Só partem os bons malandros
Partiram dois bons malandros de quem gerações inteiras se irão recordar, continuar a ler e por essa via tomar contacto com formas diferentes de ver o mundo. Já restam muito poucos como eles.
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Portugal perdeu recentemente uma das suas vozes mais singulares com a morte de Mário Zambujal. E ao recordar a sua figura torna-se inevitável pensar em outro grande nome da literatura portuguesa contemporânea, António Lobo Antunes, que partiu poucos dias antes. Dois escritores muito diferentes entre si, quase opostos no estilo e na forma de olhar o mundo, mas unidos por uma condição essencial em quem escreve como é a capacidade rara de contar o país através das pessoas.
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