmente, mas não indica razões para as empresas não serem admitidas. De acordo com a Bloomberg, esta opção poderá estar relacionada com as métricas de lucro da cotada e previsões nebulosas para este ano.

A entrada para o S&P 500 era vista como mais um catalisador para as ações da Tesla, que apesar da queda de cerca de 20% nos últimos quatro dias soma uma valorização de 400% desde o início do ano. A Tesla é a sexta maior empresa no Nasdaq Composite e a única grande companhia daquele índice que não está presente no S&P 500.

Apesar de a Tesla não ter "furado" o grupo do S&P500, houve outras três empresas às quais o comité cedeu lugar. Foram a retalhista online Etsy, a fabricante de semicondutores Teradyne e a empresa de tecnologia médica Catalent.

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