"Não vamos ter o mesmo ano que projetámos". Guerra altera planos da banca, CEO pedem preparação às empresas
Os CEO dos maiores bancos do país não preveem uma "situação catastrófica" com o impacto da guerra no Irão, mas há que adaptar. O apelo vai para "dentro da casa", mas também para fora e chega às empresas. É necessário rever as cadeias de abastecimento.
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O estalar do conflito no Médio Oriente veio relembrar o mundo que a previsibilidade é coisa do passado. Os CEO dos maiores bancos do país são unânimes nessa avaliação, mas, num contexto em que a volatilidade impera, o importante é separar o "ruído" dos "sinais", sublinha Isabel Guerreiro, CEO do Santander Portugal. "O mundo hoje é volátil, incerto, complexo e ambíguo. A velocidade a que as coisas acontecem já não é em semanas ou meses - é em horas. Mas estamos preparados para atuar", afirma.
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