Seguradoras “no terreno a avaliar os prejuízos” do temporal
Depois do Joseph, a Kristin varreu o país. Às duas mortes já confirmadas, juntam-se mais de 2.600 ocorrências, entre queda de estruturas, queda de árvores e inundações, com avultadas perdas materiais. As companhias de seguros dizem estar “no terreno a avaliar os prejuízos”.
“Em resposta às ocorrências registadas, as equipas das empresas de seguros estão já no terreno a avaliar os prejuízos e a ajudar os clientes afetados a recuperar rapidamente a normalidade das suas vidas, tendo desencadeado os procedimentos habitualmente adotados nestas situações”, refere a Associação Portuguesa de Seguradoras (APS), ao Negócios.
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Fonte oficial
Salientando que “as empresas de seguros têm estado a acompanhar e a prestar apoio, desde o primeiro momento, aos clientes afetados”, as companhias dizem ser ainda cedo para fazer uma avaliação de todos os estragos provocados por esta tempestade que contou com ventos que chegaram, segundo a REN, aos 200 km/h.
A APS “está a recolher informação junto das empresas do setor e, tão breve quanto possível, divulgará dados consolidados sobre o impacto da depressão Kristin relativamente aos danos cobertos por seguro”, diz.
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Perante mais este temporal, as empresas do setor voltam “a insistir na necessidade de se encarar a problemática dos eventos extremos da natureza e dos riscos catastróficos de forma integrada, e a reiterar a disponibilidade do setor segurador para ser parte de uma solução abrangente que permita assegurar maior proteção aos cidadãos e empresas afetadas por estas catástrofes”.
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